quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Futebol de Encerramento do Ano!

Colocamos no blog também para reforçar o convite para o Futébas de encerramento do ano do CALHEV, que será neste sábado, a partir de meio dia, na casa do Alison do 3º ano, o endereço do condomínio do Alison é Rua Arquiteto George Keller, nº215, no fim da rua, bem próximo do terminal do Iririu, no binário. O valor é R$ 10 por pessoa, é importante que paguem antes para A Aliuscha, pois ela irá ver o rango, e precisamos também, caso alguém pretenda comer carne, de alguém para preparar e assar. As bebidas podemos viabilizar na hora mesmo.

PARTICIPEM !!

É o CALHEV rumo ao movimento estudantil natalino!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

CURSO DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS


O Calhev está promovendo um curso, ou workshop sobre contação de histórias enquanto método de sala de aula, entre os dias 15 a 19 de dezembro, das 19 as 22:30 na Univille, o ministrante será Muriel Szym, produtor de arte e integrante do Grupo ROCA de Teatro.


As inscrições são R$ 5 e o curso será certificado pela Universidade.

Blogs do ministrante e seu grupo teatral:




CARTAS NO AN SOBRE O AUMENTO DAS MENSALIDADES

Mensalidades,

As chuvas foram o real motivo para que a Univille fizesse a reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) ser transferida para a parte da manhã (4/12) e não mais à noite? Nesta reunião, supõe-se decidir qual seria a porcentagem de aumento das mensalidades no ano seguinte (já estipulado em cerca de 7%). Fugiram às manifestações contrárias ao aumento ou, então, ficaram com medo de escuro?
Eduardo Bez
Joinville

A resposta:
Mensalidades
Em resposta às dúvidas manifestadas ontem neste espaço por Eduardo Bez, a reitoria da Univille afirma que a reunião do Conselho de Administração e do Conselho Universitário (e não do Cepe), que tem na pauta a decisão sobre o reajuste das mensalidades, já estava agendada para a manhã de ontem desde o início do ano, conforme calendário anual, portanto, não foi transferida.O período da manhã foi escolhido porque na noite do mesmo dia já estava agendada reunião do Conselho Gestor Consultivo em São Bento do Sul, também conforme o calendário. Todas as reuniões são presididas pelo reitor.
Adriana Zoch
Assessoria de imprensa da Univille

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

DIVULGANDO CICLO DE DEBATES DE DIREITOS HUMANOS


Cartaz de Divulgação do Ciclo de Debates de Direitos Humanos, do Centro de Direitos Humanos de Joinville. PARTICIPE!

(clique na imagem para visualizar em maior resolução.)

IMAGENS DA PALESTRA COM ALESSANDRA





Imagens do evento da ultima quarta-feira: Palestra/Debate com Alessandra Bernardino, do Movimento de Consciência Negra Brasil Nagô, e apresentação de Hip Hop.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

PALESTRA / DEBATE - TRAÇOS CULTURAIS AFRO BRASILEIROS


estamos realizando hoje, das 19 as 20:30, no Anfi I, em frente à livraria Midas, uma palestra / debate com Alessandra Cristina Bernardino, presidente do Movimento de Consciência Negra Brasil Nagô de Joinville, sobre "traços culturais afro-brasileiros" e em seguida, no horário de intervalo, apresentações culturais com um grupo de Hip-Hop.


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Mais Cartas no AN e publicação na Revista Digital do Bom Jesus, sobre a situação do DCE. Houve também cobertura do Jornal Notícias do Dia na Assembléia e na sexta saiu uma matéria explicando a situação. Logo a Ata da Assembléia.
"Nesta quinta-feira (20/11), a partir das 20 horas, ocorrerá na Univille uma assembléia geral dos estudantes. É de fundamental importância que todos os acadêmicos participem, em função dos últimos acontecimentos, como a tentativa de golpe por parte da última diretoria do DCE Univille.A assembléia é um espaço democrático e de discussão: todos os alunos terão direito a voz e voto. Nela pretende se discutir e deliberar sobre a próxima gestão do DCE, a reformulação do estatuto e o aumento abusivo da mensalidade, estipulado em 10,66%.
Bruno Bello
Joinville"
Matéria na Revista do Bonja:

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Cartas na Imprensa sobre a atual situação do DCE UNIVILLE

Segue as cartas enviadas nos ultimos dias ao Jornal A Notícia, sobre a atual situação do DCE UNIVILLE:
DCE Univille
O Diretório Central dos Estudantes (DCE Univille) deveria passar pelo processo eleitoral, mas a falta de compromisso e organização e mudanças às pressas do estatuto da entidade representativa levaram à presente situação. A pergunta que fica no ar: toda a enrolação será uma maneira de desarticular a organização de uma chapa realmente criada no seio do movimento estudantil, fazendo uma força política não-partidária amparada nas necessidades dos estudantes?
Maikon Jean Duarte
Joinville
13/11/2008
_________
DCE Univiile

Sexta-feira, graças à pressão estudantil, o presidente do Diretório Central dos Estudantes da Univille, Carlos Gehlen, renunciou ao cargo para o qual foi regularmente eleito – mas aqui a regularidade não é sinônimo do que é justo, ético e democrático.
De fato, pelo atual estatuto, o acadêmico tinha o direito de continuar sendo o representante máximo dos alunos, isso porque a mesa composta pelos cursos da Univille mais três indicados do DCE consideraram que, por nove votos a seis – naquele universo de 8 mil estudantes –, poderiam eleger o novo (ou velho) representante dos alunos.
Os manifestantes presentes sabiam que não havia ilegalidade; na verdade, isso só caracterizou que Carlos Gehlen personificava um estatuto ditatorial, elaborado pela atual gestão para dar plenos poderes aos que já o detêm. Nesses casos, a legalidade caracteriza o meio corrupto pelo qual já se fez política ao longo da história; basta lembrar que o AI-5 foi legal em seu tempo.

Bruno Bello
Joinville
17/11/2008
___________
DCE da Univille
A gestão do último Diretório Central dos Estudantes da Univille encerra-se sexta hoje e não cabe mais ao espaço acadêmico o referencial às práticas democráticas, simplesmente porque não ocorrerá eleição direta.
A prova disso não está na eleição em si, mas no fato de que muitos acadêmicos não sabem de tal processo e muito menos que foi aprovado um estatuto que regulamenta essa situação.Vale lembrar que o estatuto não foi aprovado por assembléia, mas por um plebiscito com participação de 10% dos alunos em um universo de 8 mil – representatividade? Para a atual gestão, que utiliza o e-mail como principal meio de comunicação para divulgar – ou não – suas ações, os 10% representam a falta de interesse que possibilitou ao DCE fazer-se, autoritariamente, a voz dos estudantes.
Bruno Bello
Joinville
14/11/2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Contra a anti-democracia do DCE







Acima imagens do acontecido na ultima sexta: a mobilização do pessoal, a queima do estatuto e o edital de assembléia.

Pra entender:

Na ultima sexta-feira, no DCE da UNIVILLE, ocorreu o processo eleitoral que definiu a no mesa diretora do CEE - Conselho de Entidades Estudantis (Concelho dos CAs, mais o DCE).

Essa mesa diretora, segundo o novo estatuto do DCE definiria como se daria a "eleição" da mesa diretora do DCE para uma gestão provisória de apenas seis meses. Acontece que segundo o novo estatuto, mal discutido e aprovado às escuras, o DCE tem três indicações no CEE, e surpreendentemente, todas as decisões eram democraticamente eleitas em favor da situação por estes três votos.

Frente a isso, estudantes de geografia, história, letras, artes, design, psicologia, educação física, engenharia mecânica, dentre outros cursos, se manifestaram e frente à pressão, o ex-Presidente do DCE (e com pretensões de ser vitalício no DCE e na Univille), que havia sido eleito por suas indicações (democrático, não?) Renunciou e deixou o diretório provisóriamente nas mãos do CEE, já que sua gestão expirou. Frente a isso, foi aprovada a realização de uma assembléia geral, para definir a eleição do DCE, e os pontos que dão margem a arbitrariedades ridículamente anti-democráticas do estatuto do DCE.

A assembléia será as 20:30, no Hall do Bloco A, em frente à Livraria Midas na quinta-feira, dia 20 de novembro. Participe e Ajude a Divulgar!!! pela democracia e defesa real dos interesses e necessidades dos estudantes e contra o uso da Entidade DCE para fins partidários e de interesse pessoal!

domingo, 9 de novembro de 2008

SEMANA DE CURTAS - CHAPOLIN COLORADO


Na próxima semana acontecerá a segunda semana de curtas da atual gestão do CALHEV. Segue o cartaz:

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

RELAÇÃO DE TEXTOS DISPONÍVEIS - BANCO DE TEXTOS DO CALHEV

Foi inaugurado o banco de textos, quem quiser emprestar algum material informe-se com alguém do CALHEV!

(clique no título da postagem para visualizar a lista completa)

RELAÇÃO DE TEXTOS DISPONÍVEIS
CALHEV – CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE HISTÓRIA EUNALDO VERDI
GESTÃO 5 DE MAIO

CÓDIGO
AUTOR
TÍTULO


ANARQUISMO

ANA001
Desconhecido.
O “verdejar” do ser: o movimento ambientalista.
ANA002
BIONDI, Luigi.
Anarquia e movimento anarquista.
ANA003
ORTELLADO, Pablo.
Um movimento heterodoxo.
ANA004
BOOKCHIN, Murray
Grupos de afinidade.
ANA005
JOYEUX, Maurice
Auto gestão, gestão operária, gestão direta.
ANA006
Desconhecido.
As máscaras e o Black Bloc: a história pré-Seattle
ANA007
BOOKChin, Murria.
Autogestão e tecnologias alternativas.
ANA008
SPOONER, Lysander.
Sobre a democracia representativa.
ANA009
MALATESTA, Errico.
A política parlamentar no Movimento socialista.
ANA010
VILAIN, Eric.
A questão econômica.
ANA011
Coletivo CMI
CMI na Rua – julho / 2004.
ANA012
Coletivo CMI
CMI na Rua – 01/07/2004.
ANA013
Coletivo CMI
CMI na Rua – 02/07/2004.
ANA014
Coletivo CMI
CMI na Rua – 06/07/2004.
ANA015
Coletivo CMI
CMI na Rua – 29/07/2004.
ANA016
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 11/11-2003
ANA017
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 01 / 02 – 2004.
ANA018
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 07/08 – 2003.
ANA019
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 03 / 04 – 2004.
ANA020
Coletivo Domingos Passos – Insurgentes.
Boletim Informativo – 16/11/2003.
ANA021
Coletivo Conversas Libertárias
Boletim informativo – julho 2004.
ANA022
Desconhecido.
Teses sobre a revolução cultural.
ANA023
Desconhecido.
Textos da “iNternacional Situacionista – 1964.
ANA024
GEBORD, Guy.
Introdução à uma crítica da geografia urbana
ANA025
TROTSKY, Leon.
O que é a objetividade histórica.
ANA026
ALBANESE, Spezzano.
Nascimento do FMB.
ANA027
FREEMAN, Jo.
A tirania das organizações sem estrutura.
ANA028
CORREA, Felipe.
A crise política do país – uma visão anarquista.
ANA029
DOLGOFF, Sam.
Sociedades complexas precisam do anarquismo.
ANA030
Coletivo Cambate Anarquista.
Boletim mensal – junho 2004.


CIÊNCIAS SOCIAIS

CSO001
CUCHE, Denys
Cultura e Identidade in A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru:EDUSC. 1999.
CSO002
MATTA, Roberto
A Antropologia no quadro das Ciências. In Relativizando: Uma Introdução a Antropologia Social. 5ª Ed RJ:Rocco, 1997.
CSO003
MORAES, Roque
Fenomenologia: Uma Introdução
CSO004
SANTOS, Bernadete
Cultura Pré Histórica da Ilha de Santa Catarina
CSO005
XAVIER, Uribam
Neoliberalismo como Visão e Mundo In Universidade e Sociedade
CSO006
ARIES, Philippe; DUBY, Georges
Onde A Vida Pública era Privada in História da Vida Privada I. São Paulo: Cia das Letras, 1990
CSO007
JIMENEZ, Marc
Nietzsche e o Espelho Grego In O Que é Estética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
CSO008
BAGDIKIAN, Bem H.
A Rede Sem Fim in O Monopólio da Mídia.
CSO009
GUARESHI, Pedrinho A.
Ética e Meios de comunicação in Comunicação e Poder
CSO010
L. M. Álvaro
A Liberdade in O Que é Ética
CSO011
BORNHEIM, Gerd
O Sujeito e a Norma
CSO012
GUARESHI, Pedrinho A.
Enfoques Críticos ao Estudo da Comunicação in Comunicação e Poder
CSO013
DELEUZA, Gilles
Controle e Devir in Conversações. Ed. 34
CSO014
Desconhecido
Fordismo e Pós-Fordismo
CSO015
VIRILIO, Paul (Entrevista)
Os Motores da História
CSO016
Desconhecido
Comunicação e Contexto Social
CSO017
KUMAR, Krishon
Modernidade e Pós-Modernidade II: A Idéia da Pós-Modernidade in Da Sociedade Pós-Industrial a Pós-Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.
CSO018
CALDAS, Waldenyr.
As duas Versões da Cultura de Massa in Cultura de Massa e Política de Comunicação.
CSO019
WEBER, Max
Ciência e Política das Vocações
CSO020
GARCIA, Nelson Jahr
O Que é Propaganda Ideológica. 10ª Ed. SP.Editora Brasiliense. 1992
CSO021
MARX, Karl
Fundamentos da História in Sociologia. 6ª Ed
CSO022
MORIN, Edgar
Epistemologia da Complexidade in Novos Paradigmas, Cultura e Subjetividade
CSO023
HABERMAS
Arte e Revolução em Herbert Marcuse In Sociologia.
CSO024
LÖWI, Michael
Ideologias e Ciências Sociais: Elementos Para uma Análise Marxista 3ª São Paulo: Cortez. 1985
CSO025
LÖWI, Michael
Positivismo in Ideologias e Ciências Sociais: Elementos Para uma Análise Marxista 3ª São Paulo: Cortez. 1985
CSO026
POPPER, Karl
A Lógica das Ciências Sociais
CSO027
Psicologias
A Multideterminação do Humano: Uma Visão Psicologia
CSO028
Psicologias
A Psicologia Social
CSO029
SFEZ, Lucien
Nascimento do Tautismo in Crítica da Comunicação Social. São Paulo: Loyola, 1994.
CSO030
LIVIA, A. R.
A Atividade Consciente do Homem e Suas Raízes Histórico-Sociais
CSO031
JIMENEZ, Marc
A Heteronomia e Suas Ambigüidades in O que é Estética? São Leopoldo: UNISINOS, 1999
CSO032
MELO, José Marques
Aldeia Global e Cultura Impressa: As Teses de McLuhan
CSO033
Desconhecido
Economia Política in História das teorias de Comunicação
CSO034
CANCLINI, Nestor Garcia
O Consumo serve para pensar in Consumidores e Cidadãos. Rio de Janeiro: UFRJ, 1995.
CSO035
LECHNER, Norbert
Os desafios políticos das mudanças culturais sob a democracia in Novos Estudos Cebrap Nº 68
CSO036
LAKATOS, E. M.
Classes Sociais in Sociologia Geral
CSO037
Folha de S. P.
Biologia Permitirá Controlar o Comportamento Humano
CSO038
GUARESCHI, Neuza Maria; HOENISH, Julio César
Controle Social, alternativas de organização
CSO039
BOETIÉ, Etienne de la
Discurso da Servidão Voluntária. Civilização Brasileira: RJ, 1987
CSO040
PIERSON, Donald
Natureza Humana in Teoria e Pesquisa em Sociologia. São Paulo: Melhoramentos. 1948,1998.
CSO041
LECHNER, Norbert
Os desafios políticos das mudanças culturais sob a democracia in Novos Estudos Cebrap Nº 68
CSO042
CUCHE, Denis
Cultura e Identidade in A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru: Edusc, 1999
CSO043
MARCONI, Maria de Andrade
Cultura e Sociedade
CSO044
FIORI, José Luis
As Palavras e as Coisas
CSO045
Desconhecido
As Ideias fora de Lugar in A vencedor, as Batatas
CSO046
OLIVEIRA, Francisco Carlos
A Praia dos Naufragados e seus ocupantes na tentativa de se traçar um perfil
CSO047
HAUG, Wolfgang
A estética da mercadoria e sua origem na contradição da relação de troca in Critica da Estética da Mercadoria. São Paulo:Unesp, 1997.


DIDÁTICA

DID001
ABUD, Kátia Maria.
O livro didático e a historiografia.
DID002
BALDIN, Nelma.
A história e as orientações teóricas. In: A História dentro e fora da escola. Editora da UFSC.
DID003
BALDIN, Nelma.
Universidade, sociedade e educação: a relação necessária.
DID004
BALDIN, Nelma.
Curso de capacitação docente: O professor universitário.
DID005
WANDERLEI, Luiz Eduardo.
Compromisos filosóficos e políticos do docente. Nin: D’ANTOLA, Arlete. (org.) A Prática docente na Universidade.
DID006
KENSI, Vani Moreira.
Avaliação da aprendizagem. In: Repensando a didática. SP: Papirus, 1996.
DID007
EUGENIA, M ; CASTAÑO, M.
Os objetivos da educação. In: Repensando a didática. SP: Papirus, 1996.
DID008
NADAI, Elza.
O ensino da história e a “pedagogia do cidadão.”
DID009
PEREIRA, Marco Aurelio.
O gibi como recurso didático.
DID010
MASINI, Hélice F. S.
Enfoque fenomenológico de pesquisa em educação.
DID011
Desconhecido.
Projeto educativo
DID012
Desconhecido.
A avaliação do ensino-aprendizagem.
DID013
VASCONCELLOS, Celso dos S.
Planejamento – plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. In: Cadernos pedagógicos Libertad.
DID014
PINSKY, Jaime.
Nação e ensino de história no Brasil.
DID015
Desconhecido.
Projeto sobre ética.
DID016
Estado de Santa Catarina.
Proposta Curricular de História – SC.
DID017
TAMANINI, Elisabete.
Descobrir, coletar, preservar: aspectos da história dos museus. In: TAMANINI, Elisabete. Cadernos do CEON. Chapecó, v14, n.12, dez / 2000.


ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO

EFE001
Desconhecido.
30 anos depois: grandezas e misérias do ensino no Brasil – Capítulo I – Histórico.
EFE002
Desconhecido.
Escola e sociedade do conhecimento.
EFE003
ALVES, Judith Alda
O Planejamento de pesquisas qualitativas em educação. UFRJ Caderno de Pesquisa – SP, 1991.
EFE004
SCHWARTZ, Norberto.
Estrutura e funciomanento do Ensino – noções de direito.
EFE005
CAÍMI, Flávia Eloísa.
Os caminhos da história como disciplina escolar: situando algumas questões (cap I). In: Conversas e controvérsias: o ensino de história no Brasil (1980-1998).
EFE006
MONTEIRO, José Lemos.
Educação brasileira: mito e realidade. PoA, 1980.
EFE007
Desconhecido
Quadro comparativo das novas constituições.
EFE008
Desconhecido
Ficha de leitura (02)
EFE009
BINZ, Jussara Ferreira.
Ensino Supletivo: estrutura, organização e desenvolvimento no RS.
EFE010
Desconhecido
Características organizacionais do ensino de 2º grau.
EFE011
Desconhecido.
Organização Curricular e seus componentes.
EFE012
PIAGET, Jean.
Desenvolvimento Cognitivo.


LIVROS ENCADERNADOS

ENC001
CUNHA, Luiz Antônio.
A universidade temporã. RJ: Ed. Francisco Alves, 1986.
ENC002
SABINO, Fernando.
O outro gume da faca. SP: Ed. Ática, 1997.
ENC003
MÉSZÁROS, Istavàn
Produção destrutiva e estado capitalista. SP: Ed. Ensaio, 1996.
ENC004
RAMONET, Ignácio.
Geopolítica do Caos. RJ: Vozes, 1998.
ENC005
Desconhecido.
Seleção de textos de História Moderna.
ENC006
ALVES, Rubem.
A escola com que sempre sonhei. Sem imaginar existir. SP: Papirus, 2002.
ENC007
CANDAU, Vera Maria.
Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisas. RJ: DP&A, 2000.
ENC008
BAHIA, Juarez.
Jornal, história e técnica: as técnicas do Jornalismo. SP: Ática, 1990.
ENC009
AZEVEDO, Maria L. M.
Alfabetização hoje. Fundamentos teóricos da alfabetização.
ENC010
FILHO, Eduardo Sucupira.
Introdução ao pensamento dialético. SP: Ed. Alfa-Ômega, 1991.
ENC011
RODRIGUES, Leôncio Martins.
Sindicalismo e classe operária. (1930-1964) In: História Geral da Civilização brasileira. RJ: Bertrand Brasil, 1995.
ENC012
GENTILI, Pablo.
Cultura, política y currículo: Ensaios sobre la crisis de la escola pública.
ENC013
CAMPOS, Edmundo.
Sociologia da Burocracia. RJ: Zahar.
ENC014
MARX, Karl.
Manuscritos econômico filosóficos.
ENC015
Desconhecido.
Textos relacionados à sala de aula – ECS.


FILOSOFIA

FIL001
ADORNO, T.W.
A Industria Cultural
FIL002
GRAMSCI, Antonio
A Construção de uma Nova Hegemonia
FIL003
CHAUÍ, Marilena
Brasil – Mito Fundador e Sociedade Autoritária
FIL004
HADDAD, Fernand
Neonazismo e multiculturalismo
FIL005
CARRASCO, Alexandre de Oliveira; FURTADO, Joaci Pereira
Entrevista com Marilena Chauí
FIL006
BOCAYUVA, Izabela Aquino
Razão e Criação: Antagonismo e Similitude na Dialética do Esclarecimento de Adorno e Horkheimer
FIL007
CHAUÍ, Marilena
Merleau-Pounty: Obra de Arte e Filosofia
FIL008
BAUER, Cibele
A Lnguagem Figurada em Ana Maria César
FIL010
SANTOS, Milton
A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo. Razão e Emoção
FIL011
TEIXEIRA, Francisco José Soares
O Sistema Hegeliano in Economia e Filosofia no Pensamento Político Moderno
FIL012
MARCONDES, Danilo
A Formação do Mundo Ocidental
FIL013
Desconhecido
Resposta a Pergunta: Que é “esclarescimento”?
FIL014
ADORNO, T.W
Educação Após Auschwitz
FIL015
CHAUÍ, Marilena
Público, Privado, Despotismo
FIL016
MARCONDES, Danilo
As Origens in Introdução a História da Filosofia
FIL017
CHAUÍ, Marilena
Conformismo e Resistência
FIL018
ADORNO, T.W.
O Ensaio como Forma
FIL019
ASSMANN, Selvino José
Globalização como Fato e Ideologia in Revista de Política e Cultura Ulysses
FIL020
Kant, Immanuel
A Paz Perpétua e Outros Opúsculos. Lisboa: Edições 7.
FIL021
EPICURO
Vida e Obra
FIL022
BOBBIO, Norberto; BOVERO, Michelangelo
Sociedade e Estado na Política Moderna. São Paulo: Brasiliense
FIL023
BOBBIO, Norberto
Teoria da obrigação in Direito e Estado no Pensamento de Emanuel Kant. Editora da Universidade de Brasilia
FIL024
ASSMANN, Selvino José
Os Sofistas
FIL025
ASSMANN, Selvino José
A Filosofia Contemporânea: Alguns Exertos
FIL026
ASSMANN, Selvino José
Immanuel Kant
FIL027
ASSMANN, Selvino José
Estoicismo e Helenização do Cristianismo in Revista de Ciências Humanas Nº15 Março 1994
FIL028
Matos, Olgária
Materialismo e Moral in A Escola de Frankfurt: Luzes e Sombras do Iluminismo. São Paulo: Editora Moderna
FIL029
FLICKINGER, Hans Georg; NEUSER, Wolfgang
A Teoria de Auto-Organização. Porto Alegre: EDIPUCRS. 1994
FIL030
ANTISER, Dario; REALE, Giovanni
John Locke e a Fundação do Empirismo Crítico in Historia da Filosofia. São Paulo: Paulus,1990.
FIL031
DESCARTES, René
Discurso do Método in Os Pensadores. SP: Nova Cultural, 1988
FIL032
Desconhecido
Aristóteles e Platão
FIL033
SILVA, Juremir Machado
Derrida Desconstrói o Esqueleto Marxista
FIL034
Desconhecido
Manuscrito de Filosofia
FIL035
SARTRE, Jean Paul
O Existencialismo é Um Humanismo
FIL036
DESCARTES, René
Meditações
FIL037
PLATÃO
Protágoras
FIL09
BENJAMIN, Walter
O Narrador


HISTÓRIA DA ÁFRICA E ÁSIA

HAA001
MACKENZIE, J. M.
A Partilha da África 1880-1900
HAA002
RIBEIRO, Darcy
A Revolução Mercantil


HISTÓRIA DA AMÉRICA

HAM001
Desconhecido
A economia e a sociedade rural na América do sul Espanhola no período colonial. In: As estruturas econômicas e sociais: A América Espenhola. Cap. 05.
HAM002
Claudio Perani entrevista Frei Beto.
Democracia na América Latina. Cadernos do CEAS , n. 147. Setembro / outubro, 1993.
HAM002
PERANI, Cláudio
Democracia na América Latina: Entrevista com Frei Beto. Cadernos do CEAS – Centro de Estudo e Aça Social nº147. Setembro/outubro 1993.
HAM003
FAVRE, Henri
A civilização Inca. RJ: Jorge Zahar, 1990.
HAM004
SYRETT, Harold. (org)
Documentos históricos dos EUA. SP: Cultrix, 1980.
HAM005
VAINFAS, Ronaldo.
Economia e sociedade na América Espanhola. RJ: Graal, 1984.
HAM006
Desconhecido.
O Movimento para a independência.
HAM007
SOUSTELLE, Jacques.
A civilização Asteca. RJ, Zahar, 1987.
HAM008
CAMPOS, Raymeundo.
História da América. A Civilização Espanhola.
HAM009
Desconhecido
A Crise Geral das culturas americanas.
HAM010
MOTTA, Carlos Guilherme.
História de um silêncio: a guerra contra o Paraguai (1984-1870) 130 anos depois.
HAM011
GENNARI, Emilio.
As comunidades zapatistas escreveram a história.
HAM012
BETHELL, Leslie
A População da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM014
BETHELL, Leslie
O Desenvolvimento Urbano da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM015
BETHELL, Leslie
A Economia e a Sociedade Rural da América do Sul Espanhola no Período Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM016
BETHELL, Leslie
Aspectos da Economia Interna da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM017
BETHELL, Leslie
As Sociedades Indígenas Sob o Domínio Espanhol
HAM018
BETHELL, Leslie
A Literatura e a Vida Intelectual na América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM019
RIBEIRO, José Hamilton
De Cabeza de Vaca a cabeça-debagre
HAM020
VAINFAS, Ronaldo
Colonialismo e Idolatrias: Cultura e Resistência Indígenas no Mundo Colonial Ibérico
HAM021
BETHELL, Leslie
A Mineração na América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM022
MORAGA, H.G.
O Estado nas Sociedades dependentes. Lisboa:Presença. 1977
HAM023
WEFFORT, Francisco C.
A América Errada (Notas sobre democracia e a modernidade na América Latina em Crise) in Lua Nova: Revista de Cultura e Política Nº21
HAM024
PERGALLI, Enrique
A destruição das Altas Culturas: Civilizaçã contra a Barbárie in A América que os Europeus Encontraram, 12 Ed. São Paulo: Atual, 1994.
HAM025
SOLA, José Antônio
Os Índios Norte-Americanos: Cinc Séculos de Luta e Opressão. São Paulo:Moderna1995
HAM026
HUBERMAN, Leo
O Norte Manufatureiro in Historia da Riqueza dos EUA. 4ªed. São Paulo: Brasiliense, 1987
HAM027
PRADO, Mª Ligia
A Formação das Nações Latino-Americanas.
HAM028
KUNZE, José Dionicio
A Agroindústria Artesanal Familiar do Município de Joinville
HAM029
KARNAL, Leandro.
Estados Unidos: A Formação da Nação


HISTÓRIA ANTIGA

HAN001
CHILDE, V. Gordon
A Revolução Urbana na Mesopotâmia. In: O que aconteceu na História. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. (pg94-118).
HAN002
CHILDE, V. Gordon
A Revolução Urbana. In: PINSKY, Jaime. Modos de Produção na Antiguidade. São Paulo: Global, 1982. (pg25-59)
HAN003
LISSNER, Ivar
Fenícia, gente sempre apressada. In: Assim Viviam nossos Antepassados. Belo Horizonte: Itatiaia, 1968. (pg93-119)
HAN004
SARAIVA, Javier
O Caminho de Israel. (Os fatos da História de Israel em 8 etapas). São Paulo: Paulinas, 1994.
HAN005
Desconhecido
Os Hebreus.
HAN006
PINSKY, Jaime
As primeiras Civilizações. 20ª edição. São Paulo: Contexto, 2001.
HAN007
PESSANHA, José Américo Motta.
As delícias do Jardim.
HAN008
PIETTRE, Bernard.
A Grécia Antiga. In: PIETTRE, Bernard. A República – livro VII.
HAN009
PINSKY, Jaime.
Os Hebreus. PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. Cultura e civilização: egipcios, mesopotámicos e hebreus. A divisão sexual do trábalo. SP: Atual, 1987.
HAN010
PINSKY, Jaime.
Mesopotâmia. PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. Cultura e civilização: egipcios, mesopotámicos e hebreus. A divisão sexual do trábalo. SP: Atual, 1987.
HAN011
LEHMANN, Henri.
Introdução: as civilizações pré-colombianas. LEHMANN, Henri. As civilizações pré-colombianas. RJ: Bertrand Brasil, 1990.
HAN012
ARIES, PHILIPPE ; DUBY, Georges
Trabalho, ocio. In: ARIES, PHILIPPE ; DUBY, Georges. História da vida privada I. SP: Cia das Letras, 1990.
HAN013
GRIMAL, Pierre.
CONCLUSÃO. In: GRIMAL, Pierre. A Civilização Romana. Lisboa: edições 70, 1993.
HAN014
VERCOUTTER, Jean.
O Egito no tempo e no espaço. VERCOUTTER, Jean. O Egito Antigo. SP: Difel, 1993.
HAN015
FUNARI, Pedro Paulo.
Quem eram os gregos? FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. SP: Contexto, 2001.
HAN016

A Experiencia religiosa. In: CAHILL, Thomas, A Dádiva dos Judeus. RJ: Objetiva, 1999.
HAN017
Desconhecido.
História da Vida Privada: A Antiguidade tardia. O Elitismo Pagão.
HAN018
Virgílio
Excertos de Eneida.
HAN019
LEONI, G. D.
A época de Augusto. In: LEONI, G.D. A Literatura de Roma. SP: Nobel, 1954.
HAN020
Thomás de Aquino.
As doutrinas políticas durante a segunda fase das lutas entre o papado e o imperio. As comunas e os domínios senhoriais.
HAN021
Desconhecido.
Retorno aos pré-socráticos.
HAN022
Desconhecido.
Platão (-427 – 347): Da republica as leis. A cidade Estado.


HISTÓRIA DA ARTE

HAR001
OLIVEIRA, Mirtes Cristina
Viajando pelo modernismo. Material instrucional da Videoteca Arte na Escola.
HAR002
Desconhecido
Realismo e impressionismo. (capítulo II) In: História da Arte.
HAR003
Desconhecido
A pintura e a escultura no século XX (capítulo IV) In: História da Arte.
HAR004
BRETON A.
Manifesto do Surrealismo.
HAR005
BENJAMIN, Walter.
O surrealismo.
HAR006
HEIDEGGER, Martin.
Trecho de “A origem da obra de arte”. In: DUARTE, Rodrigo (org.) O belo autônomo. Belo Horizonte: UFMG, 1999.
HAR007
BENJAMIM, Walter.
A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. RJ: Paz e terra, 1990.
HAR008
CARRASCOSA, João.
A arte e a técnica de criar ambientes em indústrias.
HAR009
PARCHALK, Guinter.
Cor: Os sistemas de formação.
HAR010
GOLERG, Mécislas.
Projeto do novo teatro de arte.
HAR011
COPEAU, Jacques.
Apelo do teatro à poesia.
HAR012
COPEAU, Jacques.
O teatro do Vieux Colombier
HAR013
COPEAU, Jacques
Convite ao poeta cômico.
HAR014
Desconhecido.
Manifesto do Senhor Antipirina.


HISTÓRIA DO BRASIL

HBR001
BRUM, Argemiro.
A tentativa de um modelo de desenvolvimento Nacional e autônomo. In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR002
BRUM, Argemiro.
O desenvolvimento Jucelenista: “Cinqüenta anos em cinco” In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR003
BRUM, Argemiro.
O desenvolvimento Jucelenista: “Cinqüenta anos em cinco” In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR004
BRUM, Argemiro.
As contradições do desenvolvimeto In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR005
BRUM, Argemiro.
O Projeto Brasil Potência Mundial Emergente. In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR006
REZENDE, Antonio Paulo.
A tutela estatal (1928-1945) In: História do Movimento operário no Brasil (cap. 3)
HBR007
ALVES, Jucélia. Et all.
O contexto econômico da escravidão no Brasil.
HBR008
ALVES, Maria Helena M.
A criação do serviço nacional de informações. In: Estado e oposição no rasil (1964-1984) Petrópolis: Vozes, 1989.
HBR009
CHAUÍ, Marilena.
Cultura popular e autoritarismo. In: Conformismo e resistência. SP: Brasiliense, 1989.
HBR010
HOLLANDA, Sérgio Buarque de.
Raízes e rizomas do Brasil. In: VELOSO, Mariza & MADEIRA, Angélica. Leituras brasileiras: itinerários no pensamento social e na literatura. RJ: Paz e Terra, 1999.
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MENDONÇA, Sõnia Regina de.
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HBR012
Desconhecido
Uma palavra instável.
HBR013
CARVALHO, José Murilo de.
O Encobrimento do Brasil. Especial para a folha.
HBR014
BAUER, Cibele.
Crítica e recepção estética em três autoras na literatura brasileira pós-moderna.
HBR015
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HBR016
CAPELATO, Maria Helena.
Propaganda política e construção da identidade nacional coletiva.
HBR017
SEVCENKO, Nicolan
O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso. In: História da Vida privada no Brasil. V. 3. SP: Cia das Letras, 1998.
HBR018
NETO, Wenceslau Gonçalves.
Modernizações sem participação: transformações na política brasileira a partir dos anos 60. In: MARTINS Ismael de Lima et all. História e Cidadania. SP: Humanitas publicações (Anais do XIX Simpósio Nacional da ANPUH)
HBR019
WEHLING, Arno & WEHLING Maria José.
A economia colonial. In: Formação do Brasil Colonial. RJ: Nova Fronteira, 1994.
HBR020
JANCSÓ, Istúan.
A sedução da Liberdade: Cotidiano e contestação política no final do século XVII. In: NOVAIS, Fernando. História da Vida privada no Brasil. SP: Cia das Letras, 1997.
HBR021
YONAMAMI, Davi Kopenava & ALBERT, Bruce.
Descobrindo os brancos.
HBR022
FAUSTO, Boris.
A presença Inglesa. In: História Geral da Civilização Brasileira: o Brasil republicano. Vol. 3 SP: DIEFEL, 1983.
HBR023
COSTA, Emilia Viotti da.
Política de terras no Brasil e nos EUA. In: Da monarquia à república: momentos decisivos. SP, 1997.
HBR024
RODRÍGUEZ, José Honorio.
Vocabulário Político e social. In: Independência: revolução e contra revolução: a evolução histórica. RJ, 1975.
HBR025
LOPES, Maria I. V.
A institucionalização dos estudos de comunicação no Brasil
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Atividades com mapas de história 1: Brasil Colônia. São Paulo: FTD, 1994.
HBR027
Desconhecido
A reforma agrária na nova república. In: LISBOA, Teresa Kleba. A luta dos sem terra no oeste catarinense.
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Desconhecido
Primeira fase do desenvolvimento industrial (1980-1914). In: CUNHA, Idaulo José. Evolução Econômica-Industrial de Santa Catarina. Florianópolis: FCC, 1982. (pg. 78-117).
HBR029
THIAGO, Raquel S.
Fourier: utopia e esperança na península do Saí. Blumenau: Editora da FURB; Florianópolis: Editora da UFSC, 1995. (pg. 50-153).
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Desconhecido
A imigração alemã no século XIX. In: HERING, Maria Luiza R. Colonização e Indústria no Vale do Itajaí. O modelo Catarinense de desenvolvimento. Blumenau: Editora da FURB, 1987. (pg. 24-39).
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Desconhecido
A tentativa de um modelo de desenvolvimento nacional e autônomo (1930-1964) In: BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis: Vges, 1990. ( pg. 81-121).
HBR032
Desconhecido
O modelo de desenvolvimento associado e dependente: do “milagre” à crise. In: BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis: Vges, 1990. (pg. 149-175)
HBR033
Desconhecido
Portugal e Brasil no século do ouro. In: MAESTRI, Mário. Uma história do Brasil Colônia. (pg. 127-143).
HBR034
PETRONI, Maria Tereza Schorer
Imigração (cap.III).
HBR035
Desconhecido
Razões da Colonização do Sul do Brasil a partir de 1748. In: CARUSO, Mariléia Miteal; CARUSO, Raimundo C. Mares e longínquos povos dos Açores. Florianópolis: Insular, 1996. (pg. 53-61)
HBR036
DINIZ, Eli
O Estado Novo: estrutura de poder relações de classes. In: FAUSTO, B. (org.) 3 ed. São Paulo: Difel, 1986.
HBR037
WORSTER, Donald
Para fazer história ambiental.
HBR038
COELHO, Ilanil
Cotidiano Colonial: uma leitura da cultura material.
HBR039
Desconhecido
Texto base: As crianças no Brasil Colonial.
HBR040
Desconhecido
Sexualidade no Brasil Colônia: Moralidades e Preconceitos
HBR041
CAPELATO, Maria Helena Rolim
Estado Novo: novas histórias. In: FREITAS, Marcos Cezar de (org.). Historiografia Brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto. 1998.
HBR042
Desconhecido
Formação Econômica do Brasil: a tentativa de um modelo de desenvolvimento nacional e autônomo. ( 1930-1964).
HBR044
FURTAdo, Joaci Pereira
O mito da inconfidência mineira e as cartas chilenas.
HBR045
SORLIN, Pierre.
Indispensáveis e enganosas, as imagens, testemunhas da história. In: Estudos históricos. RJ v. 7 n. 13, 1994.
HBR046
KORNIS, Mónica Almeida.
História e cinema: um debate metodológico. In: Estudos históricos. RJ. V 5, n.10, 1992.
HBR047
Silva, Francisco C. T. Da.
A Modernização autoritária: do golpe militar à redemocratização. In: LINHARES, Maria YEDDA. História geral do Brasil. RJ: Campus.
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Silva, Francisco C. T. Da.
Brasil em direção ao século XXI In: LINHARES, Maria YEDDA. História geral do Brasil. RJ: Campus.
HBR049
Desconhecido.
Início da Agricultura.
HBR050
PESAVENTO, Sandra Jatahy.
O país transforma-se. In: A Revolução Federalista.
HBR051
PETRONE, Maria Thereza Schorer.
SP: a pequena propriedade como isca para atrair imigrantes. In: O imigrante e a pequena propriedade.
HBR052
Desconhecido.
África-América: Tráfico infernal. In: uma história do Brasil.
HBR053
MAZZEO, Antonio Carlos.
A penetração dos monopólios. In: Burguesia e capitalismo no Brasil.
HBR054
MONTEIRO, Duglas Teixeira.
Um confronto entre Juazeiro, Canudos e Contestado. In: História Geral da Civilização Brasileira.
HBR055
CARVALHO, José Murilo de.
A dialética da ambigüidade. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR056
CARVALHO, José Murilo de.
Os partidos políticos imperiais: composição e ideologia. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR057
CARVALHO, José Murilo de.
A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
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BIRO, Cali Regina.
Pontilismo: um projeto alternativo RS – 1889-1930. PoA, 1986.
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FAUSTO, Boris.
História do Brasil.
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MOZZEO, Antonio Carlos.
Burguesia e capitalismo no Brasil
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Caras e modos dos migrantes e imigrantes. In: História da vida privada no Brasil: Império: a corte a modernidade nacional. SP: Cia das Letras, 1997. v.2.
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ALENCASTRO, Luiz Felipe de. (org)
Vida privada e ordem privada no Brasil. In: História da vida privada no Brasil: Império: a corte a modernidade nacional. SP: Cia das Letras, 1997. v.2.
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A roupa nova do rei. In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998.
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SCHWARCZ, Lilia Moritz
A monarquia vai cair. In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998
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A organização das milícias patrimoniais. In: O minotauro imperial. SP: DIFEL, 1978.
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Balanço das transformações econômicas do século XIX. In: Brasil em perspectiva – corpo e alma do Brasil. RJ: Difel, 1978.
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Os partidos políticos imperiais: composição e ideologia. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
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BARROS, R. S. M.
Vida religiosa. In: Hollanda S. B. História Geral da Civilização brasileira. RJ: Bertrand Brasil, 1995
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FAORO, Raymundo.
Existe um pensamento político brasileiro? SP: Ática, 1994.
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SCHWARCZ, Lilia Moritz.
Um monarca Itinerante.In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998
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MOTTA, Carlos Guilherme da. (org.)
Introdução ao estudo da emancipação política do Brasil. In: Brasil em perspectiva – corpo e alma do Brasil. RJ: Difel, 1978.
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O imperador viajante: D. Pedro II redescobre o Brasil – Proposta educativa.
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CALDEIRA, Jorge (et. al.)
A carta-testamento de Getúlio Vargas. In: Viagem pela história do Brasil. SP: Cia. Das Letras, 1987.
HBR074
CARVALHO, José Murilo de.
Elites políticas e a construção do estado In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR075
Desconhecido.
O que é história oral? In: Manual de história oral.
HBR076
CAPELATO, Maria Helena Rolim.
Estado Novo: novas histórias.
HBR077
COELHO, Ilanil.
É proibido ser alemão: É tempo de abrasileirar-se – governo de Vargas e a Nacionalização em Joinville.
HBR078
NOVAIS, Fernando.
A crise do antigo sistema colonial. In: Portugal e Brasil na Crise do Antigo sistema colonial (1777-1808) SP: Editora Huatec, 1983.
HBR079
Desconhecido.
Economia escravista de agricultura tropical – séc. XVI e XVII In: Formação econômica do Brasil.
HBR080
QUEIROZ, Suely Robles.
A escravidão negra em debate. In: FREITAS, Marcos Cezar de. (org.) Historiografia Brasileira em perspectiva. Contexto, 1998.
HBR081
WEHLING, Arno; WEHLING, Maria.
O funcionário colonial entre a sociedade e o rei. In: PRIORE, Mary Del. Revisão do Paraíso. Ed. Campus. RJ, 2000.
HBR082
FALCON, Francisco.
A problemática Ibérica. In: A época pombalina (política econômica e monarquia ilustrada) Ática: SP, 1982.
HBR083
RUSSEL-WOOD, A. J. R.
Centros e periferias do mundo luso-brasileiro (1500-1808) Revista Brasileira de história ANPUH. SP. V. 18, n 36, 1998.
HBR084
CARDOSO, Ciro Flamariom.
A crise do colonialismo luso na América portuguesa (1750-1822) In: LINHARES, M. S. História Geral do Brasil. RJ: Campus, 1996.
HBR085
MATTOSO, Kátia.
Ser escravo no Brasil.
HBR086
VAINFAS, Ronaldo.
Inquisição, moralidades e sociedade colonial. In: Trópico dos pecados: moral, sexualidade e inquisição no Brasil. RJ: Campus, 1989.
HBR087
FURADO, Junia Ferreira; VENANCIO, Renato Pinto.
Comerciantes, tratantes e mascates. In: PRIORE, Mary Del. Revisão do Paraíso. RJ: Campus, 2000.
HBR090
BARRERAS, Maria José Lanziotti.
Processo de emancipação política do Brasil.
HBR091
SAES, Décio.
Introdução. In: A formação do estado burguês no Brasil. (1888-1891) 2 ed. RJ: Paz e Terra, 1990.
HBR092
BOSI, Ecléa.
Memória da Cidade: Lembranças Paulistas.
HBR093
GOÉS, Marta.
Matéria Istoé: sobre ser brasileiro.
HBR094
SALLUM, Brasílio; KUGELMAS, Eduardo.
O Leviatã acorrentado: a crise brasileira dos anos 80.
HBR095
PINTO, Virgilio Noya.
Alanço das transformações econômicas no séc. XIX. In: Brasil em perspectiva. SP: Difusão européia do livro, 1973.
HBR096
BITTENCOURT Circe.
As “Tradições nacionais” e o ritul das festas cívicas.
HBR097




HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA

HCO001
HABERMAS
A Família burguesa e a institucionalização de uma esfera privada referida à esfera pública. In: CANEBACCI, Massimo. (org.) Dialética da Família. Ed. Brasiliense, 1981.
HCO001
HABERMAS
A Família burguesa e a institucionalização de uma esfera privada referida à esfera pública. In: CANEBACCI, Massimo. (org.) Dialética da Família. Ed. Brasiliense, 1981
HCO002
Desconhecido
Globalização e caminhos alternativos para o desenvolvimento. In: ALCOFORADO, Fernando. Globalização. SP: Nobel, 1997.
HCO002
Desconhecido
Globalização e caminhos alternativos para o desenvolvimento. In: ALCOFORADO, Fernando. Globalização. SP: Nobel, 1997
HCO003
ALVES, Giovani
Nova Ofensiva do Capital, crise do sindiaclismo e as perspectivas do trabalho no Brasil nos anos noventa. In: TEIXEIRA, Francisco; OLIVEIRA, Manfredo (orgs.)
HCO003
ALVES, Giovani
Nova Ofensiva do Capital, crise do sindiaclismo e as perspectivas do trabalho no Brasil nos anos noventa. In: TEIXEIRA, Francisco; OLIVEIRA, Manfredo (orgs.)
HCO004
TEIXEIRA, F.; ALIES, G.; NETO, J. M.; OLIVEIRAS, ª M (orgs.)
Neoliberalismo e reestruturação produtiva: novas determinações do mundo do trabalho. SP: Cortez, 1996.
HCO005
FERREIRA, Oliveiros S.
Do liberalismo no Brasil. Revista USP, n. 17, 1993.


HISTÓRIA MEDIEVAL

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ANDERSON, Perry
O Contexto Germânico. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg117-157)
HME002
ANDERSON, Perry
O Modo de Produção Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg163-171)
HME003
ANDERSON, Perry
O Modo de Produção Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg163-233)
HME004
ANDERSON, Perry
A Dinâmica Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg204-234)
HME005
BARK, Willian Carroll
Epílogo sobre o passado e o Presente. In: Origens da Idade Média. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. (cap. 5 pg141-155)
HME006
BOURDÉ, Guy. MARTIN, Hervé
As Escolas Históricas. Tradução: Ana Rabaça. Portugal: Publicações Europa-América, 1983. (pg13-43)
HME007
DUBY, Georges
A Busca de Deus. In: A Europa na Idade Média. Tradução: Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1988. (pg23-39)
HME008
FRANCO JR, Hilário. ANDRADE FILHO, Rui de Oliveira
O império Bizantino. São Paulo: Brasiliense, 1985.
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FRANCO JR, Hilário
O (Pré) Conceito da Idade Média. In: A Idade Média: nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986. (pg17-24).
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FRANCO JR, Hilário
As Estruturas Eclesiásticas. In: A Idade Média: nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986. (pg105-125)
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ASSMANN, Selvino José
Notas Gerais Sobre a Renascença como Início da Modernidade.
HME012
FRANCO, JR. Hilário
O Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1986. (pg. 62-77).
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DELUMEAU, Jean
Tipologia dos Comportamentos Coletivos em Tempo de Peste. In: O Medo no Ocidente: 1300-1800 uma cidade sitiada. São Paulo: Cia das Letras, 1989. (pg. 107-150)
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DELUMEAU, Jean.
Heresia e Ordem Moral. In: O Medo no Ocidente: 1300-1800 uma cidade sitiada. São Paulo: Cia das Letras, 1989. (pg. 393-419).
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O Tempo, a Disciplina do Trabalho e o Capitalismo Industrial. In. SILVA, Tomaz Tadeu (org.). Educação e Prática Social: por uma teoria da formação humana. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. (pg. 44-93).
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RICHARDS, Jeffrey.
Sexo, Desvio e Danação: as minorias na idade média. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. (pg. 94-153).
HME017
LE GOFF, Jacques
O tempo de Trabalho na Crise do Século XIV: do tempo medieval ao tempo moderno. In: Para um novo conceito de idade média. (pg. 61-73).
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LE GOFF, Jacques
O Historiador e o Homem Quotidiano. In: Para um novo conceito de idade média. (pg. 313-323)
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PERNOUD, Régine
A Vida Quotidiana. In: Luz Sobre a Idade Média. Portugal: Europa-América, 1951. (pg. 165-195)
HME020
MENDONÇA, Sonia Regina
O Mundo Carolíngio. São Paulo: Brasiliense, 1985.
HME021
SCHUON, Frithjof
Compreender o Islão. Lisboa: Dom Quixote, 1989. (pg. 25-48).
HME022
SILVA, Zélia Lopes da
Astérix e a Dominação Romana. (pg. 232-246).
HME023
POWER, Eilemm
Bodo, o camponês: A vida no campo, nos tempos de Carlos Magno. In: Vida na Idade Média.
HME024
ECO, Humberto.
Era uma vez um milênio. O Estado de São Paulo. São Paulo, 13 de junho de 1999.
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BOURDÉ, Guy ; MARTÍN, Hervé.
História na Idade Média: a história cristã. In:BOURDÉ, Guy ; MARTÍN, Hervé. As escolas históricas. Trad. Ana Rabaça. Portugal: Pub. Europa-América, 1983.
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VAUCHEZ, André.
Gênese da Espiritualidade medieval (séc. XVIII – início séc. X). In: VAUCHEZ, André. A Espiritualidade na idade média ocidental. (Séc. VIII a XIII) RJ: Zahar, 1995.
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A busca de deus. In: DUBY, Georges. A Europa na Idade Média. Trad. Antonio de Pádua Danesi. SP: Martins Fontes, 1988.
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Virtudes Romanas e valores cristãos. In: DE BOX, Luiz Alberto. Idade Média: ética e política. EDIPUCRS, 1996.
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RICARDS ; JEFFREY.
Prostitutas. In: RICHARDS ; JEFFREY. Sexo, Desvio e Danação: as minorias na Idade Média. RJ: Zahar, 1993.
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FOLCAULT, Michel.
A Ostentação dos Suplicios. In: FOULCAULT, Michel. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Vozes, 1975.


HISTÓRIA MODERNA

HMO001
RODRÍGUEZ, Antonio.
Moderno e modernidade. In: Tempos Modernos: ensaios de história cultural. RJ: Civ. Brasileira, 2000.
HMO002
MARX, Karl.
Acumulação primitiva. In: O Capital – livro 1. Civ. Brasileira, 1978.
HMO003
HARNECKER, Marta.
A luta de classes. In: Os conceitos fundamentais do materialismo histórico. SANTHIAGO, 1973
HMO004
MANDEL, Ernest.
Introdução do marxismo. PoA: Ed. Movimento, 1978.
HMO005
PIZZANATO A. L. & SENITE Mª. H. V.
A crise do sistema feudal. In: História Moderna e Contemporânea. SP: ÁTICA, 1992.
HMO006
CALLIGARIS, Contardo.
A psicanálise e o sujeito colonial. In: SOUSA, Edson. A psicanálise: Leituras do sistema social no Brasil. PoA: Artes o ofícios, 1999.
HMO007
HILL, Christhopher.
Introdução. In: O mundo de ponta-cabeça: Idéias radicais durante a revolução inglesa de 1640. SP: Cia das Letras, 1987.
HMO008
STEIN E.
Paradoxos da modernidade. In: STEIN, E. Epistemologia e crítica da modernidade. Ijuí: 1997.
HMO009
THOMPSON, John B.
O Advento da interação mediada. In: A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Ed. Vozes.
HMO010
WEBER, Max.
A concepção de vocação em Lutero: tarefa da investigação. In: A Ética protestante e o espírito do capitalismo.
HMO011
Desconhecido.
Os radicais.
HMO012
MARX, Karl.
Diversas fórmulas da taxa de mais valia. In: O Capital – livro 1. Civ. Brasileira, 1978.
HMO013
HOBSBAWM, Eric.
Introdução. In: Rebeldes Primitivos: estudos de formas arcaicas de movimentos sociais no século XIX e XX. RJ: Zahar, 1978.
HMO014
APTHKER, Herbert.
Divisões de classes e revoluções. In: A revolução americana: uma nova história dos EUA. Civ. Brasileira, 1969.


HISTÓRIA PRÉ-COLONIAL

HPC001
ANGLIELMO, Antonio Roberto.
Evolução biológica da espécie. In: A Pré história. Ed. Brasiliense: SP, 1991.
HPC002
PROUS, André.
Introdução: nomenclatura das culturas pré-históricas americanas e sua adaptação no Brasil. In: Arqueologia brasileira. Brasília: Ed. UNB, 1992.
HPC003
DUMONT, Louis.
Homo hierarchicus. Edusp.
HPC004
PANIKKAR, Raimon.
Símbolo y simbolizacion – La diferencia simbólica. Para uma lectura intercultural Del símbolo.
HPC005
LATOUR, Bruno.
ANTÍDOTO À PARALISIA. In: folha de SP – 17/05/1998.
HPC006
HABERMAS, Juergen.
A nova intransparência. 1987.
HPC007
Desconhecido
Caça e coleta – oficina.
HPC008
PROUS, André.
Sobre Pré-história.


HISTÓRIA DE SANTA CATARINA

HSC001
THIAGO, Raquel S. Fourier
Utopia e Esperança na Península do Saí. Joinville: FURB. Pg. 47-79.
HSC002
MEIRINHO, Jali
A Propaganda Republicana. In: A República em Santa Catarina. Florianópolis: UFSC.
HSC003
Desconhecido
Relação da Viagem do Capitão Goneville às Novas Terras das Índias. Pg. 15-76.
HSC004
RICHTER,Klaus
A Sociedade Colonizadora de Hanséatica de 1897 e a colonização no interior de Joinville e Blumenau. Pg. 13-17
HSC005
CASCAES, Franklin
A Vida e a Arte e a Colonização Açoriana. Org. Raimundo Caruso. Florianópolis:UFSC, 1981. pg. 31-42.
HSC006
BOPRÉ, Maria Regina
A Crônica dos Viajantes Estrangeiros. In: História Sócio- Cultural de Florianópolis. Pg. 35-51
HSC007
ROSA, Hélio Teixeira da
A História da Música. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 155-175.
HSC008
WOLFF, Cristina Scheibe
Historiografia Catarinense: uma introdução ao debate. Revista Catarinense de História. Nº 02 – 1994. Editora Terceiro Milênio. Pg. 5-15.
HSC009
Desconhecido
Editorial do número piloto do “Kolinie-Zeitung” 20/12/1862. Tradução: Elly Herkenhoff
HSC010
S. THIAGO, Raquel
Clube Joinville, Patrimônio a preservar – Jornal A Notícia – 15/04/1987.
HSC010
MACHADO, Michele Cristine; SILVA, Janine Gomes da
Por uma História de Religião: A igreja Presbiteriana em Joinville – 1920/1950.
HSC011
S. THIAGO, Raquel
Colonização Açoriana.
HSC011
NETO, Wilson de Oliveira; GUEDES, Sandra P. L. de Camargo
“Aberto pela Censura!” A Censura postal em Joinville entre 1938 e 1945.
HSC012
S. THIAGO, Raquel
Manifestações republicanas em SC.
HSC012
FERNANDES, Tatiana Costa; GUEDES, Sandra P. L. de Camargo
Costura, Costureira e Confecção: A indumentária em Joinville de 1920 a 1950.
HSC013
MARTINS, Francine Cristina; SILVA, Janine Gomes da
A Arte de Ensinar e a Fé no Aprender: a influência do pensamento protestante na educação em Joinville – 1851/1900.
HSC014
ALVES, Jucélia Maria
Cacumbi: um aspecto da cultura negra em Santa Catarina. Florianópolis: UFSC e SCESC, 1990. pg. 29-35.
HSC015
PAULI, Evaldo
Os Primeiros Povoadores. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 27-35.
HSC016
FOSSARI, Teresa Domitela
Cultura Pré-Histórica da ilha de Santa Catarina. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 15-25.
HSC017
HERKENHOFF, Elly
“Yara”, uma ópera joinvilense. In: Era uma vez um simples caminho... . pg. 205-211
HSC018
HERKENHOFF, Elly
O Observador as Margens do Rio Mathias. In: Era uma vez um simples caminho... . pg. 39-40
HSC019
CUNHA, Idaulo J.
Primeira Fase do Desenvolvimento Industral (1880-1914). In: Evolução Econômica- Industrial de Santa Catarina. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981
HSC020
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 35-43.
HSC021
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 35-59
HSC022
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 63-77
HSC023
PETRONE, Maria Thereza Schorer
O imigrante e a pequena propriedade no país dos latifúndios. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 7-24
HSC024
PETRONE, Maria Thereza Schorer
A criação de núcleos coloniais e seus objetivos. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 25-37
HSC025
PETRONE, Maria Thereza Schorer
A imigração e o “aprimoramento da raça”. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 38-44
HSC026
CASCAES, Franklin
Vida e Arte e a Colonização Açoriana. Florianópolis, 1981. pg. 83-97.
HSC027
SYFEITH, Giralda
O grupo étnico teuto-brasileiro: Volksgemeinschaft. In: Nacionalismo e identidade étnica. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981. pg. 125-131.
HSC028
PIAZZA, Walter F
O Povoamento Açoriano. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 53-67.
HSC029
Desconhecido
Aspectos da Formação Econômica de Santa Catarina
HSC030
CASCAES, Franklin
Vida Arte e colonização Açoriana. Bruxaria – Fantasmas.
HSC031
SYFEITH, Giralda
O grupo étnico teuto-brasileiro: Volksgemeinschaft. In: Nacionalismo e identidade étnica. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981. pg. 125-131.
HSC032
PIAZZA, Walter
O povoamento Açoriano. In: História Sócio-cultural de Florianópolis.
HSC033
Desconhecido
“Bar do Peter” e a Pesca da Baleia nos Açores e SC
HSC034
BOPPRÉ, Maria Regina
A Crônica dos Viajantes Estrangeiros in História Sócio-Cultural de Florianópolis
HSC035
Desconhecido
Emigração: O Olhar Alemão
HSC036
EHLKE, Cyro
Primeiras Explorações Catarinenses no Planalto. A Bandeira o Alferes Antônio da Costa e a Importância da Abertura de Um Caminho Ligando Lages à Ilha de SC in A Conquista do Planalto Norte Catarinense. Rio de Janeiro:Ludes, 1973
HSC037
EHLKE, Cyro
O Tropeirismo in A Conquista do Planalto Norte Catarinense. Rio de Janeiro:Ludes, 1973
HSC038
SEYFERTH, Giralda
Imigração e Identidade Étnica in Imigração e Cultura no Brasil. Brasília: Unb, 1990.
HSC039
HARO, Martin Afonso de
Ilha de Santa Catarina: Relatos de viajantes estrangeiros nos séc XVIII e XIX. Fpolis: UFSC. 1996
HSC040
SEYFERTH, Giralda
O Grupo Étnico Teuto Brasileiro: Volksgeinschaft
HSC041
SEC
Proposta Curricular de História
HSC042
BALDIN, Nelma
Itália – Final do Século XIX: Tudo leva a um processo Emigratóeio
HSC043
GIRON, Loraine
Leituras da Imigração
HSC044
CABRAL, Oswaldo
Fundações Litorâneas: Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco
HSC045
SANTOS, Silvio Coelho
Encontro de Estranhos além do “mar-Oceano”
HSC046
VIDOR, Vilmar
O Processo de Imigração in Industria e Urbanização no Nordeste de S. Catarina.
HSC047
VICENZI, Herculano
Coisas da Imaginação? Quiriri, região montanhosa de Joinville, Campo Alegre e Garuva, guarda lendas de tesouros escondidos por Jesuítas.
HSC048
SCHEIDT, Eduardo
Concepções de Republica nos Paises do Prata na Época do Regime das Rosas (1829-1852)
HSC049
REICHEL, Heloisa Reichel
A mulher rio-platense na visão dos viajantes: um sujeito histórico.
HSC050
ALVES, J. M.; LIMA, R. ALBUQUERQUE, C.
O contexto econômico-político-religioso da escravidão no Brasil. In: Cacumbi, um aspecto da cultura negra em SC. Plorianópolis: ed UFSC, 1990.
HSC051
MESQUITA, Ricardo Neiva.
Composição Turística da Lagoa da Conceição. Trabalho de conclusão de curso. Florianópolis, 1991.
HSC052
BOITEUX, Henrique.
O Falanstério do Saí. Revista IHGSC.
HSC053
IMHOF, Afonso.
Arquitetura e imigração Germânica: os enxaiméis na História, etnicidade e veracidade. Blumenal em cadernos, 2001.
HSC054
Desconhecido
“Bar do Peter” e a pesca da baleia nos Açores e SC.
HSC055
CASCAES, Franklin.
A colonização da ilha. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981.
HSC056
S. THIAGO, Raquel
Atuação de Abdon Baptista durante a implantação da república. (1889-1898) In: Coronelismo Urbano em Joinville, o caso de Abdon Baptista. 1983.
HSC057
BOSSLE, Caroline.
Crescimento Industrial Catarinense sob reflexos da nova política econômica. In: História da Industrialização Catarinense. Florianópolis, 1988.
HSC058
S. THIAGO, Raquel
Economia ervateira, base da liderança luso-brasileira em Joinville. In: Coronelismo Urbano em Joinville, o caso de Abdon Baptista. 1983.
HSC059
CASCAES, Franklin.
A colonização da ilha. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981
HSC060
Desconhecido
Autoridade do passado.
HSC061
VALBURG, Huber.
O Problema do dualismo teuto-brasileiro. In: Saudade e Esperança. Blumenau: UFSC, 1993.
HSC062
LOHN, Reinaldo Lindolfo.
A cidade contra o campo.
HSC063
COSTA, Januanda.
História de SC. V.2, Editora Paraná, 1970.
HSC064
PIAZZA, Walter Fernando.
História de SC.
HSC065
PIAZZA, Walter Fernando.
A contribuição do Negro à cultura Catarinense. In: A escravidão negra numa província periférica.
HSC066
PIAZZA, Walter Fernando.
O Negro na Ilha de SC. In: FERRIRA DE MELLO, Oswaldo. História sócio-cultural de Florianópolis. IHGSC: Lunardelli, 1991.
HSC067
CASCAES, Franklin.
A farinha, o trabalho. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981.
HSC068
FLORES, Maria Bernadete Ramos.
Política de guerra, política de sexo.
HSC069
Desconhecido
A original imigração açoriana do séc. XVII
HSC070
PIAZZA, Walter
A colonização açoriana em SC.
HSC071
RadIN, José Carlos
O contexto europeu, unificação italiana e emigrações. In: Italianos e Ítalo-brasileiros na colonização do oeste catarinense. Joaçaba UNOESC, 1996.
HSC072
Desconhecido
Primeira fase do desenvolvimento industrial (1880-1914)
HSC073
Desconhecido.
A contribuição grega In: Melo, Oswaldo Ferreira de. História sócio-cultural de Florianópolis.
HSC074
Desconhecido.
Em Montevidéu
HSC075
SILVA, José Bento R.
O Quilombo do Itajahy
HSC076
Desconhecido.
O Silêncio de Essomeriq


INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA

IEH001
FOULCAULT, Michel
Iluminismo e Crítica.
IEH002
FOULCAULT, Michel
KOERNER,Andrei. Ontologia do Presente: política e direito.
IEH003
BOURDE, G & MARTIN, H.
Michelet e a apreensão total do passado. In: BOURDE, G & MARTIN, H. As escolas Históricas. Tradução: Ana Rabaça. Portugal: Publicações Europa-América, 1983. (pg82-96)
IEH004
FLAX, Jane
Pós-modernismo e relações de gênero na terra feminista.
IEH005
BOUTIER, Jean & JULIA, Dominique. (orgs.)
Em que os historiadores pensam? In: BOUTIER, Jean & JULIA, Dominique. (orgs). Passados Recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998.
IEH006
CARDOSO, Ciro Flamarion S
O Método Científico da História. In: CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução a História. 5ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1986
IEH007
Edward H. Carr
Entrevista
IEH008
GARDINER, Patrick
A interpretação do processo histórico. (Vico 1668-1744/ A Ciência Nova). In: GARDINER, Patrick. Teorias da História. Tradução Vitor Matos de Sá. 3ª edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984 (pg11-27).
IEH009
GARDINER, Patrick
A interpretação do processo histórico. (Kant 1724-1804/ idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita). In: GARDINER, Patrick. Teorias da História. Tradução Vitor Matos de Sá. 3ª edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. (pg27-41)
IEH010
HOBSBAWM, Eric.
O sentido do Passado. In: Sobre História. Tradução Cid Knipel Moreira. São Paulo: Cia das Letras, 1998.
IEH011
LE GOFF, Jacques
Documento/Monumento. In: LE GOFF, Jacques. História e Memória. 2ª edição. Campinas: UNICAMP, 1992.
IEH012
MALERBA, Jurandir (org.)
Mito e História. In: MALERBA, Jurandir (org.). A Velha História: teoria, métodos, e historiografia. Campinas: Papirus, 1996.
IEH013
MARTINS, José de S. (org)
As temporalidades da história na dialética de Lefbvre. In: MARTINS, José de S. (org). Henri Lefbvre, retorno a dialética. São Paulo: Hucitec.
IEH014
VEYNE, Paul
Teorias, tipos, conceitos. In: VEYNE, Paul. Como se Escreve a História: Foucault revoluciona a história. 4ª edição. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1998.
IEH015
VIENE, Paul.
Teorias, tipos conceitos. In: Como se escreve a história e Foucault revoluciona a história. Brasília: Ed. UNB, 1998.
IEH016
PRUDENCIO, Maria das Graças; ALTHOFF, Fátima Regina.
Tombamento: uma iniciativa para proteger. In: PRUDENCIO, Maria das Graças; ALTHOFF, Fátima Regina. Gobernó de SC, 2002.
IEH017
DUBY, Georges.
O historiador, hoje. In: BUDY; ARIES; LE GOFF. História e História Nova. Teorema.
IEH018
Desconhecido.
História Nova. In: A Escrita da História: novas perspectivas. Unesp.
IEH019
LEFORT; ClAUDE.
A obra de pensamento e a história. In: LEFORT; CLAUDE. As formas da história. SP: rasiliense, 1990.
IEH020
BRAUDEL, Fernand.
Para uma economia histórica.
IEH021
CARR, E. H.
IV a causa na história. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.
IEH022
TOYNBEE, Arnold.
A luz do passado: seu valor e limites. In: TOYNBEE, Arnold. O Desafio do nosso tempo. RJ: Zahar, 1975.
IEH023
VEYNE, Paul.
Os conceitos em história.
IEH024
CARR, E. H.
I O historiador e seus fatos. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.
IEH025
LE GOFF, Jacques.
A História das Estruturas. In: LE GOFF, Jacques. A História Nova. Martins Fontes: SP, 1993.
IEH026
BLOCH, Marc.
Introdução à história.
IEH027
VÉDRINE, Hélene
A Gênese do materialismo histórico. In: VÉDRINE, Hélene. As filosofias da história. RJ, Zahar, 1977.
IEH028
LAKATOS, Eva.
Fatos, leis, teoria. In: LAATOS, Eva. Fundamentos de metodologia científica.
IEH029
ALVES, Paulo; MASSEI, Roberto C.
Fotografia e história, 1989.
IEH030
NORA, Pierre.
O retorno do fato. In: LE GOFF, Jaques; NORA, Pierre. História: novos problemas. RJ, Francisco Alves, 1979.
IEH031
IGLESIAS, Francisco.
A Historiografia brasileira e interdisciplinaridade. Revista de História. SP, v.3, n.5, março 1983.
IEH032
CARDOSO, Ciro Flamarion.
Será a história uma ciência? In: CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma introdução à história. SP: Brasiliense, 1986.
IEH033
FERRO, Marc.
O Filme: uma contra-análise da sociedade? In: FERRO, Marc. Cinema e história. SP: Paz e Terra, 1992.
IEH034
VEYNE, Paul.
Nada mais que uma narrativa verídica. In: VEYNE, Paul. Omo se escreve a história. Lisboa: edições 70, 1971.
IEH035
BLOCH, Marc.
Introdução à história. Lisboa: Europa-América, 1993.
IEH036
LACOMBE, A. J.
Introdução ao estudo da história do Brasil. SP: Cia Editora Nacional, 1973.
IEH037
CARR, E. H.
I O Historiador e seus fatos. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.


METODOLOGIA DA PESQUISA

MPE001
VIEIRA, Maria; PEIXOTO, Maria; KHOURY, Yara.
A pesquisa em história.
MPE002
LAKATOS, E. M.; MARCONI.
Fundamentos da metodologia cintífica. SP: Atass, 1986.
MPE003
ECO, Humberto.
Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1991.
MPE004
CARDOSO, Jayme Antonio.
Construção de Gráficos e linguagem visual. In: Revista de história: questões e debates. CTBA, 1984.
MPE005
GIL, A. C.
Como encaminhar uma pesquisa. In: GIL, A. C. Elaboração de projetos de pesquisa. SP: Atlas, s/ d.
MPE006
BERVIAN, Cervo.
Natureza do conhecimento científico. In: BERVIAN, Cervo. Metodología científica. SP, 1993.


PESQUISA EM GÊNERO

PGE001
GREGORI, Filomena Maria.
Cenas e queixas: mulheres e relações violentas. In: Novos Estudos n. 23, 1989.
PGE002
HEILBORN, Maria Luiza.
Homossexualidade e conjugalidade igualitária.
PGE003
AZEVEDO, Thales de.
Namoro à antiga: tradição e mudança. In: VELHO, Gilberto e FIGUEIRA Sérvulo. (orgs.) Família psicologia e sociedade. RJ: Campus, 1981.
PGE004
PORTINARI, Deuise.
Então eu soube que sempre fui. In: Discussão da homossexualidade feminina. SP: Brasiliense, 1989.
PGE005
SCOTT, Joan.
História das mulheres. In: BURKE, Peter (org.) A escrita da história. SP: UNESP, 1992.
PGE006
Pedro, Joana Maria.
Mulheres de desterro: estratégias de sobrevivência urbana.
PGE007
BRUM, Dalva Marisa Ribas.
Trajetórias de transgressores: rupturas e permanências.
PGE008
Desconhecido.
El estilo de la mujer.
PGE009
Desconhecido.
Teoria feminista Y Critica de la representacion.
PGE010
DEVREUX, Georges.
Mulher e mito (capítulo I)
PGE011
BECK, Anamaria.
Pertence à mulher: mulher e trabalho em comunidades pesqueiras.
PGE012
Desconhecido.
Fazendo gênero 3 – caderno de resumos – UFSC, 1998.
PGE013
JULIANO, Dilma Beatriz Rocha.
Nelson Rodrigues: violência e erotismo na TV. Florianópolis, 1996.
PGE014
SCHMIDT, Simone Pereira.
Gênero e teoria do romance.
PGE015
FLORES, Maria Bernadete Ramos
A medicalização do sexo ou o amor perfeito.
PGE016
SILVA, Yolanda Flores e.
Corpo de velha: concepções e reapresentações de bem estar, saúde e sexualidade entre mulheres cuidadoras de meia idade e idosas. (projeto)
PGE017
GERBER, Rose Mary.
Tradição, cotidiano, temporalidade e o espaço feminino em ganchos. 1996.
PGE018
FONSECA, Claudia Lee W.
Feminino, masculino e formas de poder: o código de honra em uma vila portoalegrense.
PGE019
SOBRAL, Vera; MAYNARDS, Arilda; TAVARES, Cláudia Mara.
O reflexo no Espelho.
PGE020
MAKOWIECKY, Sandra.
Historia das mulheres em uma perspectiva de gênero. Florianópolis, 1999.
PGE021
MEYER, Dagmar E. Estermann.
Gênero e saúde: contribuições do pós-estruturalismo e dos estudos culturais.
PGE022
PEDRO, Joana Maria.
A criminalização de práticas abortivas.
PGE023
RESENDE, Ana Lúcia M. De; ALONSO, Ilca L. K.
O perfil do pai cuidador.
PGE024
RICHARD, Nelly.
De la literatura de mujeres e a la textualidad Feminina.


PORTUGUÊS

POR001
LEAL, Lia
Apostilas de Português:


PSICOLOGIA

PSI001
Desconhecido
A Inteligência In Psicologias
PSI002
BIAGGIO, Ângela M. B
Introdução à teoria de julgamento moral de Kohlberg.
PSI003
Desconhecido
Dimensão Discursiva da comunicação. In: RODRIGUES, Adriano Duarte. Estratégias da comunicação. Lisboa: Presença, 1990.
PSI004
BARTHES, Roland
A mensagem fotográfica. In: LIMA, Luis Costa. Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
PSI005
Desconhecido
O que é um problema de comunicação.
PSI006
MCLUHAN, Marshall
O Meio é a mensagem. In: MORTENSEN, David. (org.) Teoria da Comunicação: Textos básicos. São Paulo: Mosaico, 1980.
PSI007
Desconhecido
Fundamentos da problemática teórica da comunicação. In: RUDIGER, Francisco. Introdução à teoria da comunicação. São Paulo: EDICON, 1998.
PSI008
Desconhecido Psicologias
A Vida Afetiva In Psicologias
PSI009
Desconhecido.
Meios de comunicação de massa. In: Desconhecido. Psicologias.
PSI010
MEAP, Margaret
Adolescência e cultura em Samôa.
PSI011
OSÓRIO, Luiz Carlos
Adolescente Hoje. 2ª ed. PoA, 1991.


TEORIA DA HISTÓRIA

THI001
VIENE, Paul.
Teorias, tipos conceitos. In: como se escreve a história.
THI002
BOUDON, Raymond.
Teorias e paradigmas.
THI003
PESEZ, Jean-marie.
História da cultura material. In: LE GOFF, Jacques. História Nova. SP: Martins Fontes, 1998.
THI004
SOIHET, Rachel.
História das mulheres. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Ensaios de teoria e metodologia. RJ: Campus, 1997.
THI005
FROMM, Erich.
Conceito Marxista do homem.
THI006
Silva, Rosane.
Comunicação e produção da subjetividade.
THI007
PRIOGOGINE, Ilya.
O fim da ciência? In: Novos paradigmas, cultura e subjetividade.
THI008
FENELON. Dea Ribeiro.
Trabalho, cultura e história social: perspectivas de investigação. In: Revista Projeto História. SP: PUC, 1989.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Do DCE a respeito da votação do novo estatuto da entidade

Caros Acadêmicos,é com grande satisfação que venho por meio deste informar que oresultado do plebiscito realizado na terça-feira, 28 foi:
1008 votantes
854 aprovando o novo estatuto
110 reprovando o novo estatuto
44 votos brancos ou nulos
Com isto, damos um importante passo para alavancarmos as ações donosso orgão de representação, mas principalmente democratizaremos asdecisões, que agora passaram pelo CEE antes de serem colocadas emprática, possibilitando que todos os cursos opinem e contribuam para oamadurecimento do movimento estudantil da UNIVILLE.
Muito obrigado a todos que participaram, eleitores, mesários, CEE e voluntários em geral. Graças ao esforço conjunto que conseguimos concluir algo que já se prometia a mais de 6 anos, por todas as gestões que aqui já passaram.
Aproveito para pedir a todos que compareção ao PLEBISCITO DE REITOR. Independente de seu posicionamento, TEMOS QUE VOTAR! Por uma simples razão se votarmos SIM, esteremos confirmando um compromisso que esta gestão assume conosco neste momento. Se votarmos NÃO, mesmo que não altere o resultado final, damos um recado claro nas urnas sobre nossa insatisfação com a condução de nossa Universidade. SIM ou NÃO, votem!
Cordialmente,
Carlos Gehlen - Presidente DCE
Equipe DCE - Gestão M.U.D.E. 2007/2008

CONEB, Fórum Social Mundial e BIENAL

Divulgando contribuição da Maria Elisa do 3º ano, quem tiver interesse entre em contato com o CALHEV ou com a própria Maria.
Janeiro de 2009, teremos o 12º Coneb da UNE que acontecerá de 17 a 20 de janeiro na BAHIA.
Ainda na Bahia a 6ª Bienal de Arte, Ciência e Cultura da UNE, durantes os dias 20 a 25 de janeiro. (http://www.une.org.br/)
depois disso, que tal pé na estrada e rumo ao Pará?? dos dias 27 de janeiro a 1º de fevereiro temos o Fórum Social Mundial http://www.fsm2009amazonia.org.br/

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


Divulgando palestra do GEIPA - Grupo de estudos das idéias e práticas anarquistas de Joinville, com militante da FARJ - Federação Anarquista do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Visita ao Assentamento do MST













Postamos algumas fotos da visita, no ultimo fim de semana ao Assentamento do MST em Araquari. Quem tiver material como fotos e vídeos, ou produziu algo com relação à visita, favor enviar ao e-mil do CALHEV para publicação.

Fotos do CASCA - Ditadura e Liberdade de Expressão












Fotos do CASCA que ocorreu algumas semanas a trás. Alguns posts atrás foram publicadas fotos do primeiro dia, em que houveram apresentações musicais de acadêmicos de Artes, Geografia e História.
As fotos de hoje são do segundo dia, apresentações musicais de acadêmicos de história e de texto com acadêmicos e professores de história e letras.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Plenária sobre o novo estatuto do DCE

Na ultima quinta-feira, seria feita a assembléia-plebiscito para aprovação (o não) do novo estatuto do DCE. Na parte da manha, quando os integrantes dos CAs e do DCE começaram a passar nas salas dos cursos para fazer a votação, vários alunos se manifestaram dizendo que não assinariam / votariam pois não tinham lido, recebido nem discutido o documento. Com isso, a votação foi transferida para a próxima terça-feira (28/10).

O DCE se justificou dizendo que fez 4 plenárias, de manha e a noite, sendo que apenas uma teve participação de dois estudantes de história e que sobre a votação e o estatuto, foi enviado para os CAs, representantes de sala / departamentos e colocados avisos nos murais das salas. Alguns representantes disseram que não receberam, e sabemos por experiência que uma folha A4 no mural da sala não é a melhor forma de mobilização.

Com isso, alguns estudantes se manifestaram no sentido de discutir melhor esse documento, porém o DCE ofereceu resistência dizendo que não havia lugar pra fazer, que já tinha tentado. Conseguimos marcar o Anfiteatro II para a próxima segunda-feira, as 19 horas e deixamos a idéia de ampliar a forma de divulgação: através da lista de e-mails da UNIVILLE, dos representantes, CAs, passar pessoalmente para dar recado nas salas, colocar avisos no quadro, pedir pros departamentos divulgarem, e ainda, fazer a discussão em horário de aula, pois muitos não tem como chegar antes do horário.

Esperamos agora que os interessados participem da plenária e ajudem a discuti e divulgar esse ato estudantil na UNIVILLE.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

VISITA AO ASSENTAMENTO DO MST

Ultimos informes sobre a visita ao Assentamento do MST:

Será possível levar gente de fora do curso, pois estão sobrando vagas, basta falar com o Felipe ou Douglas até quinta-feira (nome completo e identidade), o valor é o mesmo (R$10).

Mesmo com tempo ruim, ocorrerá a visita, pois os responsáveis pelo Assentamento disseram que é possível e quase não há datas para transferir.

Não esqueçam dos talheres e prato e lembramos que quem quise fazer outras refeições além do almoço terá de levar. Caso a pessoa pague e não compareça no dia, favor avisar e não seá possível a devolução do dinheiro, pois ela será contada na quantidade de almoço.

Saída: 8 horas em frente a Praça da Bandeira (terminal do centro)
Retorno: por volta das 17 horas, no mesmo local.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Visita ao Assentamento do MST

Como discutimos ontem na Assembléia, a viagem ao Assentamento do MST está encaminhada: será no Assentamento de Araquari, que fica no Itapocu, dia 25/10(sábado).

A saída é as 8 horas do centro (em frente a praça da bandeira)
Retorno próximo das 17 horas no mesmo local.

a professora que irá com a gente é a Jeisa e vai vincular às aulas de HSC e HBR.

Os planos são os seguintes:
de manha visita aos espaços do Assentemento
a tarde discussão sobre o assunto

O valor é R$ 10 e está incluso o almoço e uma contribuição ao Movimento.
Pelo que discutimos o ônibus, que custará R$ 400,00 será pago com o valor anula do CALHEV.

Hoje e segunda feira estaremos passando listas nas salas recolhendo nome, dinheiro e assinatura dos interessados.


Observações:
* é necessário que leve prato e talheres
* quem quiser fazer mais refeições além do almoço terá que levar também

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Entrevista

Entrevista concedida à MK. Reproduzido de Vivonacidade
A entrevista a seguir é com Kleber Tobler, militante social do Movimento Passe Livre de Joinville, que no último Grito dos-as Excluídos-as na cidade foi vítima da repressão estatal aos movimentos sociais. Infelizmente não é uma novidade como podemos perceber as ameaças, perseguições, prisões ao MPL-Joinville, aos trabalhadores-as da Cipla-Interfibra, ao movimento estudantil e outros.
A publicação acontece somente agora por conta da audiência que já aconteceu e o Exército resolveu arquivo o processo contra o movimento.

O que levou você a participar do Grito dos Excluídos em Joinville ?

Tobler - Pelo segundo ano consecutivo o Movimento Passe Livre Joinville, do qual eu sou militante, participa do movimento do Grito do Excluídos, que é uma manifestação popular promovido pela Igreja Católica inserida no desfile de independência do Brasil e tem a participação dos movimentos populares, pastorais, entidades, igrejas e movimentos sociais. Para mim e para o MPL Joinville é sempre uma grande satisfação e orgulho participar do Grito, manifestação esta que promove realmente um verdadeiro desfile cívico, no qual se encarrega de levar o caráter popular de manifestação aos brasileiros, comprometido com verdadeira cidadania, fortalecida sempre pela democracia direta. O Grito apesar de ainda ser visto com forte preconceito por setores conservadores tem tido um grande reflexo positivo dentro do desfile de 7 de setembro perante a sociedade. O desfile é sempre carregado de simbolismo e reivindicações populares e tem um forte comprometimento com as causas sociais.

Os poderes constituídos na cidade estão escutando as vozes dos-as excluídos-as ?

Tobler- Sinceramente acho que nem um pouco: os poderes constituídos da cidade de Joinville têm olhado sempre com grande preconceito e indiferença as vozes dos excluídos da cidade. O MPL, outros movimentos e setores populares têm sido perseguido e criminalizado na cidade de Joinville.
O nosso movimento, por exemplo, tem sofrido constante violência e repressão dos poderosos da cidade. Já fomos presos por nos manifestar em diversas ocasiões, perseguidos por grupos monopolistas do transporte coletivo com contratações de gangues e seguranças particulares para nos intimidar e perseguir.
Somos também constantemente criminalizados pela “imprensa marrom” de Joinville que tem se colocado como porta voz de grupos empresariais e políticos da cidade de Joinville.
O prefeito em exercício tem demonstrado em anos de governo um modo de governar, no mínimo, “fascistóide”, pois se alia à máfia empresarial local e a politicagem corrupta da cidade contra as vozes que lutam contra as injustiças sociais e tem usado de todos os poderes em mão para destruir e criminalizar os movimentos sociais da cidade.

A ditadura militar brasileira (1964-85) perseguia, prendia, torturava e até matava seus-uas opositores-as. Hoje ainda sofremos com as permanências esse nefasto momento da história recente do Brasil ?

Tobler- Atrevo-me a dizer que a ditadura não acabou definitivamente com a dita redemocratização do país.
Lembre dos exemplos que dei somente com o MPL Joinvile, um movimento que tem apenas três anos de atuação e militância e já foi diversas vezes perseguido e criminalizado com táticas que lembram seguramente os tempos ditatoriais.
O estado de direito que temos hoje é constituído por muitos do que mataram pessoas e destruíram a democracia brasileira.
Quer exemplos do que falo? A policia militar do mesmo período permanece até hoje com a mesma estrutura e cultura militar; o serviço de inteligência da antiga SNI só mudou o nome, continua com as mesmas táticas dos seus tempos criminosos de perseguição e espionagem, e tem vários espiões do período trabalhando dentro da agência.
O congresso nacional é repleto destes meliantes políticos da ditadura, o poder como um todo em diversos setores também tem cadeiras ocupadas por estes criminosos de guerra.
Os militares que perseguiram, mataram e estupraram seus opositores estão livres e impunes levando a vida normalmente, vivendo muito bem do dinheiro do povo que perseguiu.
Temos um exercito que é um verdadeiro cão de guarda dos poderosos nacionais e do capital internacional.
Mentira? Quando há uma ocupação de terra pelo MST lá está a policia militar ou o próprio exército armado até os dentes para proteger os “indefesos” latifundiários de terra.
Quando a cidade de Florianópolis foi tomada por uma multidão contra o aumento das passagens lá estava a polícia militar com todo seu aparato de repressão contra o povo e protegendo os terminais monopolizados pela máfia do transporte. Depois de uma verdadeira revolta popular os poderosos colocaram na cidade de Florianópolis um escritório da ABIN para vigiar a cidade insurgente.
Acho que se ficar listando há inúmeros casos a levantar, fico por aqui. E digo seguramente que estamos longe de um estado democrático verdadeiro, comprometido com seu povo bem como sua soberania.

No domingo (07 de setembro de 2008) foi preso o KT ou um movimento social, numa outra tentativa do Estado de criminalizar os movimentos sociais ?

Tobler- No domingo mais que um militante do Movimento Passe Livre foi preso um corpo simbólico dos movimentos sociais, manifestando ali dentro do Grito dos Excluídos em busca do direito à vida e o respeito pelos direitos humanos. Infelizmente mais uma vez foi coagido e calado pela força e a intolerância do Estado falsamente democrático.

Em relação à criminalização, quais são os próximos passos que você espera dos movimentos sociais da cidade ?

Tobler- Espero mais aproximação dos diversos movimentos sociais e políticos da cidade. Vejo que estamos infelizmente altamente fragmentados, cada um mais preocupada com bandeiras e ideologias do que a construção de um novo paradigma político e uma nova sociedade. Infelizmente fiquei muito triste por ver que muitos setores da dita esquerda me criticaram ou me deram as costas em um momento em que eu precisava de solidariedade.

Quais as razões para buscar a intervenção artística caracterizado de um militar de formas demoníacas?

Tobler_ Como o próprio grito que se manifesta e carrega forte simbolismo, tentei me manifestar de forma lúdica e artística para mostrar o horror das perseguições e torturas dos militares, com a intenção de fortalecer o assunto na sociedade sobre a lei de anistia. A idéia era usar a farda militar como fantasia, usando no rosto uma máscara de demônio como personificação máxima da maldade dentro de nossa visão cultural religiosa brasileira. Vestido desta forma desfilaria na avenida carregando simbolicamente atados pela mão e pela boca três prisioneiros de guerra. Esta era a idéia a principio, que não se realizou pela truculência dos policiais, a mando dos soldados do exército.
Manifestar-se de forma lúdica sempre foi um traço muito forte em nosso movimento o MPL Joinville. Achamos nesta forma de expressão um canal poderoso de comunicação com a sociedade, principalmente para os mais jovens que geralmente simpatizam com esta forma de expressão e comunicação.
Como o próprio movimento é juvenil e do movimento estudantil nos manifestamos sempre longe dos tipos tradicionais de manifestação da esquerda, que a nosso ver já estão superadas e vistas com apatia pela nova conjuntura social brasileira.
Levar um caminhão de som subir lá em cima e se comunicar aos berros fazendo cara feia é algo do passado e esgotado como forma de comunicar-se com as massas para nosso movimento.
Nossa intervenção política não deixou de lado o megafone e nem abandonou o diálogo, mas acrescentou a este uma forma alegre e descontraída de se manifestar através do ludismo artístico.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Sobre o apoio do Presidente do DCE ao DEM

Nós do CALHEV – Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi – nos sentimos insatisfeitos e desrepresentados com algumas atitudes e a falta delas do DCE – Diretório Central dos Estudantes – da UNIVILLE e de seu Presidente Carlos Gehlen.

Em nossa visão, o apoio do então presidente ao candidato à Prefeito Darci de Matos não é ilegal, mesmo considerando que o Estatuto do DCE não permite a realização de atividades partidárias por parte da entidade. O panfleto que chegou a nós na Universidade nos leva a acreditar que o apoio não é do DCE, mas do seu Presidente enquanto indivíduo, fazendo-o assim com todo direito.

O que nos incomoda é a impressão de que o Presidente do DCE está mais ocupado em demonstrar apoio ao seu candidato nas Eleições Municipais 2008, do que com o movimento estudantil, as reivindicações e necessidades dos acadêmicos da UNIVILLE. Discussões e ações relacionadas aos assuntos de interesse e necessidade dos estudantes – aumento das mensalidades, do transporte coletivo e da qualidade do ensino – foram praticamente nulas durante as duas gestões do atual Presidente.

Acreditamos que o objetivo do DCE, como afirma o seu próprio estatuto é “defender os interesses da classe estudantil universitária da FURJ”. E não servir de trampolim político na defesa de interesses particulares, como aparenta acontecer atualmente.