terça-feira, 30 de outubro de 2007

Carta de Apoio

No dia 31 de Outubro ocorrerá na UNIVILLE a próxima eleição para o comando do DCE. Esse ano três chapas resolveram se inscrever a fim de pegar a batata quente do movimento estudantil. A atual gestão MUDE está tentando sua reeleição, há uma outra chapa contando com a participação de um acadêmico do primeiro ano de História, e uma terceira chapa que também tem um representante do nosso curso.
O CALHEV em uma reunião extraordinária discutiu se deveria apoiar alguma dessas frentes. Decidiu apoiar a chapa Independência e Luta, e os motivos serão enumerados na seqüência.
Há alguns anos, o CALHEV vem lutando contra algumas pessoas que se envolvem no movimento estudantil com o único propósito de usa-lo em benefício pessoal ou trampolim político. Quase sempre para as duas coisas. Esse movimento sempre contou com a participação de outras CA’s, e sempre foi uma luta muito complicada. Surpreendentemente, nessas eleições a chapa I9 se aliou justamente com esses elementos, com o intuito de chegar a presidência do DCE com a chapa I9. Até que ponto alguém que se alia com pessoas sem ética consegue ser ético?
A chapa MUDE passa por problemas semelhantes. Alguns apoios cerceados pela chapa não trazem ao CALHEV a mínima confiança, já que têm um histórico no mínimo duvidoso quanto a sua preocupação com o movimento estudantil. Fora isso, ainda mantemos uma postura crítica quanto ao que foi esse ano de mandato, acreditando que se as prioridades fossem outras, muito mais coisas poderiam ter sido feitas, beneficiando mais diretamente todos os estudantes do nosso “Universo”.
Desse modo, decidimos apoiar os concorrentes da chapa Independência e Luta. Têm base no Movimento Passe Livre, não fizeram conluios eleitorais e já está na hora de tirar o DCE das mãos de partidos políticos. Conhecemos alguns de seus integrantes e sabemos que as intenções são as melhores, além dos princípios desta chapa serem praticamente os mesmos do CALHEV: independência, horizontalidade, postura crítica, ação efetiva, entre outros.
Dia 31 vote ! A movimentação estudantil é muito importante e um ensino de qualidade ultrapassa as paredes das salas de aula. Traga documentos com foto, procure as urnas e vamos tentar fazer da UNIVILLE um “Universo” melhor, com mais vida e com mais movimentações.

Gestão Unimultiplicidade

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Darci de Matos quer isentar empresas de transporte de impostos



Em um momento de "consciência" sobre o problema do transporte coletivo, os vereadores de Joinville aprovaram uma moção de apoio ao deputado estadual Darci de Matos (DEM, ex-PFL). Os elogios feitos a Darci se devem por conta de um
projeto de lei na Assembléia Legislativa que deixa de cobrar os impostos sobre o óleo diesel nas empresas de transporte coletivo de Santa Catarina. A idéia de Darci é baixar as tarifas com a isenção de impostos.
Além de dar uma folga aos empresários no quesito impostos, Darci quer ficar com uma boa imagem com a população mais pobre. Afinal de contas, ele é candidato declarado à prefeitura de Joinville. Darci declarou que, com a medida, as tarifas poderão ser reduzidas em cinco centavos.
Por conta desta "grande contribuição" para o bolso de querm paga ônibus, os vereadores joinvilenses fizeram uma
rasgação de seda ao futuro candidato na sessão de ontem na Câmara. A idéia de homenagear o nobre deputado veio da pessoa mais cotada para ser o vice na chapa de Darci, o presidente da Câmara, Fábio Dalonso (PSDB).
Zulmar Valverde (DEM), do mesmo partido de Darci, descobriu ontem, por acaso, que milhões de pessoas não conseguem ter acesso ao transporte coletivo no Brasil. “É preciso chamar a atenção dos governos para a redução e isenção de impostos”, conpletou sabiamente. Outro vereador que foi na onda foi João Luiz Sdrigotti (PMDB). "A classe operária fica impedida de utilizar os ônibus". Outra novidade.
Sdrigotti disse que são necessárias outras isenções como a do IPVA, na compra do combustível para baratear o valor do transporte coletivo. O vereador Odir Nunes (DEM) elogiou a frota de ônibus de Joinville e afirmou que o projeto tem visão voltada para o social. Já Adilson Mariano (PT) criticou a iniciativa e disse que, desta forma, o governo estará financiando o lucro dos empresários.
A opinião do Movimento Passe Livre

Isentar empresas ricas e poderosas dos impostos que elas devem pagar não é a maneira mais correta de baixar a tarifa. Caso o projeto de Darci de Matos seja aprovado, irão acontecer algumas situações:
1) O governo terá menos dinheiro para investir em saúde, educação, segurança e outros serviços básicos, o que é prejudicial.2) Empresas que nadam em dinheiro e exploram o sistema de transporte coletivo ganharão mais fôlego para continuar tendo lucros altíssimos e ainda ficar de boazinhas na história.
3) Poderá ser retirado cinco centavos das tarifas atuais. Em Joinville, isso significa passar de R$ 2,05 para R$ 2,00. Não é grande coisa para o usuário, mas para o empresário, é a garantia de muito dinheiro.

O que deve ser feito

Ao invés de financiar o lucro das empresas, o governo deve financiar a tarifa de quem precisa pegar ônibus.
O governo deveria criar mais impostos sobre a parte mais rica da população. Bancos e mansões de luxo poderiam sofrer um grande aumento no IPTU. Carros de luxo também poderiam ter mais impostos. Tudo isso, junto ao dinheiro de multas e outras cobranças, poderiam criar um fundo municipal de transportes.
Com esse dinheiro, o governo poderá financiar o passe livre para a população garantir um transporte coletivo público de verdade, fora da iniciativa privada.

Os paradigmas, os transportes urbanos e a Tarifa Zero - Por Lúcio Gregori

Os paradigmas são , em geral de difícil mudança. Na Ciência em que pese essa dificuldade, existe todo o aparato da demonstração matemática e empírica que garante a mudança. Mesmo assim, são clássicos os exemplos de Copérnico, Galileu e outros, vítimas à sua época de preconceitos, chistes e mesmo condenação moral ou religiosa.Quem hoje teria condições de defender o geocentrismo ou a invariância do tempo?
Como disse Eric Hobsbaun, historiador com seu humor tipicamente inglês em um dos livros mais recentes: A humanidade é muito conservadora. Afinal o que restou de concreto da sanguinária Revolução Francesa não foram propriamente a liberdade, a igualdade e a fraternidade, mas... a adoção no ocidente do sistema métrico decimal!
Da Revolução russa de 1917, não o comunismo mas...a adoção pelos russos, do calendário Gregoriano ao invés do Juliano!
Eu acrescentaria sendo apenas irreverente e parafraseando Shakespeare; muito barulho por quase nada!
Que dizer então dos paradigmas sócio-econômicos? São de mudança muito mais difícil. Não digo a mudança geral da sociedade mas de pequenas mudanças , digamos, setoriais.
É assim com os transporte urbanos.O paradigma existente diz que o transporte urbano é serviço público, mas é tarifado.De todos os serviços públicos municipais, o único que é pago no ato de sua utilização é o serviço de transportes urbanos.
De resto, uma contradição: se o serviço é público, não pode ser pago quando de seu uso. Ele é privado para aqueles que fazem tal pagamento!
A ninguém, pelo menos por enquanto, passa pela cabeça pagar matrícula e mensalidade na escola pública ou pagar procedimentos médicos ambulatoriais ou cirúrgicos nos serviços públicos de saúde, ou mesmo pagar a coleta de lixo no ato de sua utilização.
A ninguém também, infelizmente, passa pela cabeça andar de ônibus sem nada pagar quando de sua utilização!
É o paradigma existente e para sua defesa não faltarão os argumentos da indivisibilidade de alguns serviços públicos, a distinção entre serviço público ou de utilidade pública e assim por diante.Em palavras simples, não faltarão argumentos pseudo objetivos para justificar tal contradição.São pura enrolação.
A Tarifa Zero é o nome que teve um projeto do governo de Luiza Erundina em 1991. Propunha a criação de um fundo de transportes, que receberia todo o mês 25% das receitas da prefeitura e assim pagava o serviço de ônibus urbanos da cidade de São Paulo. Os usuários nada pagariam quando da utilização dos ônibus.
Para a constituição de tal fundo, foi necessário propor uma reforma tributária.Esta teve como fundamentos dois princípios: - Os maiores beneficiários dos transportes urbanos, são as empresas que através desse serviço, tem garantida a presença dos trabalhadores nos locais de emprego, e, pois, ao contrário do sentimento já introjetado no raciocínio, dos subalternos, de que os grandes beneficiários do transportes são eles e que portanto devem pagar por isso, conforme o paradigma vigente. - A reforma deveria ter como eixo o entendimento de que, quem tem mais paga mais, quem tem menos paga menos e quem não tem não paga.Era uma reforma para implantação de impostos fortemente progressivos e não regressivos, como em geral no Brasil.
Não era possível estabelecer uma taxa transportes, maneira mais direta de contemplar recursos para o fundo, pois a criação de impostos ou taxas é iniciativa exclusiva do parlamento nacional.
Os impostos que sofreram alterações mais radicais , seguindo os princípios acima , foram o IPTU e ISS. A reação ao projeto foi típica da reação a alterações de paradigmas. De um lado os interesses econômicos, que nunca estão dispostos a pagar o preço que lhes é devido na sociedade, sobretudo em relação aos serviços públicos.
De outro lado, as classes médias ditas cultas, as associações de classes a elas estreitamente ligadas e a mídia. Em todos os casos a estratégia era a de desqualificação do projeto.

“Os ônibus serão invadidos por vagabundos e bêbados que não têm o que fazer“. “Haverá depredações pois não se dá valor ao que não se paga”.
“Pobres inquilinos que terão de arcar com um altíssimo IPTU”. “Haverá um aumento geral dos preços pois o aumento de impostos serão repassados aos mesmos”.

O trabalhador não precisa de ônibus de graça mas sim de ganhar um salário que lhe permita ter um transporte de boa qualidade, foi o que disse à época Luís Inácio Lula da Silva. No governo e no PT, então partido da prefeita, a quantidade de reações contrárias foi enorme. Poucos secretários e membros da cúpula do governo abraçaram o projeto.
Especialistas em transportes e urbanismo viram diversos fantasmas na proposta, desde sua inviabilidade técnica ( o que é uma bobagem), até a idéia de que isso subverteria o uso do solo, estimulando o periferização da cidade, dada a gratuidade dos deslocamentos, etc...etc...
O que se pode dizer que a tarifa zero, ” muda tudo”, e é essa sua intenção. Com ela , finalmente se poderá ter a garantia do ir e vir da Constituição Federal. Com ela, finalmente, se terá, para os subalternos a liberdade de deslocamento, hoje privativo dos que tem automóvel e renda para usá-lo sem limites. Não é por outra razão que o automóvel tem o apelo quase mítico em possuí-lo. Com ela, se pode propor uma reforma tributária municipal “p’ra valer”.
Impossível falar sobre todos os aspectos e contradições evidenciados pela tarifa zero em um simples texto.
Além do potencial de revolucionar os transportes urbanos e assim a mobilidade de todos os moradores das cidades, ela tem um conteúdo de entendimento político que permite perceber com uma clareza impressionante, as verdadeiras travas, sejam políticas, econômicas, ideológicas, comportamentais, de valores introjetados etc... que impedem qualquer transformação mais profunda na sociedade brasileira.
No livro “Um governo de esquerda para todos”, Paul Singer, secretário de planejamento da prefeitura à época e um dos poucos secretários que defenderam ardorosamente o projeto, o leitor interessado poderá achar informações detalhadas sobre o projeto.
Em tempo. O projeto de 1991 não foi votado pela Câmara de Vereadores.
Pesquisa de opinião feita pelo Instituto Toledo deu como resultado que cerca de 70% dos entrevistados tinham entendido o significado da proposta enquanto reforma tributária e conseqüente gratuidade dos ônibus e aprovavam o projeto.
Nem tudo está perdido!

Amanhã é dia de atualizar o Herzogão e distribuir o zine! Então confira aqui algumas coisas que estarão neles!

Nas últimas gestões o CALHEV tem se relacionado com alguns movimentos sociais na cidade e tem buscado interagir de forma efetiva no contexto em que está inserido. Dentro disto, o estreitamento de laços com esses movimentos. Esta edição de Jornal Mural (e conseqüentemente do Zine e do blog) é ação resultante dessa interação.
Você lerá artigos relacionados às lutas do MPL – Movimento Passe Livre, enviados por membros do MPL em Joinville. No dia vinte e seis de outubro (sexta-feira que vem) acontecerá a 3ª Edição do Dia Nacional de Luta Pelo Passe Livre. As atividades vão ocorrer em mais de 20 cidades, em todo o país, em vários estados.
Aqui em Joinville, a manifestação ocorrerá na Praça da Bandeira, às 17:30h. Além da manifestação, ocorrerão outras atividades. Incluído na programação, o CINE CASCA, realizado nesta terça, dia 16, em parceria com o CALHEV, na Univille.
Com o material exposto em nossas publicações, com o CINE CASCA e com a parceria em relação ao MPL, queremos lutar juntamente por um direito que temos que é sempre deixado de lado pelos governantes.
Esperamos que você leia com atenção, e estamos com a reunião aberta para sua participação e discussão desse tema! O MPL possui um blog, que está indicado, onde você pode se informar melhor se assim quiser, e participar das reuniões e manifestações!

Gestão Unimultiplicidade

CONVITE!!! CINE CASCA 16/10




O Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi - CALHEV em parceria com o Movimento Passe Livre - MPL/Joinville realizará o CINE CASCA com o objetivo de discutir a realidade do transporte coletivo na cidade de Joinville e Brasil, principalmente, na construção da luta pelo passe livre estudantil.

E, nesse ensejo, convidar os estudantes para participarem da manifestação do dia nacional de luta pelo passe livre, 26 de outubro de 2007.

Será apresentado o documentário "A Revolta da Catraca" realizado pelo Coletivo Sarcástico de Florianópolis em 2005, e tem duração de 28 minutos.


Dia 16/10 (terça) às 18h na sala A201 - Univille.


NÃO PERCA!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Mande você sua produção para cá também!

A morte de João: uma cabra que continua na história

Por: Israel A. Gonçalves

João Pedro Teixeira, não consta que tenha freqüentado escola, nem que fosse hábil em algum idioma, era pobre, negro e tinha uma vontade, a mesma de muitos brasileiros, de ver em seu país justiça social, desejo prosaico, fruto de uma alma grande. Sua história, diferente de muitas, foi registrada em um documentário chamado: Cabra Marcado para Morrer, dirigido pelo então jovem cineasta Eduardo Coutinho em 1962, período que participava de uma equipe de estudantes da UNE que registrava as lutas sociais no nordeste brasileiro.


João Pedro fundou em 1958 à Liga Camponesa em Sapé, Paraíba. O seu meio social era marcado pela extrema exploração dos empresários da terra e pela miserabilidade do camponês, resolveu, com muita coragem e esperança, junto com outros trabalhadores criar uma associação que representasse os camponeses.


A primeira reivindicação foi um caixão, pois os camponeses sequer tinham condições de enterrar seus mortos, pegavam emprestado um ataúde na prefeitura da cidade. Por essas e outras reivindicações a associação passou de um grupo para milhares, chegou a contar com mais de vinte mil camponeses. Os latifundiários ao notarem a organização dos trabalhadores resolveram agir. Em um país sem lei, João Pedro foi assassinado por policiais a mando dos coronéis do sertão em dois de abril de 1962, levou três tiros pelas costas, o mandante do crime nada sofreu, todavia as idéias de João Pedro já estavam semeadas. Elisabeth Teixeira, sua esposa continuou a luta, junto à associação. Ela teve com João onze filhos, três foram assassinados e uma de suas filhas se suicidou, pois não agüentou ver sua mãe ir presa brutamente por policiais. A repressão piorou com o golpe militar em 1964, os dirigentes da associação foram perseguidos, presos e torturados de forma indiscriminada, por existir um suposto núcleo comunista em Sapé, algo que nunca existiu. Elisabeth teve que mudar de identidade e de cidade, foi para São Rafael - Rio Grande do Norte para não morrer, ficou dezessete anos na clandestinidade, sem ver seus filhos crescerem, pois não tinha condições de criá-los.


Ela não desistiu, com o ensino primário incompleto, ensinava crianças pobres a ler e a escrever em um casebre improvisado pelos moradores e também participava do sindicato local. Elisabeth continua na luta, através de palestras no MST, nas universidades de todo o país e nas passeatas pela reforma agrária.


As histórias de vida dessas pessoas devem servir como incentivos às lutas diárias contra as explorações. As transformações de um país se fazem pelas mudanças de hábitos dos indivíduos que compõem a nação, indiferente de sua escolaridade, idade, sexo, religião, cultura e etnia.
Lembro o saudoso Paulo Freire que escreveu “Na história se faz o que se pode e não o que se gostaria de fazer. Uma das grandes tarefas políticas que se deve observar é a perseguição constante de tornar possível amanhã o impossível de hoje".

Israel A. Gonçalves é professor de História. E-mail: educa_isra@yahoo.com.br

40 anos sem Che

Jornada 40 anos sem CHE

dia 04/10 - quinta-feira - 19h

Filme - Diário da Motocicleta

Local: CDH(rua Placido Olimpio de Oliveira, 660 - Bucarein)

dia 05/10 - sexta - 19h

Papo Cabeça - CHE, Juventude e Socialismo

Jeferson Forest - Juventude PT (Blu) e Robson Cunha - Juventude PDT (Jlle)

Local: Gabinete Dep. Carlito (av. Procopio Gomes, 558 - Bucarein)

dia 06/10 - sábado - 11h30

Encontro com CHE na PraçaMúsica, teatro e mística

Local: Praça do Mercado

Organização: Secretaria de Movimentos Populares do PT

Contatos: 8829-6510 (Douglas) 8819-8876 (Alex) 8827-5468 (Vilmar)

Palestra Direitos Animais: a última fronteira ética - o CALHEV recomenda!

Com o intuito de fomentar o diálogo sobre a ética com relações aos animais, o Instituto de Pesquisas Interdisciplinares para a Paz - InterPaz e a Sociedade Mundo Vegan promovem no próximo dia 6 de outubro a palestra de Laerte Levai, cujo tema é Direitos Animais: a última fronteira ética . O palestrante é Promotor de Justiça em São José dos Campos - SP, onde atua a favor dos direitos animais. É autor do livro Direitos dos Animais e de diversos artigos sobre o tema.

No local, os participantes serão contemplados com a exposição de obras de arte do pintor Fabrício Macedo Silva, promovida pelo InterPaz e pelo Vincianos de Joinville .

Local: Câmara de Vereadores de Joinville - Rua Hermann August Lepper, 1100 Bairro Saguaçú
Horário: 16h
Entrada Franca

Após a palestra, convidamos todos a saborear um delicioso jantar vegano e com alimentos orgânicos!

Local: Restaurante Empórium - Rua do Príncipe, 777 Centro
Horário: 19h
Valor: R$ 12,00
Reservas para o jantar podem ser feitas com Daniela pelo e-mail
dani_rosendo@terra.com.br ou pelo telefone (47) 99354483.

Cordialmente,
Sociedade Mundo Vegan

E agora, José?

A exposição passou, novos projetos...mas o blog não pode parar! Logo teremos o material da exposição disponível aqui!

Enquanto isso, a vida segue!

E nós continuamos pedindo! Mas desta vez é um pedido que estamos fazendo por outra pessoa, sempre com um bom motivo!

O Departamento está arrecadando, juntamente com o ex-aluno José Teixeira Chaves livros de Literatura e Literatura-infanto-juvenil para o ex-aluno Flávio Sprícigo está morando e lecionando em Rondônia, e a escola ainda não tem biblioteca. A Eucatur (empresa de ônibus que vai de Jlle à RO) levará os livros sem custo.

Portanto, leve ao Departamento sua colaboração até dia 5!

Está em cima da hora, mas você ainda pode colaborar! Nós também vamos!