quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Do DCE a respeito da votação do novo estatuto da entidade

Caros Acadêmicos,é com grande satisfação que venho por meio deste informar que oresultado do plebiscito realizado na terça-feira, 28 foi:
1008 votantes
854 aprovando o novo estatuto
110 reprovando o novo estatuto
44 votos brancos ou nulos
Com isto, damos um importante passo para alavancarmos as ações donosso orgão de representação, mas principalmente democratizaremos asdecisões, que agora passaram pelo CEE antes de serem colocadas emprática, possibilitando que todos os cursos opinem e contribuam para oamadurecimento do movimento estudantil da UNIVILLE.
Muito obrigado a todos que participaram, eleitores, mesários, CEE e voluntários em geral. Graças ao esforço conjunto que conseguimos concluir algo que já se prometia a mais de 6 anos, por todas as gestões que aqui já passaram.
Aproveito para pedir a todos que compareção ao PLEBISCITO DE REITOR. Independente de seu posicionamento, TEMOS QUE VOTAR! Por uma simples razão se votarmos SIM, esteremos confirmando um compromisso que esta gestão assume conosco neste momento. Se votarmos NÃO, mesmo que não altere o resultado final, damos um recado claro nas urnas sobre nossa insatisfação com a condução de nossa Universidade. SIM ou NÃO, votem!
Cordialmente,
Carlos Gehlen - Presidente DCE
Equipe DCE - Gestão M.U.D.E. 2007/2008

CONEB, Fórum Social Mundial e BIENAL

Divulgando contribuição da Maria Elisa do 3º ano, quem tiver interesse entre em contato com o CALHEV ou com a própria Maria.
Janeiro de 2009, teremos o 12º Coneb da UNE que acontecerá de 17 a 20 de janeiro na BAHIA.
Ainda na Bahia a 6ª Bienal de Arte, Ciência e Cultura da UNE, durantes os dias 20 a 25 de janeiro. (http://www.une.org.br/)
depois disso, que tal pé na estrada e rumo ao Pará?? dos dias 27 de janeiro a 1º de fevereiro temos o Fórum Social Mundial http://www.fsm2009amazonia.org.br/

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


Divulgando palestra do GEIPA - Grupo de estudos das idéias e práticas anarquistas de Joinville, com militante da FARJ - Federação Anarquista do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Visita ao Assentamento do MST













Postamos algumas fotos da visita, no ultimo fim de semana ao Assentamento do MST em Araquari. Quem tiver material como fotos e vídeos, ou produziu algo com relação à visita, favor enviar ao e-mil do CALHEV para publicação.

Fotos do CASCA - Ditadura e Liberdade de Expressão












Fotos do CASCA que ocorreu algumas semanas a trás. Alguns posts atrás foram publicadas fotos do primeiro dia, em que houveram apresentações musicais de acadêmicos de Artes, Geografia e História.
As fotos de hoje são do segundo dia, apresentações musicais de acadêmicos de história e de texto com acadêmicos e professores de história e letras.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Plenária sobre o novo estatuto do DCE

Na ultima quinta-feira, seria feita a assembléia-plebiscito para aprovação (o não) do novo estatuto do DCE. Na parte da manha, quando os integrantes dos CAs e do DCE começaram a passar nas salas dos cursos para fazer a votação, vários alunos se manifestaram dizendo que não assinariam / votariam pois não tinham lido, recebido nem discutido o documento. Com isso, a votação foi transferida para a próxima terça-feira (28/10).

O DCE se justificou dizendo que fez 4 plenárias, de manha e a noite, sendo que apenas uma teve participação de dois estudantes de história e que sobre a votação e o estatuto, foi enviado para os CAs, representantes de sala / departamentos e colocados avisos nos murais das salas. Alguns representantes disseram que não receberam, e sabemos por experiência que uma folha A4 no mural da sala não é a melhor forma de mobilização.

Com isso, alguns estudantes se manifestaram no sentido de discutir melhor esse documento, porém o DCE ofereceu resistência dizendo que não havia lugar pra fazer, que já tinha tentado. Conseguimos marcar o Anfiteatro II para a próxima segunda-feira, as 19 horas e deixamos a idéia de ampliar a forma de divulgação: através da lista de e-mails da UNIVILLE, dos representantes, CAs, passar pessoalmente para dar recado nas salas, colocar avisos no quadro, pedir pros departamentos divulgarem, e ainda, fazer a discussão em horário de aula, pois muitos não tem como chegar antes do horário.

Esperamos agora que os interessados participem da plenária e ajudem a discuti e divulgar esse ato estudantil na UNIVILLE.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

VISITA AO ASSENTAMENTO DO MST

Ultimos informes sobre a visita ao Assentamento do MST:

Será possível levar gente de fora do curso, pois estão sobrando vagas, basta falar com o Felipe ou Douglas até quinta-feira (nome completo e identidade), o valor é o mesmo (R$10).

Mesmo com tempo ruim, ocorrerá a visita, pois os responsáveis pelo Assentamento disseram que é possível e quase não há datas para transferir.

Não esqueçam dos talheres e prato e lembramos que quem quise fazer outras refeições além do almoço terá de levar. Caso a pessoa pague e não compareça no dia, favor avisar e não seá possível a devolução do dinheiro, pois ela será contada na quantidade de almoço.

Saída: 8 horas em frente a Praça da Bandeira (terminal do centro)
Retorno: por volta das 17 horas, no mesmo local.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Visita ao Assentamento do MST

Como discutimos ontem na Assembléia, a viagem ao Assentamento do MST está encaminhada: será no Assentamento de Araquari, que fica no Itapocu, dia 25/10(sábado).

A saída é as 8 horas do centro (em frente a praça da bandeira)
Retorno próximo das 17 horas no mesmo local.

a professora que irá com a gente é a Jeisa e vai vincular às aulas de HSC e HBR.

Os planos são os seguintes:
de manha visita aos espaços do Assentemento
a tarde discussão sobre o assunto

O valor é R$ 10 e está incluso o almoço e uma contribuição ao Movimento.
Pelo que discutimos o ônibus, que custará R$ 400,00 será pago com o valor anula do CALHEV.

Hoje e segunda feira estaremos passando listas nas salas recolhendo nome, dinheiro e assinatura dos interessados.


Observações:
* é necessário que leve prato e talheres
* quem quiser fazer mais refeições além do almoço terá que levar também

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Entrevista

Entrevista concedida à MK. Reproduzido de Vivonacidade
A entrevista a seguir é com Kleber Tobler, militante social do Movimento Passe Livre de Joinville, que no último Grito dos-as Excluídos-as na cidade foi vítima da repressão estatal aos movimentos sociais. Infelizmente não é uma novidade como podemos perceber as ameaças, perseguições, prisões ao MPL-Joinville, aos trabalhadores-as da Cipla-Interfibra, ao movimento estudantil e outros.
A publicação acontece somente agora por conta da audiência que já aconteceu e o Exército resolveu arquivo o processo contra o movimento.

O que levou você a participar do Grito dos Excluídos em Joinville ?

Tobler - Pelo segundo ano consecutivo o Movimento Passe Livre Joinville, do qual eu sou militante, participa do movimento do Grito do Excluídos, que é uma manifestação popular promovido pela Igreja Católica inserida no desfile de independência do Brasil e tem a participação dos movimentos populares, pastorais, entidades, igrejas e movimentos sociais. Para mim e para o MPL Joinville é sempre uma grande satisfação e orgulho participar do Grito, manifestação esta que promove realmente um verdadeiro desfile cívico, no qual se encarrega de levar o caráter popular de manifestação aos brasileiros, comprometido com verdadeira cidadania, fortalecida sempre pela democracia direta. O Grito apesar de ainda ser visto com forte preconceito por setores conservadores tem tido um grande reflexo positivo dentro do desfile de 7 de setembro perante a sociedade. O desfile é sempre carregado de simbolismo e reivindicações populares e tem um forte comprometimento com as causas sociais.

Os poderes constituídos na cidade estão escutando as vozes dos-as excluídos-as ?

Tobler- Sinceramente acho que nem um pouco: os poderes constituídos da cidade de Joinville têm olhado sempre com grande preconceito e indiferença as vozes dos excluídos da cidade. O MPL, outros movimentos e setores populares têm sido perseguido e criminalizado na cidade de Joinville.
O nosso movimento, por exemplo, tem sofrido constante violência e repressão dos poderosos da cidade. Já fomos presos por nos manifestar em diversas ocasiões, perseguidos por grupos monopolistas do transporte coletivo com contratações de gangues e seguranças particulares para nos intimidar e perseguir.
Somos também constantemente criminalizados pela “imprensa marrom” de Joinville que tem se colocado como porta voz de grupos empresariais e políticos da cidade de Joinville.
O prefeito em exercício tem demonstrado em anos de governo um modo de governar, no mínimo, “fascistóide”, pois se alia à máfia empresarial local e a politicagem corrupta da cidade contra as vozes que lutam contra as injustiças sociais e tem usado de todos os poderes em mão para destruir e criminalizar os movimentos sociais da cidade.

A ditadura militar brasileira (1964-85) perseguia, prendia, torturava e até matava seus-uas opositores-as. Hoje ainda sofremos com as permanências esse nefasto momento da história recente do Brasil ?

Tobler- Atrevo-me a dizer que a ditadura não acabou definitivamente com a dita redemocratização do país.
Lembre dos exemplos que dei somente com o MPL Joinvile, um movimento que tem apenas três anos de atuação e militância e já foi diversas vezes perseguido e criminalizado com táticas que lembram seguramente os tempos ditatoriais.
O estado de direito que temos hoje é constituído por muitos do que mataram pessoas e destruíram a democracia brasileira.
Quer exemplos do que falo? A policia militar do mesmo período permanece até hoje com a mesma estrutura e cultura militar; o serviço de inteligência da antiga SNI só mudou o nome, continua com as mesmas táticas dos seus tempos criminosos de perseguição e espionagem, e tem vários espiões do período trabalhando dentro da agência.
O congresso nacional é repleto destes meliantes políticos da ditadura, o poder como um todo em diversos setores também tem cadeiras ocupadas por estes criminosos de guerra.
Os militares que perseguiram, mataram e estupraram seus opositores estão livres e impunes levando a vida normalmente, vivendo muito bem do dinheiro do povo que perseguiu.
Temos um exercito que é um verdadeiro cão de guarda dos poderosos nacionais e do capital internacional.
Mentira? Quando há uma ocupação de terra pelo MST lá está a policia militar ou o próprio exército armado até os dentes para proteger os “indefesos” latifundiários de terra.
Quando a cidade de Florianópolis foi tomada por uma multidão contra o aumento das passagens lá estava a polícia militar com todo seu aparato de repressão contra o povo e protegendo os terminais monopolizados pela máfia do transporte. Depois de uma verdadeira revolta popular os poderosos colocaram na cidade de Florianópolis um escritório da ABIN para vigiar a cidade insurgente.
Acho que se ficar listando há inúmeros casos a levantar, fico por aqui. E digo seguramente que estamos longe de um estado democrático verdadeiro, comprometido com seu povo bem como sua soberania.

No domingo (07 de setembro de 2008) foi preso o KT ou um movimento social, numa outra tentativa do Estado de criminalizar os movimentos sociais ?

Tobler- No domingo mais que um militante do Movimento Passe Livre foi preso um corpo simbólico dos movimentos sociais, manifestando ali dentro do Grito dos Excluídos em busca do direito à vida e o respeito pelos direitos humanos. Infelizmente mais uma vez foi coagido e calado pela força e a intolerância do Estado falsamente democrático.

Em relação à criminalização, quais são os próximos passos que você espera dos movimentos sociais da cidade ?

Tobler- Espero mais aproximação dos diversos movimentos sociais e políticos da cidade. Vejo que estamos infelizmente altamente fragmentados, cada um mais preocupada com bandeiras e ideologias do que a construção de um novo paradigma político e uma nova sociedade. Infelizmente fiquei muito triste por ver que muitos setores da dita esquerda me criticaram ou me deram as costas em um momento em que eu precisava de solidariedade.

Quais as razões para buscar a intervenção artística caracterizado de um militar de formas demoníacas?

Tobler_ Como o próprio grito que se manifesta e carrega forte simbolismo, tentei me manifestar de forma lúdica e artística para mostrar o horror das perseguições e torturas dos militares, com a intenção de fortalecer o assunto na sociedade sobre a lei de anistia. A idéia era usar a farda militar como fantasia, usando no rosto uma máscara de demônio como personificação máxima da maldade dentro de nossa visão cultural religiosa brasileira. Vestido desta forma desfilaria na avenida carregando simbolicamente atados pela mão e pela boca três prisioneiros de guerra. Esta era a idéia a principio, que não se realizou pela truculência dos policiais, a mando dos soldados do exército.
Manifestar-se de forma lúdica sempre foi um traço muito forte em nosso movimento o MPL Joinville. Achamos nesta forma de expressão um canal poderoso de comunicação com a sociedade, principalmente para os mais jovens que geralmente simpatizam com esta forma de expressão e comunicação.
Como o próprio movimento é juvenil e do movimento estudantil nos manifestamos sempre longe dos tipos tradicionais de manifestação da esquerda, que a nosso ver já estão superadas e vistas com apatia pela nova conjuntura social brasileira.
Levar um caminhão de som subir lá em cima e se comunicar aos berros fazendo cara feia é algo do passado e esgotado como forma de comunicar-se com as massas para nosso movimento.
Nossa intervenção política não deixou de lado o megafone e nem abandonou o diálogo, mas acrescentou a este uma forma alegre e descontraída de se manifestar através do ludismo artístico.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Sobre o apoio do Presidente do DCE ao DEM

Nós do CALHEV – Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi – nos sentimos insatisfeitos e desrepresentados com algumas atitudes e a falta delas do DCE – Diretório Central dos Estudantes – da UNIVILLE e de seu Presidente Carlos Gehlen.

Em nossa visão, o apoio do então presidente ao candidato à Prefeito Darci de Matos não é ilegal, mesmo considerando que o Estatuto do DCE não permite a realização de atividades partidárias por parte da entidade. O panfleto que chegou a nós na Universidade nos leva a acreditar que o apoio não é do DCE, mas do seu Presidente enquanto indivíduo, fazendo-o assim com todo direito.

O que nos incomoda é a impressão de que o Presidente do DCE está mais ocupado em demonstrar apoio ao seu candidato nas Eleições Municipais 2008, do que com o movimento estudantil, as reivindicações e necessidades dos acadêmicos da UNIVILLE. Discussões e ações relacionadas aos assuntos de interesse e necessidade dos estudantes – aumento das mensalidades, do transporte coletivo e da qualidade do ensino – foram praticamente nulas durante as duas gestões do atual Presidente.

Acreditamos que o objetivo do DCE, como afirma o seu próprio estatuto é “defender os interesses da classe estudantil universitária da FURJ”. E não servir de trampolim político na defesa de interesses particulares, como aparenta acontecer atualmente.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

CASCA















Algumas fotos do primeiro dia de apresenações do CASCA



acadêmicos de História, geografia e artes






No segundo dia, foram acadêmicos de letras, história e a professora Dúnia (fotos na próxima postagem)