quinta-feira, 31 de julho de 2008

SEMANA DE CURTAS


O Cartaz da Semana de curtas do CALHEV...



PARTICIPE!!!


Vamo que vamo...

Ahhhh..!!

Depois das férias, todos com ânimos novos, descansados... (aham, sei...). Pra quem descançou, que ótimo, pra quem viajou, melhor ainda, pra quem ficou em casa, bom também, pra quem trabalhou... (pois é, alguém tinha que trabalhar), o CALHEV deseja um bom retorno e vontade para mais um semestre e para os desafios que virão, pois ainda temos uma bela lista de propostas pra cumprir, e vamos começar com a primeira Semana de Curtas dessa nova gestão, cujo cartaz de divulgação vêm à seguir...

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Carta aberta à comunidade joinvilense

Nas últimas semanas a mídia local deu ampla cobertura para as obras dos corredores de ônibus das Ruas João Colin e Blumenau, projeto executado pela Prefeitura Municipal de Joinville (PMJ) e amplamente incentivado pelas Empresas Privadas de Transporte Coletivo (Gidion/Transtusa) que gerou polêmicas e críticas da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), porque os corredores excluiriam os estacionamentos nessas ruas, o que poderá diminuir as vendas, além de ser um projeto autoritário, visto que não considerou a opinião da CDL. Em contra partida a PMJ respondeu que os corredores diminuirão os custos para as empresas privadas de transporte coletivo, privilegiando assim o transporte coletivo em detrimento do individual, ou seja, ônibus ao invés de carros, dessa maneira possibilitando uma suposta melhoria na qualidade de vida aos moradores/as da cidade.

Considerando o contexto apresentado, o Movimento Passe Livre de Joinville, tem a necessidade de expressar publicamente os seguintes pontos:

1 – A postura autoritária da PMJ e das empresas privadas de transporte coletivo não nos causa espanto ou um pingo de estranheza sequer, afinal já a vivenciamos em momentos como os aumentos das passagens no transporte coletivo.

2 – Percebemos que entramos em plena corrida das eleições municipais, assim poderíamos identificar que as obras estão mais para benefícios dos candidatos da situação às vagas na Câmara e na própria Prefeitura do que realmente à população da cidade de Joinville.

3 – A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) é uma entidade representativa dos proprietários das lojas, assim o discurso de resistência à abertura dos corredores não representa os interesses de toda a população, mas apenas um segmento da cidade.

4 – O corredor na Rua João Colin dificultará o trafego dos/as ciclistas/as, como já afirmaram a PMJ, chegando ao ponto de dizer que não é indicado pedalar. Dessa maneira podemos considerar que restringirá o direito constitucional de ir e vir, consequentemente excluindo o discurso pela melhoria da qualidade de vida, evidenciando assim o interesse único e exclusivo da empresas privadas de transporte coletivo, deixando o interesse público como mera conseqüência.

5 – A diminuição dos custos com a abertura dos corredores não resultará numa redução no preço da passagem, o que desenvolveria um maior acesso ao transporte coletivo em detrimento do transporte individual.

Entre os pontos citados acima, provavelmente existe espaço suficiente para questões, talvez problemáticas ou não, que os olhos militantes do Movimento Passe Livre está impossibilitado de enxergar, assim como acreditamos, seja o caso da maioria da população. Um problema presente não só em Joinville, como em qualquer outro lugar onde interesses privados subjugam os coletivos. Nesse ponto, acreditamos ser válido o levantamento crítico da CDL em relação ao autoritarismo da PMJ, que agiu defendendo mais do que o interesse da população, os interesses das empresas Gidion e Transtusa. No entanto, devemos considerar que melhor planejado, e com abertura para uma discussão ampla sobre o projeto, os corredores realmente seriam um desejo a ser cumprido da população joinvilense, e isso a CDL não está dando a importância necessária.

Pensamos também, que o simples fato de implantar corredores de ônibus, não é o suficiente para uma melhoria significativa tanto no trânsito como na qualidade de vida, e que isso só seria possível com uma política mais ampla e consistente, a qual é logo descartada ao constatarmos que meios de transportes alternativos são simplesmente ignorados no planejamento urbano. Corredores de ônibus são criados, porém ciclovias não. Resta a nós pensar o que acima foi citado, que o interesse da população nesse caso, seria mera coincidência com o interesse das empresas privadas de transporte coletivo.

O Movimento Passe Livre, entretanto, propõe o seguinte, e diga-se de passagem que não acredita ser trabalhoso colocar essa proposição em prática:

- Que a história, no futuro, possa servir para a compreensão da necessidade de um debate democrático e amplo com a população joinvilense, assim efetivando a inserção de todos os beneficiados na escolha do beneficio, ou seja, das obras futuras.

Concluímos então, que ambos os lados estão reivindicando a voz da população para si, quando nenhum dos dois a escutou.

Movimento Passe Livre
17/07/2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

CALHEV Divulga:



O Movimento Passe Livre está convidando você para participar de um debate sobre o transporte coletivo e a luta pelo passe livre na cidade de Joinville.

- Qual o objetivo do movimento?
- Como pagar o passe livre?
- Isso existe?
- É possível?

Essas e outras perguntas serão respondidas.
Ainda no debate, a exibição do documentário: "Saída de Emergência."

ONDE: Bom Jesus/Ielusc - SALA C-20
QUANDO: Sábado, 19 de julho
HORÁRIO: 9 horas

Entrada gratuita.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

"Criminalizar movimentos sociais é atentado contra democracia "

" Os movimentos sociais são pilares da democracia e qualquer tentativa de criminalizá-los é um atentado contra a própria democracia e um retrocesso nas conquistas garantidas pela Constituição de 1988. Esse foi o cerne dos discursos na audiência pública sobre criminalização dos movimentos sociais, realizada pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, na tarde desta quarta-feira (9). "

Em reunião ontem, representantes da CNBB, OAB, Via Campesina, Quilombolas, Indígenas e do Movimento Nacional de Direitos Humanos discutiram o acontecido no último dia 24 de junho, quando foram divulgados documentos que comprovam a tentativa do Ministério Público de dissolver o MST.

Leia a matéria na íntegra aqui .

Atitudes como esta refletem nas lutas sociais, como as que passamos por aqui contra o aumento dos salários dos veradores, a nossa busca pela cristalização dos cálculos de aumento da mensalidade, e a condenação do vereador Adilson Mariano.
Não só o MST como outros movimentos sociais (inclusive na UNIVILLE) passam por processos judiciais. Esta atitude contribui para que a sociedade deixe cada vez mais de apoiar estes movimentos e se torne cada vez mais acomodada com o que ocorre na sua cidade e em seu País.
Eu mesma já ouvi muitas vezes que não vai adiantar nada você se engajar numa causa, sendo que vc faz parte de uma minoria. Ler uma reportagem como essa traz uma ponta de esperança, em acreditar que um dia a comunidade tome consciência de sua força.


Sem muita inspiração agora, espero comentários
Thais

terça-feira, 1 de julho de 2008

Agenda de Manifestações dessa semana

ATENÇÃO PESSOAS
Não esqueçam que 02/07, mais conhecido por quarta-feira, às 18 hs, haverá uma manifestação na câmara de vereadores, em razão do aumento dos sálarios dos vereadores em 36%.Ahhh, e avisando que na sessão dessa terça-feira (01 de julho), alguns vereadores pretendem apresentar a proposta de abertura de Comissão de Ética contra Adilson Mariano, em relação aos folhetos distribuidos acusando-os vereadores de "roubo de dinheiro público", lembrando que os folhetos foram uma iniciativa da Assembléia Popular, e não do vereador em questão. Então, para quem estiver interessado em protestar contra mais essa injustiça, a sessão terá início as 17 horas.