sexta-feira, 27 de março de 2009

FESTA DO CALHEV!



O Cartaz da Festa do CALHEV.
(e o mapa do caminho terminal do centro até o Bar, pros perdidinhos)

Será Sábado, dia 04 de Abril,
A partir das 16 horas.
Local: Bar Funil - Rua Dona Francisca, nº 2057 - Bairro Saguaçu, Joinville
Ingressos a R$ 5,00 - no local

e ainda poderemos ter surpresinhas.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Representação do Movimento Estudantil Universitário

O texto que foi lido ao Carlito na audiência do ultimo dia 13 à respeito da posição das entidades de representação dos Universitários, sobre o aumento da passagem de ônibus em Joinville.
A Constituição Brasileira garante direito ao acesso e a permanência à educação, colocando como responsáveis para tanto a família e o Estado. Em nosso caso específico – educação superior em Joinville –, existem vários pontos a se debater. São milhares os estudantes universitários da cidade, que se distribuem, basicamente, em escolas na região central e no bairro Bom retiro. Estes mesmos estudantes residem nos mais diversos bairros e regiões da cidade, e, não é necessário citar, que a grande maioria também são trabalhadores, assim como não possuem meio de transporte individual mais viável. Ou seja, os estudantes trabalham para pagar os estudos e a condução, que muitas vezes não se limita a uma ida e uma volta diária.

Partindo deste quadro, o Poder Público Municipal não tem realizado as suas atribuições no incentivo aos estudantes da cidade. Na Univille, por exemplo, há anos que as verbas destinadas às bolsas de estudo não são repassadas. Outro agravante: neste início de ano, a oferta de bolsas caiu pela metade, enquanto a demanda quase dobrou. Foram mais de 3300 inscritos, para apenas pouco mais de 1500 bolsas. Ou seja, centenas de estudantes com nível de carência ficaram sem o auxílio de desconto na mensalidade; muitos destes, não tiveram condições, inclusive, de dar continuidade aos estudos, e, quando conseguem, enfrentaram diversos problemas para se matricular.

Na Associação Bom Jesus/Ielusc – guardadas as devidas proporções –, a situação é semelhante. São poucos os programas de bolsas de ensino e a mensalidade é pesada demais para ser paga por famílias pertecentes à classe C. Apesar da aparências, a grande maioria dos estudantes do curso de Comunicação Social do Bom Jesus não são filhos da alta sociedade joinvilense. A maioria precisa pegar ônibus ou se arriscar de bicicleta nos horários de pico. São estudantes de todas as regiões da cidade, que utilizam o transporte coletivo de segunda a sábado.

Na maior cidade do estado, temos uma das tarifas mais caras de Santa Catarina e do Brasil. Isso não seria um indício de que o atual sistema de transporte coletivo não funciona? Ou seja, de que o sistema precisa ser revisto, já que não cumpre sua função social?

Existem exemplos em Santa Catarina e no Brasil, de políticas de transporte que atendem às necessidades dos estudantes com o passe livre sem cobrar a mais de outras categorias de usuários. Qual a mágica situação de nossa “Manchester” que não deixa esse benefício chegar aos nossos estudantes?

Muitos são os cortes de custo das empresas monopolizadoras nestes últimos meses e anos: demissão dos cobradores, criação dos diversos corredores de ônibus, diminuição de linhas, extinção do Pega Fácil e do Linha Direta etc. As empresas alegam que muitas dessas ações surgiram com o argumento de não aumento. Sendo assim, os estudantes devem simplesmente esquecer tais fatos e se resignar ao sistema falido?

O que queremos é dialogar à respeito da qualidade do serviço, para isso, pensamos que o interessante seria uma pesquisa de campo, por parte do representante eleito do povo. Assim, recomendamos que o Prefeito se aventure em tentar embarcar na linha Campus Universitário/ Centro/Norte ou Iririú, por volta das 22:30, em um dia de chuva. Dessa forma, talvez seja possível traçar uma linha da qualidade do serviço prestado aos estudantes com relação à quantidade de ônibus, distância e tamanho do ponto. Obviamente, por se tratar do representante do povo, cremos que sua avaliação será a mesma que a de todos os que utilizam o serviço de transporte público nas condições citadas: que o sistema não funciona, mesmo sendo uma das tarifas mais caras. Quem sabe assim, na base da sensibilização, a classe estudantil da cidade comece a ser respeitada e suas necessidades, interesses e direitos assegurados.

terça-feira, 17 de março de 2009

Novidades sobre o Moviemnto Estudantil da Univille

Algumas novidades sobre o Movimento Estudantil da Univille:
Como a maioria deve saber, estamos sem gestão do DCE desde novembro do ano passado até provavelmente por mais algumas semanas. Quem está tocando o DCE é o CEE e o ex-presidente do CEE se formou, por isso, foi necesário realizar novas eleições para a entidade.
Na ultima sexta-feira, ocorreram as eleições com a presença de 6 cursos, dos 11 que possuem CA ativo na Univille. Os cursos foram: História, Letras, Medicina, Direito, Biologia Marinha e administração. Sem votos contrários os eleitos foram Bruno do 3º ano de História para a presidência, Rafael de Direito para vice, e Felipe e João de Biomar e Medicina para a secretaria.
Ontem, segunda-feira, houve nova reunião e ficou definido um calendário para discussão, apresentação e votação do estatudo, para aí sim, com tudo "legalizado", realizar o processo eleitoral do DCE da Univille.
O CALHEV tem uma proposta de mudança estrutural do estatuto, no que diz respeito à organização hierárquica da entidade. Como a maioria tamém sabe e inclusive vivênciou, a entidade DCE foi alvo de oportunistas e seus interesses partidários nas aultimas gestões. (basta lembrar um ex-presidente colocando seu nome e cargo no DCE em um panfleto de propaganda de uma candidato à prefeito de Joinville, dizendo que o apóia.)
Partindo dessa situação, temos a visão de que acabar com essa diâmica de centralização, com presidente e etc... é uma forma de evita tais oportunismos e sobretudo, evitar que os partidos políticos acabem com o Movimento Estudantil, como vem acontecendo. A idéia e proposta com certeza serão discutidas e aprofundadas nestes próximos dias.

quinta-feira, 12 de março de 2009

MANIFESTO DA FRENTE DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO

A possibilidade de um novo aumento nas tarifas do transporte coletivo levou os movimentos populares, entidades estudantis e organizações partidárias a formar no dia 12 de fevereiro de 2009, a Frente de Luta pelo Transporte Público. Os militantes presentes de diversas organizações aprovaram o seguinte Manifesto:

1. A Frente de Luta pelo Transporte Público nasce em um momento ímpar na história da cidade de Joinville. Depois de várias tentativas, Carlito Merss do PT é eleito sob o discurso da transparência e do diálogo, correspondendo à esperança de mudança na condução da política em nossa cidade. Porém, no início de seu mandato se desenha uma inaceitável contradição: o possível aumento nas tarifas do transporte coletivo.

2. Os governantes da cidade sustentaram até hoje um escandaloso monopólio ilegal no serviço público de transporte coletivo. Tal monopólio inconstitucional se perdura por quarenta anos beneficiando as empresas Gidion e Transtusa. O prefeito Carlito Merss, inclusive, questiona a legitimidade desta concessão através de uma Ação Popular que tramita no judiciário catarinense desde 1996.

3. A tarifa do transporte coletivo de Joinville já atingiu R$ 2,05 (passagem antecipada) e R$ 2,50 (passagem embarcada), se tornando uma das mais caras do Brasil. Este valor inviabiliza a mobilidade urbana, principalmente aos usuários mais humildes. A situação é absurda, pois é mais barato se deslocar dentro da cidade de carro do que de ônibus, o que tem tornado as vias urbanas quase intransitáveis. Mas os empresários do transporte não estão contentes. Eles querem mais um aumento: 12,2%. Isso elevaria a tarifa ao patamar de R$ 2,30. Como se não bastasse, a tarifa embarcada, que é mais um crime contra os usuários, poderá chegar a R$ 2,70.

4. Os empresários ignoram o descontentamento popular que obrigou o tema transporte coletivo ser muito bem pautado nos dois turnos da última campanha eleitoral, com promessas de redução da tarifa para R$ 1,80. Argumentos para reduzir a tarifa não faltam: implantação dos corredores de ônibus, extinção de quase todas as Linhas Diretas, cancelamento de 64 horários no sentido Tupy-Centro e 12 linhas do Pega Fácil.

5. Somando a remuneração de capital R$ 500 mil, o "salário" dos diretores R$ 130 mil e o valor mensal repassado à Passebus R$ 230 mil, os empresários engordam suas contas bancárias em quase um milhão por mês. Se as empresas fossem públicas, estes três itens seriam desnecessários, o que reduziria a tarifa imediatamente para R$ 1,80, conforme prometido na campanha eleitoral.

6. O prefeito Carlito já informou no jornal A Notícia em 11 de fevereiro de 2009, que considera a possibilidade de aumentar no índice da inflação o valor da tarifa. "Minha vontade era dar a inflação, já que eles têm data-base (negociação salarial) em maio", declarou. Mas se esta lógica for levada até o fim, então o prefeito teria que baixar a passagem, já que o valor atual está 109,2% acima da inflação dos últimos 12 anos. Ou seja, de 1996 a 2008, a inflação acumulada no período foi de 132,4% ao passo que a tarifa subiu 241,6%.

7. A declaração do prefeito foi infeliz, já que havia se comprometido durante a campanha eleitoral a discutir os preços da tarifa e no segundo turno, incorporou proposta de outro candidato que falava em reduzir a tarifa para R$ 1,80.

8. A Frente considera positivo o ato do prefeito de disponibilizar a planilha na internet, bem como um blog para o debate. Mas salienta que a discussão não se fechará no aspecto técnico. O transporte coletivo é um serviço público essencial que deve ser garantido a todos que precisam. Porém, essa realidade é impossível com o atual valor da tarifa.
Tendo em vista este Manifesto, a Frente de Luta pelo Transporte Coletivo apresenta para o debate público, o seguinte programa:

Não ao aumento das tarifas de ônibus.

Compreendemos que o aumento das tarifas de ônibus tem apenas um propósito: fazer com que as empresas de ônibus não emagreçam seus lucros. Faz tempo que as empresas Gidion e Transtusa eliminaram mais de quinhentos cobradores. Economizaram ainda com a eliminação do Pega-fácil, com o cancelamento de horários no sentido Tupy-Centro, com a extinção da maioria das Linhas-Diretas, com a implementação dos corredores de ônibus, entre outros. Há motivos suficientes para reduzir a passagem, ao invés de aumenta-la.

Quem mais se prejudica com o aumento das passagens são os trabalhadores – que apesar de terem vale-transporte, pagam o passe dos filhos estudantes – e os trabalhadores informais. Ou seja: a maioria da população joinvilense só tem a perder com o aumento, enquanto quem ganha são apenas duas famílias que se tornaram poderosas com a riqueza adquirida em quarenta anos de monopólio. Por esse motivo, a Frente de Luta pelo Transporte Coletivo diz NÃO AO AUMENTO. Todos os esforços serão envidados para BARRAR essa barbaridade que prejudicará o povo trabalhador.

Não ao subsídio para as empresas de transporte coletivo.

Entendemos que o subsídio às empresas de transporte coletivo nada mais é do que TRANSFERIR dinheiro público para lucros privados. De forma alguma o dinheiro público, fruto de nossos impostos, deve ter outro destino que não seja investimento na educação, saúde, moradia, etc.

Gidion e Transtusa se beneficiam de forma irregular, com exclusividade, mas sem licitação há 40 anos, com um belo pacote de benefícios. Os empresários tentam enganar a opinião pública através de gente da imprensa joinvilense regiamente paga ou patrocinada, afirmando que estão tendo prejuízo. Mentira descarada.

Auditoria nas planilhas realizada por um instituto independente e idôneo.

Não há qualquer confiança nos dados apresentados pelas empresas. Afinal, como acreditar num documento produzido por quem se beneficia de forma irregular através de um monopólio de quarenta anos?

O Movimento Estudantil, ao estudar a planilha há alguns anos, constatou uma série de superfaturamentos nos valores do combustível, pneus, manutenção, entre outros. Para não haver dúvidas sobre os valores, é preciso que a planilha seja submetida a auditoria de técnicos independentes e idôneos.

Auditorias semelhantes foram realizadas em Blumenau (2006), Curitiba e São Paulo, apresentando sempre o mesmo resultado: redução nas tarifas.

O Poder Executivo de Joinville, que é o poder concedente, tem o dever de determinar e custear uma auditoria das planilhas que não deixem qualquer dúvida sobre o custo das empresas e como forma de reduzir os preços das passagens.

Debate do aumento com a população através de audiências públicas e reuniões nos bairros.
Acreditamos que um governo do PT deve abrir a "caixa-preta" do transporte coletivo que estava guardada a "sete chaves" durante tantos anos, através de audiências públicas para ouvir a população. Porém, esse debate não deve ficar restrito à Câmara de Vereadores. O mesmo deve ser promovido nos bairros, universidades, escolas. Se a prefeitura não promovê-los, a própria Frente o fará.

Passe Livre Estudantil sem aumento de tarifa.

O Passe Livre Estudantil é uma reivindicação histórica da juventude de Joinville. O atendimento dessa demanda vai garantir aos estudantes o pleno acesso e permanência à escola, à educação, às bibliotecas, ao cinema, à cultura em geral e aos espaços públicos da cidade.

Metade dos bairros da cidade não tem, por exemplo, escolas de ensino médio. Escolas profissionalizantes dão para contar nos dedos. As faculdades são em regiões centrais ou no Bom Retiro. Como o estudante humilde vai fazer este deslocamento se não utilizar o transporte coletivo? Quantos abandonam as salas de aula por falta de condições financeiras para pagar o transporte? Isso é justo? Isso não contraria os artigos 205 e 206 da Constituição Federal que trata do dever do Estado e da família em garantir o acesso e permanência do estudante à escola?
O Passe Livre jamais poderá acarretar aumento de tarifa para os outros usuários. Ele é um direito, e não uma conta a ser paga por outros setores. O Poder Público que garanta o financiamento deste transporte. Assim estará cumprindo o que diz a nossa Carta Magna.

Criação de uma empresa pública de transporte.

Em 2013 vence a concessão ilegal do transporte coletivo à Gidion e Transtusa. É preciso que o povo trabalhador, os movimentos populares e estudantil, bem como os sérios formadores da opinião pública, defendam o retorno deste serviço para a prefeitura municipal, através da constituição de uma empresa pública de transporte coletivo. Para entender os motivos, basta ler as argumentações e informações escritas acima. Basta do transporte coletivo ser uma fonte de lucro de duas famílias ao custo do suor do povo trabalhador.

Assinam esse programa os seguintes movimentos, entidades e organizações políticas:

Movimento Passe Livre Joinville (MPL) Diretório Acadêmico de Comunicação Social Cruz e Souza (Dacs/Ielusc) Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi (Calhev/Univille) Juventude Revolução (JR) Grêmio Estudantil do João Rocha Grêmio Estudantil do Presidente Médici Grêmio Estudantil do João Colin l União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) Federação das Associações de Moradores de Joinville (FAMJO) Associação dos Praças de Santa Catarina (APRASC) Coletivo Contra Parte Movimento dos trabalhadores na Educação (MOTE) Movimento dos Servidores Públicos Municipais (MOVIMENTAÇÃO) Centro de Direitos Humanos (CDH).

EREH - Encontro Regional dos Estudantes de História


O Cartaz do XI EREH !


EREH -Encontro Regional dos Estudantes de História

Novidades quentíssimas sobre o EREH!

Informações
XI EREH SULENCONTRO REGIONAL DOS ESTUDANTES DE HISTÓRIA
50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANADe Sierra Maestra à Serra Gaúcha

Local: Caxias do Sul - Universidade de Caxias do Sul/ Campus 8
Data: 09 a 12 de Abril de 2009
Organização: Centro Acadêmico dos Estudantes de História/ UCS
Apoio Organizacional: Federação do Movimento Estudantil de História/ FEMEH SUL e Universidade de Caxias do Sul

Programação:

Quinta-feira 09/04/09 (Cidade Universitária)
19:30 – Abertura Oficial com Osvaldo Coggiola / Doutorado pelo École des Hautes Études en Sciences Sociales, França. Pós-Doutor pela USP onde é professor titular.

Sexta-feira 10/04/09 (Campus 8)
08:00 às 12:00 – Credenciamento
12:00 às 13:30 – Almoço
14:00 às 16:30 – Plenária Inicial
17:00 às 18:30 – Atividade Cultural 118:30 às 20:00 – Jantar
20:00 às 22:00 – Palestra com Werner Altman
22:15 – Integração

Sábado 11/04/09
07:30 às 09:00 – Café da Manhã0
9:00 às 10:30 – GD Regulamentação da Profissão de Historiador
10:30 às 12:00 – GD Universidade Brasileira
12:00 às 13:30 – Almoço
14:00 às 16:30 – Debate Temático
17:00 às 18:30 – GD Dicotomia Licenciatura x Bacharelado e o Ensino da História
18:30 às 20:00 – Jantar
20:00 às 22:00 – Palestra com Bolívar Gomes de Almeida/ Membro da Diretoria Executiva da Associação José Martí e professor de História pela FAPA
22:30 – Integração

Domingo 12/04/09
08:00 às 09:30 – Café da Manhã0
9:30 às 12:00 – Comunicações Livres
12:00 às 13:30 – Almoço13:30 – Plenária Final

Inscrições

O valor da inscrição com alimentação e alojamento é de R$35,00 até o dia 03/04/09. As inscrições deverão ser feitas a partir de 16 de março até 03 de abril. Após essa data o valor da inscrição passa a ser R$40,00 e não será garantido a entrega do certificado no fim do encontro nem o Kit EREH. As inscrições deverão ser realizadas por meio do endereço eletrônico do EREH.

Trabalhos

Os interessados em apresentar trabalhos deverão estar inscritos no XI EREH SUL, sendo obrigatório o envio da proposta de comunicação para o e-mail ereh2009@gmail. com, contendo as seguintes informações:

1-Nome completo
2-Instituição
3-Título
4-Resumo (máximo duas laudas)
5-Número da inscrição no evento
Os trabalhos deverão ser da área da História e a apresentação limitada em 15 minutos. Sua aceitação fica condicionada à existência de vagas.

Maiores Informaçõesno site http://www.dceucs/. com.br/ereh2009ou entre em contato com ereh2009@gmail. com

OBS: O site entrará no ar nesta sexta-feira.

quarta-feira, 11 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Líder de ocupação na Zona Oeste do Rio assassinado nessa quarta

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (http://www.apn.org.br/)

A ocupação Terra do Sol, em Santa Cruz, amanheceu manchada de sangue, nessa quarta, 4 de março. O ferroviário aposentado José Carlos de Moraes, um dos líderes do movimento de ocupações da zona oeste do Rio, foi encontrado assassinado às 7:00 com três tiros na porta da sede da associação de moradores do local. Os demais integrantes do movimento suspeitam de crime político. Ninguém presenciou o crime.


Localizada na Av. Brasil, esquina com aterrado do Leme, em Santa Cruz, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, a ocupação Terra do Sol existe desde 22 de junho de 2008. A Polícia Militar há bastante tempo reprime os moradores sob a alegação de prestar segurança. Mais recentemente, a prefeitura do Rio de Janeiro intensificou as represálias ao movimento, segundo informações da comunidade.


José Carlos, de 67 anos, recebeu um tiro na cabeça e dois na barriga. O Teté, como era mais conhecido, destacava-se como o principal articulador do movimento e tinha a função de verificar as áreas abandonadas e sem utilização social para a implementação de novas ocupações. O corpo está no Instituto Médico Legal e deve ser liberado ao meio-dia.

“Conversei com ele às 6:15 da manhã dessa quarta. Poucos minutos depois ele estava morto. A comunidade está chocada. Temos convicção que foi um crime político pois a arama tinha até silenciador, tanto que ninguém ouviu tiro” – afirma Emília da Silva, outra liderança do movimento que continua: “A irmã dele está esperando o corpo ser liberado para providenciar o enterro que deve acontecer no fim da tarde dessa quarta ou na manhã de quinta no cemitério de Campo Grande. Não vamos deixar um ataque desse passar despercebido. Pretendemos fazer uma manifestação solene no enterro do Teté.”

Os responsáveis pela 36ª Delegacia de Polícia Civil e pela Polícia Militar, ambos de Santa Cruz, não foram encontrados pela equipe da Agência Petroleira de Notícias para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Ponto final para as escolas itinerantes dos sem-terra


Depois de 13 anos em atividade, as escolas itinerantes que educam crianças ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em acampamentos no Rio Grande do Sul devem chegar a um ponto final.
Oseu fechamento foi determinado por um acordo do Ministério Público Estadual (MP) com o Piratini, que confirmou ontem o término do convênio com a entidade que contrata e gerencia os professores. Essa decisão é o desfecho de um confronto iniciado há dois anos, quando o Conselho Superior do MP chegou a cogitar a declaração de ilegalidade do MST.
A ideia de banir o movimento dos sem-terra, defendida por uma ala de promotores e procuradores de Justiça do Estado, se fundamentava na interpretação de que a entidade abdicou da luta pela terra para buscar a transformação da sociedade brasileira lançando mão de meios não-pacíficos. A proposta chegou a ser registrada em ata, mas acabou descartada. Um inquérito civil sobre as práticas da organização, porém, continuou em andamento e deu origem a um novo e duro golpe contra o MST gaúcho: a interferência no processo de formação das novas gerações de militantes.Atualmente, conforme estimativa do MP, cerca de 500 crianças e adolescentes estudam em colégios improvisados em acampamentos de lona e madeira.
Em dezembro, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta com a Secretaria Estadual da Educação (SEC) em que o governo se comprometeu a garantir a transferência dos estudantes para a rede pública convencional. Isso significa pôr fim ao convênio que repassa, em média, R$ 16 mil por mês para a ONG Instituto Preservar – a qual se incumbe de gerenciar e pagar cerca de duas dezenas de professores e merendeiras contratados sem necessidade de concurso público e em consonância com o pensamento dos acampamentos.
A assessoria de imprensa da SEC informou ontem que o fim do convênio deverá ser formalizado nos próximos dias, e que está apenas acatando a recomendação do Ministério Público. Devem ser atingidas oito escolas atualmente em funcionamento no Estado, segundo fontes ligadas ao MST. O procurador de Justiça Gilberto Thums sustenta que o fim das escolas é uma medida em defesa das crianças acampadas.
– Esses estabelecimentos não estão alcançando nenhum objetivo pedagógico a não ser servir como fonte de aliciamento. Os filhos dos sem-terra não precisam reproduzir a ideologia dos pais – argumenta.
Para o setor do Ministério Público que repudia as táticas do MST, interferir no processo de formação dos jovens sem-terra é ainda uma maneira de frear o recrutamento de novas fileiras de militantes dispostos a ações que ameaçam a ordem pública. Para líderes identificados com o movimento, como o deputado estadual Dionilso Marcon (PT), trata-se de uma nova estratégia de perseguição política.
– É uma medida de um governo ideologicamente contrário aos pobres. Isso vai prejudicar a educação desses alunos – critica o parlamentar.
A orientação do MP é de que estes estudantes sejam matriculados no estabelecimento mais próximo de onde vivem e tenham garantia de transporte gratuito. Os pais que se negarem a efetuar a matrícula dos filhos menores de 14 anos poderão responder a processo criminal por abandono intelectual.
A mudança contém um forte caráter simbólico. O modelo de educação autônoma nos acampamentos, regulamentado em 1996, nasceu no Rio Grande do Sul e foi exportado para pelo menos outros seis Estados. É visto pelos líderes do MST como uma alternativa à educação “capitalista” e uma maneira de transmitir aos jovens os valores cultivados pelo movimento.

Em reunião da executiva, a UNE convoca o 57º CONEG


O evento deve acontecer de 20 a 22 de março deste ano.

No último domingo (15), às 10 horas, a executiva da UNE se reuniu na sede da entidade em São Paulo para avaliar ações para o próximo semestre. Durante a reunião foi convocado o 57º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG), que deve acontecer entre os dias 20 a 22 de março deste ano, o local definitivo será definido pela executiva da UNE até o dia 07 de março.

O CONEG é a instância deliberativa da UNE, onde têm direito a voz e voto as entidades representativas de Instituições de Ensino Superior (IES) de todos os Estados e do Distrito Federal (DCEs, UEEs e entidades municipais) e também, das Executivas e Federações Nacionais de Curso, devidamente credenciadas.

Para se credenciar como delegado/a, o/a representante da Entidade Geral deverá apresentar no dia e local de recolhimento do Credenciamento: Ata oficial, fornecida pela UNE, para indicação do/a delegado/a e seu/sua suplente, com o quorum mínimo de 50% (cinqüenta por cento) mais 1 (um) dos/as diretores da Entidade que constarem registrados/as na Ata de Posse. Caso tenha havido substituição de membros da diretoria da entidade, será necessário apresentar a Ata de Alteração da Diretoria e o Estatuto da Entidade.

Além de uma cópia da ata de eleição e da ata de posse da diretoria da Entidade Geral, com prazo de mandato em dia. Para entidades que não comprovarem o tempo de duração do mandato, será considerado o prazo máximo de um ano a contar da data da posse da atual gestão e uma cópia do comprovante de matrícula 2009/1 do/a delegado/a e suplente.

Durante a reunião também foi convocada a jornada de lutas, a data ainda será definida.

Divulgando: Palestra Nina Rosa em Joinville


O PT e o aumento da tarifa de ônibus em Joinville – da Social-Democracia ao Neoliberalismo

Em 1980, no colégio Sion em São Paulo, na manhã de 10 de fevereiro, era fundado um partido inédito na história brasileira. Talvez a sua principal característica fosse professar um socialismo livre de amarras e compromissos com a já decadente – tanto política quanto economicamente – União Soviética. Essa recusa ao “socialismo de Estado” não se combinava a um posicionamento acrítico às “democracias ocidentais”, que estavam longe de serem consideradas alternativas. Além disso, esse partido foi capaz de unir, em um momento ímpar da história do Brasil, intelectuais, ex-guerrilheiros autocríticos com a via armada, um largo setor da Igreja Católica e, fundamentalmente, o movimento operário do ABC, que esboçou, desde o início, a dupla recusa – ao bloco capitalista e socialista, ao sindicalismo de negociação e ao sindicalismo etapista do PCB – que então caracterizaria o Partido dos Trabalhadores. Num mesmo palanque Mario Pedrosa, trotskista e um dos principais críticos de arte do país, Apolônio de Carvalho, ex-combatente da Guerra Civil Espanhola e militante histórico do PCB, e Lula, sindicalista cuja ascensão política já era notável e preocupava a ditadura, fazendo parte de um mesmo partido, resultado único – e possivelmente irrepetível – de uma confluência de fatores que ocasionaram a criação de um partido geneticamente operário e apoiado por amplos setores da sociedade civil.

Em que pese, talvez, o “ar romântico” dessa introdução retrospectiva, sobretudo quando iremos tratar de um assunto tão prosaico quanto o aumento da tarifa de ônibus na cidade de Joinville, isso se justifica, pois o pano de fundo do Brasil dos últimos 29 anos foi o Partido dos Trabalhadores e sua prática renovada, cujo fim da ditadura e a resistência ao neoliberalismo são emblemas de sua importância histórica, tanto prática quanto simbólica. O que não implica em dizer que foi o único ator da redemocratização e das primeiras lutas contra as privatizações, mas sim o principal.

Há algumas tentativas de reconstituição do processo que levou o PT de refratário ao neoliberalismo a artífice número um das reformas neoliberais. Não me ocuparei dessas tentativas, pretendo apenas esboçar mais um fato que somente uma explicação global será capaz de dar sentido pleno. Trata-se, strictu sensu, da política de transporte, notadamente coletivo e urbano, aplicada pelo PT entre 89-92 em São Paulo e o que se desenha na prefeitura de Joinville, a partir da posse de 2009. Vinte são os anos que separam esses dois eventos e mais que pressupor um tempo vazio que escoa entre um e outro, trata-se de mostrar as diferenças qualitativas, sem pretender nenhum exercício infrutífero de futurologia.

O governo Luiza Erundina implementou a municipalização do transporte coletivo na São Paulo da transição das décadas de 80 a 90. A efervescência política, cabe mencionar, era enorme: a aprovação de uma constituição muitíssimo superior as anteriores e na qual o PT desempenhou um papel fundamental e a quase eleição de Lula à presidência da República, pregando um susto que as elites do país aprenderam a se defender. A municipalização do transporte consistia em rever as planilhas de custo (o que foi feito por meio de análise técnica do Centro Brasileiro de Planejamento, o CEBRAP) e em suspender as concessões, instituindo um modelo de “frete” com as empresas de transporte, pagando a elas por kilômetro rodado (com vistas a impedir a superlotação que o modelo de pagamento por pessoa ocasiona). A municipalização seria financiada por “impostos progressivos”, pagos pelas parcelas mais ricas da população (IPTU sobretaxado em mansões de luxo, grandes terrenos, terrenos baldios etc.). A municipalização produziu como conseqüência um maior controle público sobre o transporte. As linhas, as rotas, os horários eram decididos pelo poder público em consulta aos movimentos populares da época. A municipalização reforçou, ainda, a empresa pública de transporte de São Paulo que passou a apropriar-se dos ônibus com certo tempo de uso das demais concessionárias (segundo a lógica de que o ônibus foi pago por dinheiro público em X anos e, logo, deve passar ao poder público após pagamento, golpe certeiro na ideia de propriedade privada) e cuja meta era estatização integral do sistema, num prazo previsto de 8 anos – o que gerou protestos de petistas afoitos: queriam uma estatização integral e imediata, sem nenhuma mediação. À época, Lula limitava-se a dizer que não era favorável a “ônibus gratuito”, mas sim que o trabalhador ganhasse um salário suficiente que o permitisse pagar a tarifa. O sentido público da ideia de transporte que se perde nessa fala parece evidente.

Um governo socialista? Socializante, no máximo. Mais e provocativamente: diria que um governo tipicamente social-democrata – embora esse termo tenha um sentido outro quando considerado nos países abaixo da linha do Equador. A social-democracia européia do pós-guerra seria sensível a uma política dessa modalidade. No entanto, no Brasil, autocrático de nascença, a social-democracia só podia nascer pela mão dos trabalhadores – e não das classes médias gelatinosas que supostamente sustentam o PSDB –, e assim foi.

Um projeto piloto de Tarifa Zero, ônibus pago por impostos, mas gratuito diretamente ao acesso da população, foi aplicado em uma comunidade de 200.000 pessoas em São Paulo. Vale lembrar: 200.000 pessoas é uma população maior do que a população de boa parte das cidades catarinenses. O projeto, desnecessário dizer, foi um sucesso.

O epílogo é triste: tudo foi desfeito na gestão seguinte da prefeitura encabeçada por Paulo Maluf, o ex-candidato da linha dura da ditadura ao Colégio Eleitoral contra Tancredo Neves. Não por acaso, o que sobrou da municipalização teve fim pelas mãos de Marta Suplicy, do Partido dos Trabalhadores.

O presente não apresenta, nem de longe, a conjuntura explosiva que precedeu o governo Erundina. Há hoje um consenso em torno de Lula. Pesquisas indicam 70% de aprovação. A reforma neoliberal da previdência aprovada, a trabalhista e a universitária desenhadas, o atrelamento sintomático da CUT e da UNE ao governo, a autonomia do Banco Central e as bravatas de Lula sobre a crise econômica mundial são alguns elementos da situação política do país quando da posse de Carlito Merss na prefeitura de Joinville.

Embora seja mecânico demais supor que a conjuntura determina a política, é certo que há relações entre uma e outra. Carlito Merss, e o PT Joinville de maneira geral, pensam e agem sobre essa inação geral, que é mantida e estimulada, pois agora PT é governo, e, via de regra, governos não querem perturbações. A eleição de Carlito estava esboçada muito antes da campanha e o fator Lula foi fundamental. O PT Joinville sabia disso. As propostas do então candidato Carlito eram notáveis no que se refere à modéstia delas: sem empresa de asfalto, sem empresa pública de ônibus, apenas uma modesta ideia de subsídio ao transporte.
Municipalização? A exemplo da historiografia soviética, cuja característica era apagar traços do passado que comprometessem o presente, uma borracha foi passada na experiência do governo Erundina. O problema do transporte tornou-se amplo demais para ser resolvido nos estritos limites do município: era necessário uma política nacional – se Erundina, o PT São Paulo da década de 90 e os movimentos populares houvessem esperado uma solução de Collor, nada no transporte seria feito; logo, o PT complexifica a questão a ponto de sobrar apenas a modéstia proposta do subsídio.

O transformismo do PT deixou alguns lugares vagos na arena política. Com projetos mais ousados, muito embora ainda aquém dos projetos de São Paulo, Kennedy Nunes e Rodrigo Bornholdt buscaram ganhar espaço com a pauta do transporte. Kennedy menos, Rodrigo mais, o fato é que o PT deixou órfãos, pessoas que se identificaram historicamente com suas propostas e cabia resgata-las, as pessoas e as propostas. Rodrigo, saído do PMDB, refugiou-se sob a história do trabalhismo brasileiro e buscou ser o elo de ligação entre interesses populares e a política. Uma eleição, notou-se, não foi suficiente para reestabelecer esse elo perdido. Ambos apoiaram Carlito, o que quase criou uma situação constrangedora: PP, partido de Paulo Maluf citado acima, e PDT, partido de Carlos Lupi, sucessor opaco de Brizola e Ministro do Trabalho do Governo Lula, com um programa mais à esquerda que o PT na questão transporte.

Carlito foi cuidadoso durante toda a eleição em não se comprometer com nada ousado: o poder estava à vista e quase ao alcance da mão. Após a posse, a ideia de subsídio foi progressivamente abandonada. Primeiro ornada sob belos argumentos políticos: subsídio é tirar dinheiro da saúde e da educação e “doa-lo” para empresas privadas – argumento idêntico do Movimento Passe Livre e, em seguida, da Frente de Luta pelo Transporte Público. A moldura mostrou-se falsa e Nelson Trigo, vice de Kennedy, foi mais claro: há um rombo de 100 milhões de reais na prefeitura, logo, o subsídio está descartado.

As duas últimas declarações de Carlito vão na direção de um aumento que recupere o índice da inflação – “Minha vontade era dar a inflação, já que eles têm data-base (negociação salarial) em maio” (AN, 13/02) – e na democratização da planilha (JND, 16/02). O primeiro argumento é frágil por duas ordens de razões contrárias, que mostram subrepticiamente o que o PT tenta conciliar. Em primeiro lugar, considerado o aspecto verdadeiro da ideia, alguém poderia argumentar, e certamente seriam as atuais concessionárias de transporte, que não faz sentido utilizar a inflação como critério, pois o diesel, insumo cujas reclamações são mais presentes no discurso das empresas, possui uma variação que não se guia pela inflação, de modo que aumentar a tarifa por meio da inflação não recupera os “investimentos” – eufemismo de lucro – das empresas. Nesse caso, há duas alternativas: ou se aumenta a tarifa até a exclusão da imensa maioria dos usuários ou, o que no fundo é o mesmo sob outro aspecto, reconhece-se que o modelo de transporte praticado pelas empresas é antissocial, portanto impraticável e passível de superação. Em suma, e o que é pedir demais a essa altura da quadra histórica, reconhece-se o fracasso do modelo privado de transporte em prover mobilidade à população. Apenas um dado sobre esse ponto: 39 milhões de pessoas são excluídas do transporte coletivo em todo o Brasil em razão da pura e simples falta de dinheiro para pagar a tarifa. 39 milhões é a população, inteira, da Argentina. Parece razoável considerar que o modelo de transporte privado, hegemônico no Brasil, é um fracasso no que se propõe enquanto serviço público: transportar.

Voltando. A inflação, na verdade, se revela um índice mais “democrático” na medida em que os salários dos trabalhadores avançam, em geral, no mesmo ritmo que a inflação – embora isso também seja questionável, há setores do funcionalismo que não tem recomposição salarial há vários anos. Nesse sentido o argumento da inflação, utilizado por Carlito é verdadeiro. Ou melhor: meio-verdadeiro. Cabe radicaliza-lo. O AN de 12 de janeiro mostra que a tarifa aumentou 109,2% acima da inflação. Isso indica que, se a tarifa deve guiar-se por índices inflacionários, ela deve baixar 109,2%, o que levaria seu preço a ser por volta de R$1,17. Assim, o argumento, no limite, extrai conseqüências mais radicais que sua enunciação rápida supõe. O argumento é, por um lado, falso para os empresários; por outro, insuficiente para os movimentos sociais. Em suma, um argumento conciliador que, esquecido o histórico, objetivamente privilegia os empresários.

A democratização das planilhas é um processo muito importante, embora, e isso seja reconhecido pelo próprio prefeito em seu texto de divulgação à população, é insuficiente para democratizar o transporte como um todo. Novamente, a modéstia é a tônica do discurso.

A disparidade entre Carlito e Erundina – ou melhor, até porque o destino político de Erundina é pouco defensável, entre o PT dos fins de 80 para o PT de 2009 – é notável. A aliança entre movimentos sociais e PT, há algum tempo desfeita, simbolicamente pela rejeição a presença de Lula no V Congresso do MST, foi substituída pela aliança com a burguesia nacional – desde os Bogo/Harger até a ACIJ e um projeto de UFSC enquanto “pólo tecnológico”, privilegiando as instalações públicas para um novo processo de acumulação de capital ou, na fórmula da esquerda reformista, “desenvolvimento”. O fantasma da aliança com a burguesia nacional, perseguido à exaustão pelo PCB durante certa época, foi realizado pelo PT – que nasceu da negação do PCB. As “democracias ocidentais” que se tornaram experimentos do neoliberalismo, as quais o PT carregava ojeriza no bojo de suas concepções, também serviram de modelo para o recrudescimento do neoliberalismo nos confins do sistema capitalista – no centro, com o fim da social-democracia, na periferia com a adesão prévia do PT ao programa do inimigo, como definiu o filósofo Paulo Arantes num texto célebre –, cujo protagonismo do PT, no que se refere à cooptação de centrais sindicais e estudantis, demonstrou enfaticamente a viabilidade da aliança burguesia-trabalhadores no que tange à destruição de direitos com mais êxito e alcance hegemônico que Fernando Henrique Cardoso sequer suspeitou. Parece óbvio demais dizer, mas vá lá: nunca há aliança simétrica entre burguesia e trabalhadores, ao contrário, ela é sempre feita em benefício dos primeiros. A hegemonia é o cimento da aliança e FHC não era capaz de articular interesses tão conflitantes. Lula o exato contrário. O PT de Joinville apresenta um movimento similar ao do PT nacional, à diferença dos detalhes.

O transporte é apenas um sintoma. Sintoma de um projeto decadente do ponto de vista da transformação social, mas não de viabilidade eleitoral – o que é outro debate. Se o projeto iniciado no Colégio Sion, cujo aniversário de 29 anos se completou a pouco, mostrou sinais de esgotamento, cabe deixar o que lhe sobrou de vazio – uma sigla e uma estrela – para trás e reconstruí-lo no que ele tinha de melhor. Em Joinville, hoje, reconstruí-lo significa lutar contra o vazio de uma sigla e a opacidade de uma estrela.
Indicação de Leitura de nosso amigo Bruno do 3º ano.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Sobre a Ditadura na Folha

Contribuição do Bruno Bello do 3º ano.
pessoal, chegaram a acompanhar a discussão sobre ditadura na folha ? aí vai algumas cartas de leitores publicadas após um editorial onde a Folha usa termo "ditabranda" para definir a ditadura militar.detalhe, as notas da redação!
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Ditadura

“Golpe de Estado dado por militares derrubando um governo eleito democraticamente, cassação de representantes eleitos pelo povo, fechamento do Congresso, cancelamento de eleições, cassação e exílio de professores universitários, suspensão do instituto do habeas corpus, tortura e morte de dezenas, quiçá de centenas, de opositores que não se opunham ao regime pelas armas (Vladimir Herzog, Manuel Fiel Filho, por exemplo) e tantos outros muitos desmandos e violações do Estado de Direito.

Li no editorial da Folha de hoje que isso consta entre “as chamadas ditabrandas -caso do Brasil entre 1964 e 1985″ (sic). Termo este que jamais havia visto ser usado.A partir de que ponto uma “ditabranda”, um neologismo detestável e inverídico, vira o que de fato é? Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma “ditabranda” ser chamada de ditadura? O que acontece com este jornal?

É a “novilíngua”?Lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo.É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário.”

SERGIO PINHEIRO LOPES (São Paulo, SP)

Nota da Redação - Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional.
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Ditadura
“Lamentável o uso da palavra “ditabranda” no editorial “Limites a Chávez” (Opinião, 17/2) e vergonhosa a Nota da Redação à manifestação do leitor Sérgio Pinheiro Lopes (”Painel do Leitor”, ontem). Quer dizer que a violência política e institucional da ditadura brasileira foi em nível “comparativamente baixo’? Que palhaçada é essa? Quanto de violência é admissível? No grande “Julgamento em Nuremberg” (1961), o personagem de Spencer Tracy diz ao juiz nazista que alegava que não sabia que o horror havia atingido o nível que atingira: “Isso aconteceu quando você condenou à morte o primeiro homem que você sabia que era inocente”. A Folha deveria ter vergonha em relativizar a violência. Será que não é por isso que ela se manifesta de forma cada vez maior nos estádios, nas universidades e nas ruas?”

MAURICIO CIDADE BROGGIATO (Rio Grande, RS)
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“Inacreditável. A Redação da Folha inventou um ditadômetro, que mede o grau de violência de um período de exceção. Funciona assim: se o redator foi ou teve vítimas envolvidas, será ditadura; se o contrário, será ditabranda. Nos dois casos, todos nós seremos burros.”
LUIZ SERENINI PRADO (Goiânia, GO)
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“Com certeza o leitor Sérgio Pinheiro Lopes não entendeu o neologismo “ditabranda”, pois se referia ao regime militar que não colocou ninguém no “paredón” nem sacrificou com pena de morte intelectuais, artistas e políticos, como fazem as verdadeiras ditaduras. Quando muito, foram exilados e prosperaram no estrangeiro, socorridos por companheiros de esquerda ou por seus próprios méritos. Tivemos uma ditadura à brasileira, com troca de presidentes, que não vergaram uniforme e colocaram terno e gravata, alçando o país a ser a oitava economia do mundo, onde a violência não existia na rua, ameaçando a todos, indistintamente, como hoje. Só sofreu quem cometeu crimes contra o regime e contra a pessoa humana, por provocação, roubo, sequestro e justiçamentos. O senhor Pinheiro deveria agradecer aos militares e civis que salvaram a nação da outra ditadura, que não seria a “ditabranda”.”
PAULO MARCOS G. LUSTOZA , capitão-de-mar-e-guerra reformado (Rio de Janeiro, RJ)
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“Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de “ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar “importâncias” e estatísticas. Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi “doce” se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala -que horror!”
MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES , professora da Faculdade de Educação da USP (São Paulo, SP)
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“O leitor Sérgio Pinheiro Lopes tem carradas de razão. O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana.”
FÁBIO KONDER COMPARATO , professor universitário aposentado e advogado (São Paulo, SP)

Nota da Redação - A Folha respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publica algumas dessas manifestações acima. Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua “indignação” é obviamente cínica e mentirosa.

terça-feira, 3 de março de 2009

AULA INAUGURAL DA HISTÓRIA 2009


O cartaz da Aula Inaugural da História 2009. O tema é: "Movimentos Sociais Contemporâneos"

PARTICIPE!


JM, Zine, e Movimento Estudantil na UNIVILLE

Pra reforçar bem e como um guia para entender a atuação do CALHEV, dedicamos esta postagem. Como já conversado em sala, nos utilizamos de publicações e informações pela internet:
o Jornal Mural Herzog, no corredor, que nesta edição contém explicações sobre o CALHEV, imagens de atividades que realizamos, cartazes de atividades que realizamos nos ultimos anos, informativos e convites também.
O Jacu-zine, publicação de bolso (um pequeno jornal) onde são publicados textos de aunos, professores sobre qualquer tema, como também textos de terceiros sobre as movimentações na Univille e na cidade. Ambos os espaços são livres, ou seja: basta dar sua contribuição que será publicado. (Aliás adoramos queando recebemos contricuições, por isso: mãos a obra!)
Temos ainda o blog que também é livre para colaborações, onde procuramos no mínimo informar sobre as lutas estudantis e na cidade, mas qualquer tipo de contribuição é bem vinda.
E nos utilizamos ainda do e-mail, para recados em massa, divulgações e difusão de informações e da comunidade no orkut, aberta às mais variadas discussões.
Para se ter uma idéia das atividades do CALHEV, citaremos algumas realizadas no ultimo ano: CASCA - apresentações culturais, Cine-CASCA - apresentação de filmes, vídeos, curtas, longas, documentários, Palestras debate: com militante do MST, com militante do Movimento Negro, Curso de contação de Histórias, Manutenção do Banco de textos, Grupos de discussão, visita ao Assentamento do MST, participação nas lutas dentro e fora da Universidade como: contra o aumento das mensalidades, contra o aumento do salário dos vereadores, contra o aumento do transporte coletivo, contra o golpe no DCE, dentre outras atividades e lutas.
Reexplicaremos as questões do Movimento Estudantil na UNIVILLE:
- CA (Centro Acadêmico) representação estudantil de cada curso: perante a Universidade, o Departamento, ou como entidade representativa dos estudantes em seus interesses em outros níveis, por exemplo, perante ao poder público.
- CEE (Conselho de Entidades Estudantis) o conselho de todos os CAs, cada um com uma representação e direitos de voz e voto nas decisões de interesse comum ao Movimento Estudantil da UNIVILLE, tem uma relativa autoridade sobre o DCE.
- DCE (Diretório Central dos Estudantes) Entidade máxima de representação estudantil da Univille, que representa os estudantes como um todo frente a Universidade, poder público e etc (ao menos deveria fazer isso) Atualemnte o DCE está sem gestão eleita, e por isso que es´tá à frente é o CEE. Os próximos passos são a rediscussão do estatuto e novas eleições.

BANCO DE TEXTOS DO CALHEV


Sobre o banco de textos do CALHEV: quem quiser conferir os textos basta conversar com alguém do CALHEV, o banco fica na sala do CA, dentro do Departamento. Abaixo a listagem de textos que temos disponível até o momento.


_________


RELAÇÃO DE TEXTOS DISPONÍVEIS
CALHEV – CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE HISTÓRIA EUNALDO VERDI
GESTÃO 5 DE MAIO

CÓDIGO
AUTOR
TÍTULO


ANARQUISMO

ANA001
Desconhecido.
O “verdejar” do ser: o movimento ambientalista.
ANA002
BIONDI, Luigi.
Anarquia e movimento anarquista.
ANA003
ORTELLADO, Pablo.
Um movimento heterodoxo.
ANA004
BOOKCHIN, Murray
Grupos de afinidade.
ANA005
JOYEUX, Maurice
Auto gestão, gestão operária, gestão direta.
ANA006
Desconhecido.
As máscaras e o Black Bloc: a história pré-Seattle
ANA007
BOOKChin, Murria.
Autogestão e tecnologias alternativas.
ANA008
SPOONER, Lysander.
Sobre a democracia representativa.
ANA009
MALATESTA, Errico.
A política parlamentar no Movimento socialista.
ANA010
VILAIN, Eric.
A questão econômica.
ANA011
Coletivo CMI
CMI na Rua – julho / 2004.
ANA012
Coletivo CMI
CMI na Rua – 01/07/2004.
ANA013
Coletivo CMI
CMI na Rua – 02/07/2004.
ANA014
Coletivo CMI
CMI na Rua – 06/07/2004.
ANA015
Coletivo CMI
CMI na Rua – 29/07/2004.
ANA016
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 11/11-2003
ANA017
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 01 / 02 – 2004.
ANA018
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 07/08 – 2003.
ANA019
Centro de contra-informação e material anarquista
Boletim Informativo – 03 / 04 – 2004.
ANA020
Coletivo Domingos Passos – Insurgentes.
Boletim Informativo – 16/11/2003.
ANA021
Coletivo Conversas Libertárias
Boletim informativo – julho 2004.
ANA022
Desconhecido.
Teses sobre a revolução cultural.
ANA023
Desconhecido.
Textos da “iNternacional Situacionista – 1964.
ANA024
GEBORD, Guy.
Introdução à uma crítica da geografia urbana
ANA025
TROTSKY, Leon.
O que é a objetividade histórica.
ANA026
ALBANESE, Spezzano.
Nascimento do FMB.
ANA027
FREEMAN, Jo.
A tirania das organizações sem estrutura.
ANA028
CORREA, Felipe.
A crise política do país – uma visão anarquista.
ANA029
DOLGOFF, Sam.
Sociedades complexas precisam do anarquismo.
ANA030
Coletivo Cambate Anarquista.
Boletim mensal – junho 2004.


CIÊNCIAS SOCIAIS

CSO001
CUCHE, Denys
Cultura e Identidade in A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru:EDUSC. 1999.
CSO002
MATTA, Roberto
A Antropologia no quadro das Ciências. In Relativizando: Uma Introdução a Antropologia Social. 5ª Ed RJ:Rocco, 1997.
CSO003
MORAES, Roque
Fenomenologia: Uma Introdução
CSO004
SANTOS, Bernadete
Cultura Pré Histórica da Ilha de Santa Catarina
CSO005
XAVIER, Uribam
Neoliberalismo como Visão e Mundo In Universidade e Sociedade
CSO006
ARIES, Philippe; DUBY, Georges
Onde A Vida Pública era Privada in História da Vida Privada I. São Paulo: Cia das Letras, 1990
CSO007
JIMENEZ, Marc
Nietzsche e o Espelho Grego In O Que é Estética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
CSO008
BAGDIKIAN, Bem H.
A Rede Sem Fim in O Monopólio da Mídia.
CSO009
GUARESHI, Pedrinho A.
Ética e Meios de comunicação in Comunicação e Poder
CSO010
L. M. Álvaro
A Liberdade in O Que é Ética
CSO011
BORNHEIM, Gerd
O Sujeito e a Norma
CSO012
GUARESHI, Pedrinho A.
Enfoques Críticos ao Estudo da Comunicação in Comunicação e Poder
CSO013
DELEUZA, Gilles
Controle e Devir in Conversações. Ed. 34
CSO014
Desconhecido
Fordismo e Pós-Fordismo
CSO015
VIRILIO, Paul (Entrevista)
Os Motores da História
CSO016
Desconhecido
Comunicação e Contexto Social
CSO017
KUMAR, Krishon
Modernidade e Pós-Modernidade II: A Idéia da Pós-Modernidade in Da Sociedade Pós-Industrial a Pós-Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.
CSO018
CALDAS, Waldenyr.
As duas Versões da Cultura de Massa in Cultura de Massa e Política de Comunicação.
CSO019
WEBER, Max
Ciência e Política das Vocações
CSO020
GARCIA, Nelson Jahr
O Que é Propaganda Ideológica. 10ª Ed. SP.Editora Brasiliense. 1992
CSO021
MARX, Karl
Fundamentos da História in Sociologia. 6ª Ed
CSO022
MORIN, Edgar
Epistemologia da Complexidade in Novos Paradigmas, Cultura e Subjetividade
CSO023
HABERMAS
Arte e Revolução em Herbert Marcuse In Sociologia.
CSO024
LÖWI, Michael
Ideologias e Ciências Sociais: Elementos Para uma Análise Marxista 3ª São Paulo: Cortez. 1985
CSO025
LÖWI, Michael
Positivismo in Ideologias e Ciências Sociais: Elementos Para uma Análise Marxista 3ª São Paulo: Cortez. 1985
CSO026
POPPER, Karl
A Lógica das Ciências Sociais
CSO027
Psicologias
A Multideterminação do Humano: Uma Visão Psicologia
CSO028
Psicologias
A Psicologia Social
CSO029
SFEZ, Lucien
Nascimento do Tautismo in Crítica da Comunicação Social. São Paulo: Loyola, 1994.
CSO030
LIVIA, A. R.
A Atividade Consciente do Homem e Suas Raízes Histórico-Sociais
CSO031
JIMENEZ, Marc
A Heteronomia e Suas Ambigüidades in O que é Estética? São Leopoldo: UNISINOS, 1999
CSO032
MELO, José Marques
Aldeia Global e Cultura Impressa: As Teses de McLuhan
CSO033
Desconhecido
Economia Política in História das teorias de Comunicação
CSO034
CANCLINI, Nestor Garcia
O Consumo serve para pensar in Consumidores e Cidadãos. Rio de Janeiro: UFRJ, 1995.
CSO035
LECHNER, Norbert
Os desafios políticos das mudanças culturais sob a democracia in Novos Estudos Cebrap Nº 68
CSO036
LAKATOS, E. M.
Classes Sociais in Sociologia Geral
CSO037
Folha de S. P.
Biologia Permitirá Controlar o Comportamento Humano
CSO038
GUARESCHI, Neuza Maria; HOENISH, Julio César
Controle Social, alternativas de organização
CSO039
BOETIÉ, Etienne de la
Discurso da Servidão Voluntária. Civilização Brasileira: RJ, 1987
CSO040
PIERSON, Donald
Natureza Humana in Teoria e Pesquisa em Sociologia. São Paulo: Melhoramentos. 1948,1998.
CSO041
LECHNER, Norbert
Os desafios políticos das mudanças culturais sob a democracia in Novos Estudos Cebrap Nº 68
CSO042
CUCHE, Denis
Cultura e Identidade in A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru: Edusc, 1999
CSO043
MARCONI, Maria de Andrade
Cultura e Sociedade
CSO044
FIORI, José Luis
As Palavras e as Coisas
CSO045
Desconhecido
As Ideias fora de Lugar in A vencedor, as Batatas
CSO046
OLIVEIRA, Francisco Carlos
A Praia dos Naufragados e seus ocupantes na tentativa de se traçar um perfil
CSO047
HAUG, Wolfgang
A estética da mercadoria e sua origem na contradição da relação de troca in Critica da Estética da Mercadoria. São Paulo:Unesp, 1997.


DIDÁTICA

DID001
ABUD, Kátia Maria.
O livro didático e a historiografia.
DID002
BALDIN, Nelma.
A história e as orientações teóricas. In: A História dentro e fora da escola. Editora da UFSC.
DID003
BALDIN, Nelma.
Universidade, sociedade e educação: a relação necessária.
DID004
BALDIN, Nelma.
Curso de capacitação docente: O professor universitário.
DID005
WANDERLEI, Luiz Eduardo.
Compromisos filosóficos e políticos do docente. Nin: D’ANTOLA, Arlete. (org.) A Prática docente na Universidade.
DID006
KENSI, Vani Moreira.
Avaliação da aprendizagem. In: Repensando a didática. SP: Papirus, 1996.
DID007
EUGENIA, M ; CASTAÑO, M.
Os objetivos da educação. In: Repensando a didática. SP: Papirus, 1996.
DID008
NADAI, Elza.
O ensino da história e a “pedagogia do cidadão.”
DID009
PEREIRA, Marco Aurelio.
O gibi como recurso didático.
DID010
MASINI, Hélice F. S.
Enfoque fenomenológico de pesquisa em educação.
DID011
Desconhecido.
Projeto educativo
DID012
Desconhecido.
A avaliação do ensino-aprendizagem.
DID013
VASCONCELLOS, Celso dos S.
Planejamento – plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. In: Cadernos pedagógicos Libertad.
DID014
PINSKY, Jaime.
Nação e ensino de história no Brasil.
DID015
Desconhecido.
Projeto sobre ética.
DID016
Estado de Santa Catarina.
Proposta Curricular de História – SC.
DID017
TAMANINI, Elisabete.
Descobrir, coletar, preservar: aspectos da história dos museus. In: TAMANINI, Elisabete. Cadernos do CEON. Chapecó, v14, n.12, dez / 2000.


ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO

EFE001
Desconhecido.
30 anos depois: grandezas e misérias do ensino no Brasil – Capítulo I – Histórico.
EFE002
Desconhecido.
Escola e sociedade do conhecimento.
EFE003
ALVES, Judith Alda
O Planejamento de pesquisas qualitativas em educação. UFRJ Caderno de Pesquisa – SP, 1991.
EFE004
SCHWARTZ, Norberto.
Estrutura e funciomanento do Ensino – noções de direito.
EFE005
CAÍMI, Flávia Eloísa.
Os caminhos da história como disciplina escolar: situando algumas questões (cap I). In: Conversas e controvérsias: o ensino de história no Brasil (1980-1998).
EFE006
MONTEIRO, José Lemos.
Educação brasileira: mito e realidade. PoA, 1980.
EFE007
Desconhecido
Quadro comparativo das novas constituições.
EFE008
Desconhecido
Ficha de leitura (02)
EFE009
BINZ, Jussara Ferreira.
Ensino Supletivo: estrutura, organização e desenvolvimento no RS.
EFE010
Desconhecido
Características organizacionais do ensino de 2º grau.
EFE011
Desconhecido.
Organização Curricular e seus componentes.
EFE012
PIAGET, Jean.
Desenvolvimento Cognitivo.


LIVROS ENCADERNADOS

ENC001
CUNHA, Luiz Antônio.
A universidade temporã. RJ: Ed. Francisco Alves, 1986.
ENC002
SABINO, Fernando.
O outro gume da faca. SP: Ed. Ática, 1997.
ENC003
MÉSZÁROS, Istavàn
Produção destrutiva e estado capitalista. SP: Ed. Ensaio, 1996.
ENC004
RAMONET, Ignácio.
Geopolítica do Caos. RJ: Vozes, 1998.
ENC005
Desconhecido.
Seleção de textos de História Moderna.
ENC006
ALVES, Rubem.
A escola com que sempre sonhei. Sem imaginar existir. SP: Papirus, 2002.
ENC007
CANDAU, Vera Maria.
Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisas. RJ: DP&A, 2000.
ENC008
BAHIA, Juarez.
Jornal, história e técnica: as técnicas do Jornalismo. SP: Ática, 1990.
ENC009
AZEVEDO, Maria L. M.
Alfabetização hoje. Fundamentos teóricos da alfabetização.
ENC010
FILHO, Eduardo Sucupira.
Introdução ao pensamento dialético. SP: Ed. Alfa-Ômega, 1991.
ENC011
RODRIGUES, Leôncio Martins.
Sindicalismo e classe operária. (1930-1964) In: História Geral da Civilização brasileira. RJ: Bertrand Brasil, 1995.
ENC012
GENTILI, Pablo.
Cultura, política y currículo: Ensaios sobre la crisis de la escola pública.
ENC013
CAMPOS, Edmundo.
Sociologia da Burocracia. RJ: Zahar.
ENC014
MARX, Karl.
Manuscritos econômico filosóficos.
ENC015
Desconhecido.
Textos relacionados à sala de aula – ECS.


FILOSOFIA

FIL001
ADORNO, T.W.
A Industria Cultural
FIL002
GRAMSCI, Antonio
A Construção de uma Nova Hegemonia
FIL003
CHAUÍ, Marilena
Brasil – Mito Fundador e Sociedade Autoritária
FIL004
HADDAD, Fernand
Neonazismo e multiculturalismo
FIL005
CARRASCO, Alexandre de Oliveira; FURTADO, Joaci Pereira
Entrevista com Marilena Chauí
FIL006
BOCAYUVA, Izabela Aquino
Razão e Criação: Antagonismo e Similitude na Dialética do Esclarecimento de Adorno e Horkheimer
FIL007
CHAUÍ, Marilena
Merleau-Pounty: Obra de Arte e Filosofia
FIL008
BAUER, Cibele
A Lnguagem Figurada em Ana Maria César
FIL010
SANTOS, Milton
A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo. Razão e Emoção
FIL011
TEIXEIRA, Francisco José Soares
O Sistema Hegeliano in Economia e Filosofia no Pensamento Político Moderno
FIL012
MARCONDES, Danilo
A Formação do Mundo Ocidental
FIL013
Desconhecido
Resposta a Pergunta: Que é “esclarescimento”?
FIL014
ADORNO, T.W
Educação Após Auschwitz
FIL015
CHAUÍ, Marilena
Público, Privado, Despotismo
FIL016
MARCONDES, Danilo
As Origens in Introdução a História da Filosofia
FIL017
CHAUÍ, Marilena
Conformismo e Resistência
FIL018
ADORNO, T.W.
O Ensaio como Forma
FIL019
ASSMANN, Selvino José
Globalização como Fato e Ideologia in Revista de Política e Cultura Ulysses
FIL020
Kant, Immanuel
A Paz Perpétua e Outros Opúsculos. Lisboa: Edições 7.
FIL021
EPICURO
Vida e Obra
FIL022
BOBBIO, Norberto; BOVERO, Michelangelo
Sociedade e Estado na Política Moderna. São Paulo: Brasiliense
FIL023
BOBBIO, Norberto
Teoria da obrigação in Direito e Estado no Pensamento de Emanuel Kant. Editora da Universidade de Brasilia
FIL024
ASSMANN, Selvino José
Os Sofistas
FIL025
ASSMANN, Selvino José
A Filosofia Contemporânea: Alguns Exertos
FIL026
ASSMANN, Selvino José
Immanuel Kant
FIL027
ASSMANN, Selvino José
Estoicismo e Helenização do Cristianismo in Revista de Ciências Humanas Nº15 Março 1994
FIL028
Matos, Olgária
Materialismo e Moral in A Escola de Frankfurt: Luzes e Sombras do Iluminismo. São Paulo: Editora Moderna
FIL029
FLICKINGER, Hans Georg; NEUSER, Wolfgang
A Teoria de Auto-Organização. Porto Alegre: EDIPUCRS. 1994
FIL030
ANTISER, Dario; REALE, Giovanni
John Locke e a Fundação do Empirismo Crítico in Historia da Filosofia. São Paulo: Paulus,1990.
FIL031
DESCARTES, René
Discurso do Método in Os Pensadores. SP: Nova Cultural, 1988
FIL032
Desconhecido
Aristóteles e Platão
FIL033
SILVA, Juremir Machado
Derrida Desconstrói o Esqueleto Marxista
FIL034
Desconhecido
Manuscrito de Filosofia
FIL035
SARTRE, Jean Paul
O Existencialismo é Um Humanismo
FIL036
DESCARTES, René
Meditações
FIL037
PLATÃO
Protágoras
FIL09
BENJAMIN, Walter
O Narrador


HISTÓRIA DA ÁFRICA E ÁSIA

HAA001
MACKENZIE, J. M.
A Partilha da África 1880-1900
HAA002
RIBEIRO, Darcy
A Revolução Mercantil


HISTÓRIA DA AMÉRICA

HAM001
Desconhecido
A economia e a sociedade rural na América do sul Espanhola no período colonial. In: As estruturas econômicas e sociais: A América Espenhola. Cap. 05.
HAM002
Claudio Perani entrevista Frei Beto.
Democracia na América Latina. Cadernos do CEAS , n. 147. Setembro / outubro, 1993.
HAM002
PERANI, Cláudio
Democracia na América Latina: Entrevista com Frei Beto. Cadernos do CEAS – Centro de Estudo e Aça Social nº147. Setembro/outubro 1993.
HAM003
FAVRE, Henri
A civilização Inca. RJ: Jorge Zahar, 1990.
HAM004
SYRETT, Harold. (org)
Documentos históricos dos EUA. SP: Cultrix, 1980.
HAM005
VAINFAS, Ronaldo.
Economia e sociedade na América Espanhola. RJ: Graal, 1984.
HAM006
Desconhecido.
O Movimento para a independência.
HAM007
SOUSTELLE, Jacques.
A civilização Asteca. RJ, Zahar, 1987.
HAM008
CAMPOS, Raymeundo.
História da América. A Civilização Espanhola.
HAM009
Desconhecido
A Crise Geral das culturas americanas.
HAM010
MOTTA, Carlos Guilherme.
História de um silêncio: a guerra contra o Paraguai (1984-1870) 130 anos depois.
HAM011
GENNARI, Emilio.
As comunidades zapatistas escreveram a história.
HAM012
BETHELL, Leslie
A População da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM014
BETHELL, Leslie
O Desenvolvimento Urbano da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM015
BETHELL, Leslie
A Economia e a Sociedade Rural da América do Sul Espanhola no Período Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM016
BETHELL, Leslie
Aspectos da Economia Interna da América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM017
BETHELL, Leslie
As Sociedades Indígenas Sob o Domínio Espanhol
HAM018
BETHELL, Leslie
A Literatura e a Vida Intelectual na América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM019
RIBEIRO, José Hamilton
De Cabeza de Vaca a cabeça-debagre
HAM020
VAINFAS, Ronaldo
Colonialismo e Idolatrias: Cultura e Resistência Indígenas no Mundo Colonial Ibérico
HAM021
BETHELL, Leslie
A Mineração na América Espanhola Colonial In História da América Latina: A América Latina Colonial
HAM022
MORAGA, H.G.
O Estado nas Sociedades dependentes. Lisboa:Presença. 1977
HAM023
WEFFORT, Francisco C.
A América Errada (Notas sobre democracia e a modernidade na América Latina em Crise) in Lua Nova: Revista de Cultura e Política Nº21
HAM024
PERGALLI, Enrique
A destruição das Altas Culturas: Civilizaçã contra a Barbárie in A América que os Europeus Encontraram, 12 Ed. São Paulo: Atual, 1994.
HAM025
SOLA, José Antônio
Os Índios Norte-Americanos: Cinc Séculos de Luta e Opressão. São Paulo:Moderna1995
HAM026
HUBERMAN, Leo
O Norte Manufatureiro in Historia da Riqueza dos EUA. 4ªed. São Paulo: Brasiliense, 1987
HAM027
PRADO, Mª Ligia
A Formação das Nações Latino-Americanas.
HAM028
KUNZE, José Dionicio
A Agroindústria Artesanal Familiar do Município de Joinville
HAM029
KARNAL, Leandro.
Estados Unidos: A Formação da Nação


HISTÓRIA ANTIGA

HAN001
CHILDE, V. Gordon
A Revolução Urbana na Mesopotâmia. In: O que aconteceu na História. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. (pg94-118).
HAN002
CHILDE, V. Gordon
A Revolução Urbana. In: PINSKY, Jaime. Modos de Produção na Antiguidade. São Paulo: Global, 1982. (pg25-59)
HAN003
LISSNER, Ivar
Fenícia, gente sempre apressada. In: Assim Viviam nossos Antepassados. Belo Horizonte: Itatiaia, 1968. (pg93-119)
HAN004
SARAIVA, Javier
O Caminho de Israel. (Os fatos da História de Israel em 8 etapas). São Paulo: Paulinas, 1994.
HAN005
Desconhecido
Os Hebreus.
HAN006
PINSKY, Jaime
As primeiras Civilizações. 20ª edição. São Paulo: Contexto, 2001.
HAN007
PESSANHA, José Américo Motta.
As delícias do Jardim.
HAN008
PIETTRE, Bernard.
A Grécia Antiga. In: PIETTRE, Bernard. A República – livro VII.
HAN009
PINSKY, Jaime.
Os Hebreus. PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. Cultura e civilização: egipcios, mesopotámicos e hebreus. A divisão sexual do trábalo. SP: Atual, 1987.
HAN010
PINSKY, Jaime.
Mesopotâmia. PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. Cultura e civilização: egipcios, mesopotámicos e hebreus. A divisão sexual do trábalo. SP: Atual, 1987.
HAN011
LEHMANN, Henri.
Introdução: as civilizações pré-colombianas. LEHMANN, Henri. As civilizações pré-colombianas. RJ: Bertrand Brasil, 1990.
HAN012
ARIES, PHILIPPE ; DUBY, Georges
Trabalho, ocio. In: ARIES, PHILIPPE ; DUBY, Georges. História da vida privada I. SP: Cia das Letras, 1990.
HAN013
GRIMAL, Pierre.
CONCLUSÃO. In: GRIMAL, Pierre. A Civilização Romana. Lisboa: edições 70, 1993.
HAN014
VERCOUTTER, Jean.
O Egito no tempo e no espaço. VERCOUTTER, Jean. O Egito Antigo. SP: Difel, 1993.
HAN015
FUNARI, Pedro Paulo.
Quem eram os gregos? FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. SP: Contexto, 2001.
HAN016

A Experiencia religiosa. In: CAHILL, Thomas, A Dádiva dos Judeus. RJ: Objetiva, 1999.
HAN017
Desconhecido.
História da Vida Privada: A Antiguidade tardia. O Elitismo Pagão.
HAN018
Virgílio
Excertos de Eneida.
HAN019
LEONI, G. D.
A época de Augusto. In: LEONI, G.D. A Literatura de Roma. SP: Nobel, 1954.
HAN020
Thomás de Aquino.
As doutrinas políticas durante a segunda fase das lutas entre o papado e o imperio. As comunas e os domínios senhoriais.
HAN021
Desconhecido.
Retorno aos pré-socráticos.
HAN022
Desconhecido.
Platão (-427 – 347): Da republica as leis. A cidade Estado.


HISTÓRIA DA ARTE

HAR001
OLIVEIRA, Mirtes Cristina
Viajando pelo modernismo. Material instrucional da Videoteca Arte na Escola.
HAR002
Desconhecido
Realismo e impressionismo. (capítulo II) In: História da Arte.
HAR003
Desconhecido
A pintura e a escultura no século XX (capítulo IV) In: História da Arte.
HAR004
BRETON A.
Manifesto do Surrealismo.
HAR005
BENJAMIN, Walter.
O surrealismo.
HAR006
HEIDEGGER, Martin.
Trecho de “A origem da obra de arte”. In: DUARTE, Rodrigo (org.) O belo autônomo. Belo Horizonte: UFMG, 1999.
HAR007
BENJAMIM, Walter.
A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. RJ: Paz e terra, 1990.
HAR008
CARRASCOSA, João.
A arte e a técnica de criar ambientes em indústrias.
HAR009
PARCHALK, Guinter.
Cor: Os sistemas de formação.
HAR010
GOLERG, Mécislas.
Projeto do novo teatro de arte.
HAR011
COPEAU, Jacques.
Apelo do teatro à poesia.
HAR012
COPEAU, Jacques.
O teatro do Vieux Colombier
HAR013
COPEAU, Jacques
Convite ao poeta cômico.
HAR014
Desconhecido.
Manifesto do Senhor Antipirina.


HISTÓRIA DO BRASIL

HBR001
BRUM, Argemiro.
A tentativa de um modelo de desenvolvimento Nacional e autônomo. In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR002
BRUM, Argemiro.
O desenvolvimento Jucelenista: “Cinqüenta anos em cinco” In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR003
BRUM, Argemiro.
O desenvolvimento Jucelenista: “Cinqüenta anos em cinco” In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR004
BRUM, Argemiro.
As contradições do desenvolvimeto In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR005
BRUM, Argemiro.
O Projeto Brasil Potência Mundial Emergente. In: O desenvolvimento econômico brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990.
HBR006
REZENDE, Antonio Paulo.
A tutela estatal (1928-1945) In: História do Movimento operário no Brasil (cap. 3)
HBR007
ALVES, Jucélia. Et all.
O contexto econômico da escravidão no Brasil.
HBR008
ALVES, Maria Helena M.
A criação do serviço nacional de informações. In: Estado e oposição no rasil (1964-1984) Petrópolis: Vozes, 1989.
HBR009
CHAUÍ, Marilena.
Cultura popular e autoritarismo. In: Conformismo e resistência. SP: Brasiliense, 1989.
HBR010
HOLLANDA, Sérgio Buarque de.
Raízes e rizomas do Brasil. In: VELOSO, Mariza & MADEIRA, Angélica. Leituras brasileiras: itinerários no pensamento social e na literatura. RJ: Paz e Terra, 1999.
HBR011
MENDONÇA, Sõnia Regina de.
Estado e economia no período de 1955 – 1964. In: Estado e economia no Brasil: opções de desenvolvimento. Graal, s./d.
HBR012
Desconhecido
Uma palavra instável.
HBR013
CARVALHO, José Murilo de.
O Encobrimento do Brasil. Especial para a folha.
HBR014
BAUER, Cibele.
Crítica e recepção estética em três autoras na literatura brasileira pós-moderna.
HBR015
FERREIRA, Jorge.
Vargas e o imaginário do povo: estado e cultura política popular (1930-1945) In: MARTINS, Ismênia de Lima et all. (orgs.) História e cidadania. SP: Humanitas publicações/FFLCHUSP; ANPUH, 1998.(Anais do XIX Simpósio nacional da ANPUH)
HBR016
CAPELATO, Maria Helena.
Propaganda política e construção da identidade nacional coletiva.
HBR017
SEVCENKO, Nicolan
O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso. In: História da Vida privada no Brasil. V. 3. SP: Cia das Letras, 1998.
HBR018
NETO, Wenceslau Gonçalves.
Modernizações sem participação: transformações na política brasileira a partir dos anos 60. In: MARTINS Ismael de Lima et all. História e Cidadania. SP: Humanitas publicações (Anais do XIX Simpósio Nacional da ANPUH)
HBR019
WEHLING, Arno & WEHLING Maria José.
A economia colonial. In: Formação do Brasil Colonial. RJ: Nova Fronteira, 1994.
HBR020
JANCSÓ, Istúan.
A sedução da Liberdade: Cotidiano e contestação política no final do século XVII. In: NOVAIS, Fernando. História da Vida privada no Brasil. SP: Cia das Letras, 1997.
HBR021
YONAMAMI, Davi Kopenava & ALBERT, Bruce.
Descobrindo os brancos.
HBR022
FAUSTO, Boris.
A presença Inglesa. In: História Geral da Civilização Brasileira: o Brasil republicano. Vol. 3 SP: DIEFEL, 1983.
HBR023
COSTA, Emilia Viotti da.
Política de terras no Brasil e nos EUA. In: Da monarquia à república: momentos decisivos. SP, 1997.
HBR024
RODRÍGUEZ, José Honorio.
Vocabulário Político e social. In: Independência: revolução e contra revolução: a evolução histórica. RJ, 1975.
HBR025
LOPES, Maria I. V.
A institucionalização dos estudos de comunicação no Brasil
HBR026
FELIPE, Diva
Atividades com mapas de história 1: Brasil Colônia. São Paulo: FTD, 1994.
HBR027
Desconhecido
A reforma agrária na nova república. In: LISBOA, Teresa Kleba. A luta dos sem terra no oeste catarinense.
HBR028
Desconhecido
Primeira fase do desenvolvimento industrial (1980-1914). In: CUNHA, Idaulo José. Evolução Econômica-Industrial de Santa Catarina. Florianópolis: FCC, 1982. (pg. 78-117).
HBR029
THIAGO, Raquel S.
Fourier: utopia e esperança na península do Saí. Blumenau: Editora da FURB; Florianópolis: Editora da UFSC, 1995. (pg. 50-153).
HBR030
Desconhecido
A imigração alemã no século XIX. In: HERING, Maria Luiza R. Colonização e Indústria no Vale do Itajaí. O modelo Catarinense de desenvolvimento. Blumenau: Editora da FURB, 1987. (pg. 24-39).
HBR031
Desconhecido
A tentativa de um modelo de desenvolvimento nacional e autônomo (1930-1964) In: BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis: Vges, 1990. ( pg. 81-121).
HBR032
Desconhecido
O modelo de desenvolvimento associado e dependente: do “milagre” à crise. In: BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis: Vges, 1990. (pg. 149-175)
HBR033
Desconhecido
Portugal e Brasil no século do ouro. In: MAESTRI, Mário. Uma história do Brasil Colônia. (pg. 127-143).
HBR034
PETRONI, Maria Tereza Schorer
Imigração (cap.III).
HBR035
Desconhecido
Razões da Colonização do Sul do Brasil a partir de 1748. In: CARUSO, Mariléia Miteal; CARUSO, Raimundo C. Mares e longínquos povos dos Açores. Florianópolis: Insular, 1996. (pg. 53-61)
HBR036
DINIZ, Eli
O Estado Novo: estrutura de poder relações de classes. In: FAUSTO, B. (org.) 3 ed. São Paulo: Difel, 1986.
HBR037
WORSTER, Donald
Para fazer história ambiental.
HBR038
COELHO, Ilanil
Cotidiano Colonial: uma leitura da cultura material.
HBR039
Desconhecido
Texto base: As crianças no Brasil Colonial.
HBR040
Desconhecido
Sexualidade no Brasil Colônia: Moralidades e Preconceitos
HBR041
CAPELATO, Maria Helena Rolim
Estado Novo: novas histórias. In: FREITAS, Marcos Cezar de (org.). Historiografia Brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto. 1998.
HBR042
Desconhecido
Formação Econômica do Brasil: a tentativa de um modelo de desenvolvimento nacional e autônomo. ( 1930-1964).
HBR044
FURTAdo, Joaci Pereira
O mito da inconfidência mineira e as cartas chilenas.
HBR045
SORLIN, Pierre.
Indispensáveis e enganosas, as imagens, testemunhas da história. In: Estudos históricos. RJ v. 7 n. 13, 1994.
HBR046
KORNIS, Mónica Almeida.
História e cinema: um debate metodológico. In: Estudos históricos. RJ. V 5, n.10, 1992.
HBR047
Silva, Francisco C. T. Da.
A Modernização autoritária: do golpe militar à redemocratização. In: LINHARES, Maria YEDDA. História geral do Brasil. RJ: Campus.
HBR048
Silva, Francisco C. T. Da.
Brasil em direção ao século XXI In: LINHARES, Maria YEDDA. História geral do Brasil. RJ: Campus.
HBR049
Desconhecido.
Início da Agricultura.
HBR050
PESAVENTO, Sandra Jatahy.
O país transforma-se. In: A Revolução Federalista.
HBR051
PETRONE, Maria Thereza Schorer.
SP: a pequena propriedade como isca para atrair imigrantes. In: O imigrante e a pequena propriedade.
HBR052
Desconhecido.
África-América: Tráfico infernal. In: uma história do Brasil.
HBR053
MAZZEO, Antonio Carlos.
A penetração dos monopólios. In: Burguesia e capitalismo no Brasil.
HBR054
MONTEIRO, Duglas Teixeira.
Um confronto entre Juazeiro, Canudos e Contestado. In: História Geral da Civilização Brasileira.
HBR055
CARVALHO, José Murilo de.
A dialética da ambigüidade. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR056
CARVALHO, José Murilo de.
Os partidos políticos imperiais: composição e ideologia. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR057
CARVALHO, José Murilo de.
A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR058
BIRO, Cali Regina.
Pontilismo: um projeto alternativo RS – 1889-1930. PoA, 1986.
HBR059
FAUSTO, Boris.
História do Brasil.
HBR060
MOZZEO, Antonio Carlos.
Burguesia e capitalismo no Brasil
HBR061
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. (org)
Caras e modos dos migrantes e imigrantes. In: História da vida privada no Brasil: Império: a corte a modernidade nacional. SP: Cia das Letras, 1997. v.2.
HBR062
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. (org)
Vida privada e ordem privada no Brasil. In: História da vida privada no Brasil: Império: a corte a modernidade nacional. SP: Cia das Letras, 1997. v.2.
HBR063
SCHWARCZ, Lilia Moritz.
A roupa nova do rei. In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998.
HBR064
SCHWARCZ, Lilia Moritz
A monarquia vai cair. In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998
HBR065
ORICOCHEA, Fernando.
A organização das milícias patrimoniais. In: O minotauro imperial. SP: DIFEL, 1978.
HBR066
HOLLANDA, Sérgio Buarque de.
O exército e o império. In: Brasil monárquico: declínio e queda do império. História Geral da Civilização brasileira. RJ: Bertrand Brasil, 1995.
HBR067
MOTTA, Carlos Guilherme da. (org.)
Balanço das transformações econômicas do século XIX. In: Brasil em perspectiva – corpo e alma do Brasil. RJ: Difel, 1978.
HBR068
CARVALHO, José Murilo de.
Os partidos políticos imperiais: composição e ideologia. In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR069
BARROS, R. S. M.
Vida religiosa. In: Hollanda S. B. História Geral da Civilização brasileira. RJ: Bertrand Brasil, 1995
HBR070
FAORO, Raymundo.
Existe um pensamento político brasileiro? SP: Ática, 1994.
HBR071
SCHWARCZ, Lilia Moritz.
Um monarca Itinerante.In: As barbas do imperador: D. Pedro II um monarca nos trópicos. SP: Cia das Letras, 1998
HBR072
MOTTA, Carlos Guilherme da. (org.)
Introdução ao estudo da emancipação política do Brasil. In: Brasil em perspectiva – corpo e alma do Brasil. RJ: Difel, 1978.
HBR073
Desconhecido.
O imperador viajante: D. Pedro II redescobre o Brasil – Proposta educativa.
HBR074
CALDEIRA, Jorge (et. al.)
A carta-testamento de Getúlio Vargas. In: Viagem pela história do Brasil. SP: Cia. Das Letras, 1987.
HBR074
CARVALHO, José Murilo de.
Elites políticas e a construção do estado In: A Construção da Ordem – a elite política imperial. RJ: Campus, 1980.
HBR075
Desconhecido.
O que é história oral? In: Manual de história oral.
HBR076
CAPELATO, Maria Helena Rolim.
Estado Novo: novas histórias.
HBR077
COELHO, Ilanil.
É proibido ser alemão: É tempo de abrasileirar-se – governo de Vargas e a Nacionalização em Joinville.
HBR078
NOVAIS, Fernando.
A crise do antigo sistema colonial. In: Portugal e Brasil na Crise do Antigo sistema colonial (1777-1808) SP: Editora Huatec, 1983.
HBR079
Desconhecido.
Economia escravista de agricultura tropical – séc. XVI e XVII In: Formação econômica do Brasil.
HBR080
QUEIROZ, Suely Robles.
A escravidão negra em debate. In: FREITAS, Marcos Cezar de. (org.) Historiografia Brasileira em perspectiva. Contexto, 1998.
HBR081
WEHLING, Arno; WEHLING, Maria.
O funcionário colonial entre a sociedade e o rei. In: PRIORE, Mary Del. Revisão do Paraíso. Ed. Campus. RJ, 2000.
HBR082
FALCON, Francisco.
A problemática Ibérica. In: A época pombalina (política econômica e monarquia ilustrada) Ática: SP, 1982.
HBR083
RUSSEL-WOOD, A. J. R.
Centros e periferias do mundo luso-brasileiro (1500-1808) Revista Brasileira de história ANPUH. SP. V. 18, n 36, 1998.
HBR084
CARDOSO, Ciro Flamariom.
A crise do colonialismo luso na América portuguesa (1750-1822) In: LINHARES, M. S. História Geral do Brasil. RJ: Campus, 1996.
HBR085
MATTOSO, Kátia.
Ser escravo no Brasil.
HBR086
VAINFAS, Ronaldo.
Inquisição, moralidades e sociedade colonial. In: Trópico dos pecados: moral, sexualidade e inquisição no Brasil. RJ: Campus, 1989.
HBR087
FURADO, Junia Ferreira; VENANCIO, Renato Pinto.
Comerciantes, tratantes e mascates. In: PRIORE, Mary Del. Revisão do Paraíso. RJ: Campus, 2000.
HBR090
BARRERAS, Maria José Lanziotti.
Processo de emancipação política do Brasil.
HBR091
SAES, Décio.
Introdução. In: A formação do estado burguês no Brasil. (1888-1891) 2 ed. RJ: Paz e Terra, 1990.
HBR092
BOSI, Ecléa.
Memória da Cidade: Lembranças Paulistas.
HBR093
GOÉS, Marta.
Matéria Istoé: sobre ser brasileiro.
HBR094
SALLUM, Brasílio; KUGELMAS, Eduardo.
O Leviatã acorrentado: a crise brasileira dos anos 80.
HBR095
PINTO, Virgilio Noya.
Alanço das transformações econômicas no séc. XIX. In: Brasil em perspectiva. SP: Difusão européia do livro, 1973.
HBR096
BITTENCOURT Circe.
As “Tradições nacionais” e o ritul das festas cívicas.
HBR097




HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA

HCO001
HABERMAS
A Família burguesa e a institucionalização de uma esfera privada referida à esfera pública. In: CANEBACCI, Massimo. (org.) Dialética da Família. Ed. Brasiliense, 1981.
HCO001
HABERMAS
A Família burguesa e a institucionalização de uma esfera privada referida à esfera pública. In: CANEBACCI, Massimo. (org.) Dialética da Família. Ed. Brasiliense, 1981
HCO002
Desconhecido
Globalização e caminhos alternativos para o desenvolvimento. In: ALCOFORADO, Fernando. Globalização. SP: Nobel, 1997.
HCO002
Desconhecido
Globalização e caminhos alternativos para o desenvolvimento. In: ALCOFORADO, Fernando. Globalização. SP: Nobel, 1997
HCO003
ALVES, Giovani
Nova Ofensiva do Capital, crise do sindiaclismo e as perspectivas do trabalho no Brasil nos anos noventa. In: TEIXEIRA, Francisco; OLIVEIRA, Manfredo (orgs.)
HCO003
ALVES, Giovani
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FERREIRA, Oliveiros S.
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HISTÓRIA MEDIEVAL

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ANDERSON, Perry
O Modo de Produção Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg163-171)
HME003
ANDERSON, Perry
O Modo de Produção Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg163-233)
HME004
ANDERSON, Perry
A Dinâmica Feudal. In: Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Afrontamento, 1989. (pg204-234)
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Epílogo sobre o passado e o Presente. In: Origens da Idade Média. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. (cap. 5 pg141-155)
HME006
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HME007
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ASSMANN, Selvino José
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LE GOFF, Jacques
O Historiador e o Homem Quotidiano. In: Para um novo conceito de idade média. (pg. 313-323)
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HISTÓRIA MODERNA

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Introdução. In: Rebeldes Primitivos: estudos de formas arcaicas de movimentos sociais no século XIX e XX. RJ: Zahar, 1978.
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HISTÓRIA PRÉ-COLONIAL

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Introdução: nomenclatura das culturas pré-históricas americanas e sua adaptação no Brasil. In: Arqueologia brasileira. Brasília: Ed. UNB, 1992.
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Símbolo y simbolizacion – La diferencia simbólica. Para uma lectura intercultural Del símbolo.
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Desconhecido
Caça e coleta – oficina.
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Sobre Pré-história.


HISTÓRIA DE SANTA CATARINA

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ROSA, Hélio Teixeira da
A História da Música. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 155-175.
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Historiografia Catarinense: uma introdução ao debate. Revista Catarinense de História. Nº 02 – 1994. Editora Terceiro Milênio. Pg. 5-15.
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Desconhecido
Editorial do número piloto do “Kolinie-Zeitung” 20/12/1862. Tradução: Elly Herkenhoff
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S. THIAGO, Raquel
Clube Joinville, Patrimônio a preservar – Jornal A Notícia – 15/04/1987.
HSC010
MACHADO, Michele Cristine; SILVA, Janine Gomes da
Por uma História de Religião: A igreja Presbiteriana em Joinville – 1920/1950.
HSC011
S. THIAGO, Raquel
Colonização Açoriana.
HSC011
NETO, Wilson de Oliveira; GUEDES, Sandra P. L. de Camargo
“Aberto pela Censura!” A Censura postal em Joinville entre 1938 e 1945.
HSC012
S. THIAGO, Raquel
Manifestações republicanas em SC.
HSC012
FERNANDES, Tatiana Costa; GUEDES, Sandra P. L. de Camargo
Costura, Costureira e Confecção: A indumentária em Joinville de 1920 a 1950.
HSC013
MARTINS, Francine Cristina; SILVA, Janine Gomes da
A Arte de Ensinar e a Fé no Aprender: a influência do pensamento protestante na educação em Joinville – 1851/1900.
HSC014
ALVES, Jucélia Maria
Cacumbi: um aspecto da cultura negra em Santa Catarina. Florianópolis: UFSC e SCESC, 1990. pg. 29-35.
HSC015
PAULI, Evaldo
Os Primeiros Povoadores. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 27-35.
HSC016
FOSSARI, Teresa Domitela
Cultura Pré-Histórica da ilha de Santa Catarina. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 15-25.
HSC017
HERKENHOFF, Elly
“Yara”, uma ópera joinvilense. In: Era uma vez um simples caminho... . pg. 205-211
HSC018
HERKENHOFF, Elly
O Observador as Margens do Rio Mathias. In: Era uma vez um simples caminho... . pg. 39-40
HSC019
CUNHA, Idaulo J.
Primeira Fase do Desenvolvimento Industral (1880-1914). In: Evolução Econômica- Industrial de Santa Catarina. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981
HSC020
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 35-43.
HSC021
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 35-59
HSC022
ROCHA, Isa de Oliveira
Industrialização em Joinville – SC: da Gênese às Exportações. Florianópolis, 1997. pg. 63-77
HSC023
PETRONE, Maria Thereza Schorer
O imigrante e a pequena propriedade no país dos latifúndios. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 7-24
HSC024
PETRONE, Maria Thereza Schorer
A criação de núcleos coloniais e seus objetivos. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 25-37
HSC025
PETRONE, Maria Thereza Schorer
A imigração e o “aprimoramento da raça”. In: O imigrante e a pequena propriedade. Pg. 38-44
HSC026
CASCAES, Franklin
Vida e Arte e a Colonização Açoriana. Florianópolis, 1981. pg. 83-97.
HSC027
SYFEITH, Giralda
O grupo étnico teuto-brasileiro: Volksgemeinschaft. In: Nacionalismo e identidade étnica. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981. pg. 125-131.
HSC028
PIAZZA, Walter F
O Povoamento Açoriano. In: História Sócio-Cultural de Florianópolis. Pg. 53-67.
HSC029
Desconhecido
Aspectos da Formação Econômica de Santa Catarina
HSC030
CASCAES, Franklin
Vida Arte e colonização Açoriana. Bruxaria – Fantasmas.
HSC031
SYFEITH, Giralda
O grupo étnico teuto-brasileiro: Volksgemeinschaft. In: Nacionalismo e identidade étnica. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1981. pg. 125-131.
HSC032
PIAZZA, Walter
O povoamento Açoriano. In: História Sócio-cultural de Florianópolis.
HSC033
Desconhecido
“Bar do Peter” e a Pesca da Baleia nos Açores e SC
HSC034
BOPPRÉ, Maria Regina
A Crônica dos Viajantes Estrangeiros in História Sócio-Cultural de Florianópolis
HSC035
Desconhecido
Emigração: O Olhar Alemão
HSC036
EHLKE, Cyro
Primeiras Explorações Catarinenses no Planalto. A Bandeira o Alferes Antônio da Costa e a Importância da Abertura de Um Caminho Ligando Lages à Ilha de SC in A Conquista do Planalto Norte Catarinense. Rio de Janeiro:Ludes, 1973
HSC037
EHLKE, Cyro
O Tropeirismo in A Conquista do Planalto Norte Catarinense. Rio de Janeiro:Ludes, 1973
HSC038
SEYFERTH, Giralda
Imigração e Identidade Étnica in Imigração e Cultura no Brasil. Brasília: Unb, 1990.
HSC039
HARO, Martin Afonso de
Ilha de Santa Catarina: Relatos de viajantes estrangeiros nos séc XVIII e XIX. Fpolis: UFSC. 1996
HSC040
SEYFERTH, Giralda
O Grupo Étnico Teuto Brasileiro: Volksgeinschaft
HSC041
SEC
Proposta Curricular de História
HSC042
BALDIN, Nelma
Itália – Final do Século XIX: Tudo leva a um processo Emigratóeio
HSC043
GIRON, Loraine
Leituras da Imigração
HSC044
CABRAL, Oswaldo
Fundações Litorâneas: Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco
HSC045
SANTOS, Silvio Coelho
Encontro de Estranhos além do “mar-Oceano”
HSC046
VIDOR, Vilmar
O Processo de Imigração in Industria e Urbanização no Nordeste de S. Catarina.
HSC047
VICENZI, Herculano
Coisas da Imaginação? Quiriri, região montanhosa de Joinville, Campo Alegre e Garuva, guarda lendas de tesouros escondidos por Jesuítas.
HSC048
SCHEIDT, Eduardo
Concepções de Republica nos Paises do Prata na Época do Regime das Rosas (1829-1852)
HSC049
REICHEL, Heloisa Reichel
A mulher rio-platense na visão dos viajantes: um sujeito histórico.
HSC050
ALVES, J. M.; LIMA, R. ALBUQUERQUE, C.
O contexto econômico-político-religioso da escravidão no Brasil. In: Cacumbi, um aspecto da cultura negra em SC. Plorianópolis: ed UFSC, 1990.
HSC051
MESQUITA, Ricardo Neiva.
Composição Turística da Lagoa da Conceição. Trabalho de conclusão de curso. Florianópolis, 1991.
HSC052
BOITEUX, Henrique.
O Falanstério do Saí. Revista IHGSC.
HSC053
IMHOF, Afonso.
Arquitetura e imigração Germânica: os enxaiméis na História, etnicidade e veracidade. Blumenal em cadernos, 2001.
HSC054
Desconhecido
“Bar do Peter” e a pesca da baleia nos Açores e SC.
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CASCAES, Franklin.
A colonização da ilha. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981.
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S. THIAGO, Raquel
Atuação de Abdon Baptista durante a implantação da república. (1889-1898) In: Coronelismo Urbano em Joinville, o caso de Abdon Baptista. 1983.
HSC057
BOSSLE, Caroline.
Crescimento Industrial Catarinense sob reflexos da nova política econômica. In: História da Industrialização Catarinense. Florianópolis, 1988.
HSC058
S. THIAGO, Raquel
Economia ervateira, base da liderança luso-brasileira em Joinville. In: Coronelismo Urbano em Joinville, o caso de Abdon Baptista. 1983.
HSC059
CASCAES, Franklin.
A colonização da ilha. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981
HSC060
Desconhecido
Autoridade do passado.
HSC061
VALBURG, Huber.
O Problema do dualismo teuto-brasileiro. In: Saudade e Esperança. Blumenau: UFSC, 1993.
HSC062
LOHN, Reinaldo Lindolfo.
A cidade contra o campo.
HSC063
COSTA, Januanda.
História de SC. V.2, Editora Paraná, 1970.
HSC064
PIAZZA, Walter Fernando.
História de SC.
HSC065
PIAZZA, Walter Fernando.
A contribuição do Negro à cultura Catarinense. In: A escravidão negra numa província periférica.
HSC066
PIAZZA, Walter Fernando.
O Negro na Ilha de SC. In: FERRIRA DE MELLO, Oswaldo. História sócio-cultural de Florianópolis. IHGSC: Lunardelli, 1991.
HSC067
CASCAES, Franklin.
A farinha, o trabalho. In: CARUZO, Raymundo C. Vida, arte e colonização açoriana. Ed. UFSC, 1981.
HSC068
FLORES, Maria Bernadete Ramos.
Política de guerra, política de sexo.
HSC069
Desconhecido
A original imigração açoriana do séc. XVII
HSC070
PIAZZA, Walter
A colonização açoriana em SC.
HSC071
RadIN, José Carlos
O contexto europeu, unificação italiana e emigrações. In: Italianos e Ítalo-brasileiros na colonização do oeste catarinense. Joaçaba UNOESC, 1996.
HSC072
Desconhecido
Primeira fase do desenvolvimento industrial (1880-1914)
HSC073
Desconhecido.
A contribuição grega In: Melo, Oswaldo Ferreira de. História sócio-cultural de Florianópolis.
HSC074
Desconhecido.
Em Montevidéu
HSC075
SILVA, José Bento R.
O Quilombo do Itajahy
HSC076
Desconhecido.
O Silêncio de Essomeriq


INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA

IEH001
FOULCAULT, Michel
Iluminismo e Crítica.
IEH002
FOULCAULT, Michel
KOERNER,Andrei. Ontologia do Presente: política e direito.
IEH003
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Michelet e a apreensão total do passado. In: BOURDE, G & MARTIN, H. As escolas Históricas. Tradução: Ana Rabaça. Portugal: Publicações Europa-América, 1983. (pg82-96)
IEH004
FLAX, Jane
Pós-modernismo e relações de gênero na terra feminista.
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BOUTIER, Jean & JULIA, Dominique. (orgs.)
Em que os historiadores pensam? In: BOUTIER, Jean & JULIA, Dominique. (orgs). Passados Recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998.
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CARDOSO, Ciro Flamarion S
O Método Científico da História. In: CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução a História. 5ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1986
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Edward H. Carr
Entrevista
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GARDINER, Patrick
A interpretação do processo histórico. (Vico 1668-1744/ A Ciência Nova). In: GARDINER, Patrick. Teorias da História. Tradução Vitor Matos de Sá. 3ª edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984 (pg11-27).
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GARDINER, Patrick
A interpretação do processo histórico. (Kant 1724-1804/ idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita). In: GARDINER, Patrick. Teorias da História. Tradução Vitor Matos de Sá. 3ª edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. (pg27-41)
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HOBSBAWM, Eric.
O sentido do Passado. In: Sobre História. Tradução Cid Knipel Moreira. São Paulo: Cia das Letras, 1998.
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LE GOFF, Jacques
Documento/Monumento. In: LE GOFF, Jacques. História e Memória. 2ª edição. Campinas: UNICAMP, 1992.
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MALERBA, Jurandir (org.)
Mito e História. In: MALERBA, Jurandir (org.). A Velha História: teoria, métodos, e historiografia. Campinas: Papirus, 1996.
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MARTINS, José de S. (org)
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Teorias, tipos, conceitos. In: VEYNE, Paul. Como se Escreve a História: Foucault revoluciona a história. 4ª edição. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1998.
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VIENE, Paul.
Teorias, tipos conceitos. In: Como se escreve a história e Foucault revoluciona a história. Brasília: Ed. UNB, 1998.
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PRUDENCIO, Maria das Graças; ALTHOFF, Fátima Regina.
Tombamento: uma iniciativa para proteger. In: PRUDENCIO, Maria das Graças; ALTHOFF, Fátima Regina. Gobernó de SC, 2002.
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DUBY, Georges.
O historiador, hoje. In: BUDY; ARIES; LE GOFF. História e História Nova. Teorema.
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História Nova. In: A Escrita da História: novas perspectivas. Unesp.
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LEFORT; ClAUDE.
A obra de pensamento e a história. In: LEFORT; CLAUDE. As formas da história. SP: rasiliense, 1990.
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BRAUDEL, Fernand.
Para uma economia histórica.
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IV a causa na história. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.
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A luz do passado: seu valor e limites. In: TOYNBEE, Arnold. O Desafio do nosso tempo. RJ: Zahar, 1975.
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VEYNE, Paul.
Os conceitos em história.
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CARR, E. H.
I O historiador e seus fatos. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.
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A História das Estruturas. In: LE GOFF, Jacques. A História Nova. Martins Fontes: SP, 1993.
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BLOCH, Marc.
Introdução à história.
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VÉDRINE, Hélene
A Gênese do materialismo histórico. In: VÉDRINE, Hélene. As filosofias da história. RJ, Zahar, 1977.
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LAKATOS, Eva.
Fatos, leis, teoria. In: LAATOS, Eva. Fundamentos de metodologia científica.
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ALVES, Paulo; MASSEI, Roberto C.
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NORA, Pierre.
O retorno do fato. In: LE GOFF, Jaques; NORA, Pierre. História: novos problemas. RJ, Francisco Alves, 1979.
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IGLESIAS, Francisco.
A Historiografia brasileira e interdisciplinaridade. Revista de História. SP, v.3, n.5, março 1983.
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CARDOSO, Ciro Flamarion.
Será a história uma ciência? In: CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma introdução à história. SP: Brasiliense, 1986.
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FERRO, Marc.
O Filme: uma contra-análise da sociedade? In: FERRO, Marc. Cinema e história. SP: Paz e Terra, 1992.
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VEYNE, Paul.
Nada mais que uma narrativa verídica. In: VEYNE, Paul. Omo se escreve a história. Lisboa: edições 70, 1971.
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BLOCH, Marc.
Introdução à história. Lisboa: Europa-América, 1993.
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LACOMBE, A. J.
Introdução ao estudo da história do Brasil. SP: Cia Editora Nacional, 1973.
IEH037
CARR, E. H.
I O Historiador e seus fatos. In: CARR, E.H. Que é história? RJ: Paz e Terra, 1978.


METODOLOGIA DA PESQUISA

MPE001
VIEIRA, Maria; PEIXOTO, Maria; KHOURY, Yara.
A pesquisa em história.
MPE002
LAKATOS, E. M.; MARCONI.
Fundamentos da metodologia cintífica. SP: Atass, 1986.
MPE003
ECO, Humberto.
Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1991.
MPE004
CARDOSO, Jayme Antonio.
Construção de Gráficos e linguagem visual. In: Revista de história: questões e debates. CTBA, 1984.
MPE005
GIL, A. C.
Como encaminhar uma pesquisa. In: GIL, A. C. Elaboração de projetos de pesquisa. SP: Atlas, s/ d.
MPE006
BERVIAN, Cervo.
Natureza do conhecimento científico. In: BERVIAN, Cervo. Metodología científica. SP, 1993.


PESQUISA EM GÊNERO

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El estilo de la mujer.
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Teoria feminista Y Critica de la representacion.
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O perfil do pai cuidador.
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POR001
LEAL, Lia
Apostilas de Português:


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